Avançar para o conteúdo principal

ser benfiquista...

é ter que aturar as CRETINICES do Sr Rui Oliveira "Estatiscas" & Costa em directo e não lhe saltar às trombas com toda a veemência.
Se há gajo faccioso, anti-benfiquista e insuportavelmente mal educado com aquele ar cínico e viperino é aquela figurinha do Trio d' Ataque.
Nós, de Glorioso ao peito, estamos habituados, sobretudo este ano, que damos por fim show de bola, aos mais variados impropérios: andor, cavalitas, regras de jogo especificas para o David Luís, árbitros que beneficiam, de TUDO! Somos a pior coisa á face da terra depois da AlQuaeda e das orcas assassinas aprisionadas em parques aquáticos.
Mas aguentamos com soberba indiferença (leram bem, e reitero, soberba indiferença) porque independentemente de anos maus (mas mesmo mtº maus) sempre fomos Benfica. Logo, num ano em que se espalha magia, só orgulho e alegria explica o que é ser Benfica.
Mais triste que ser de outro clube que não o Glorioso, é ser-se de outro clube mas ser-se obcecado pelo SLB. A mim dá-me igual que exista o Sporting ou o Porto ou o Leixões ou o Nacional. Tem que haver outros clubes para se jogar, mas quero lá saber o que se passa na casa dos outros. E isto é mt recorrente lá para bandas de Alvalade. Fica-lhes mal mas é já uma tradição e não há estrutura mental colectiva para mudar a coisa. Deixá-los!
No topo da cereja destas más figuras, está o Sr Rui Oliveira & Costa que me dá vontade de bater na TV (o que me levaria certamente para o hospital pois o dono da TV bater-me-ia em seguida!) e baixar-lhe aquela crista de frango de aviário.
Não há pachorra para má educação do bicho! Irra

Comentários

S.L.B. disse…
Tens que ser mais tolerante com as outras espécies. Especialmente com aquelas em vias de extinção. O último exemplar do Homem do Neanderthal à face da Terra tem direito a existir.

P.S. - Não te esqueças que esta "figurinha" disse em directo que prefere dois segundos lugares a um primeiro e um terceiro. Quão mais estúpido se pode ser?!

Mensagens populares deste blogue

Do acosso

Este calor que se abateu com uma força agressiva consome qualquer resistência. O suor clandestino esbate vergonha e combate qual sabre as dúvidas. 
A noite feita à medida de libertinos cancela as vozes interiores que alertam para mais uma queda dolorosa. A brisa quente atordoa, embriaga no contacto com a pele. O tempo pára, as palavras suspendem entre olhares que sustentam no ar tórrido toda a narrativa; qual pornografia sem mácula, mas plena de pecado. A lua cheia transborda e dá luz à ausência de sanidade que percorre no corpo. Tudo parece possível, uma corrente de liberdade atravessa-nos com o sabor do quente esmagado.
E, mesmo assim, pulsa algo mais intenso. Mais derradeiro. Mais dominador. Mais perverso que o toque dos dedos. Mais agressivo que a temperatura irrespirável. O freio da impossibilidade. 
A intuição luta com o medo e na arena o medo mesmo que picado tem sempre muita força. O medo acossa-nos.

Dos maldiitos

via boudoir photography

Agora acordo com mensagens que iluminam o telemóvel e em que dás conta de como pensas em mim antes de dormir. E que o queres partilhar comigo porque agora sentes saudades minhas. Agora recebo telefonemas sem hora nem expectativa e a voz é meiga e quente. Não ouço nada do que dizes, as palavras apenas são ditas mas há muito que já não têm peso ou impacto.
Antes foi a indecisão. O jogo dos que não se comprometem, que querem atalhos facilitados para um espaço confortável de repouso, salvação emocional momentânea, ilusão de pertença. Egoísta forma de ser que suga o querer dos outros para se sustentar, para sentir uma rede rápida de carinho e abraço mas que reclama para si a indisponibilidade de reciprocidade. Para quê? Se vos é dado grátis um sentimento para que serve o esforço de lutar por ele, qual o propósito de envolvimento, de estar, dar a mão, partilhar silêncios e perder a possibilidade de ter mais e mais, melhor, diferente, sempre mais, outras.
Era assim, ante…

Das pequenas coisas

Talvez sejam as pequenas coisas. Como uma música que se ouve por acaso e se torna uma descoberta que nos marca um trânsito. Como um gelado fora de horas e com o sabor simplesmente certo de caramelo tal qual na nossa infância. Como aquele instante rápido entre fazer-nos à onda e o mar que nos toma por completo, nos restitui a energia e nos devolve ao mundo.
Terão que ser as pequenas coisas. A partir delas, tudo se enreda e o equilibro pesa para o complicado. Sinuosos os caminhos para que nos encontremos. Doloroso o andamento que faz que nos afastemos mais do que estejamos próximos mesmo quando tudo aponta para que haja uma cumplicidade e uma ligação súbita mas forte e consistente.
O toque é denunciador. Desmantela as forças e faz sucumbir com tamanho ardor. O beijo que transporta silêncio, paz, meta. O abraço que acolhe uma gargalhada e o estranho sentido de que tudo está bem.
São estas pequenas coisas. Que são fáceis e leves e perenes. Tão frágeis. Acabam tão depressa. Nada há-de ser …