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A mostrar mensagens com a etiqueta Opinião

Wise Words

Confesso que é um tema cuja natureza nunca me preocupou. Não é pretensão da minha humilde existência, nem nunca foi, mesmo caminhando para os 36 anos (idade que a autora destaca como referência).
Não obstante, se retirarmos a palavra "casamento" e a substituirmos por "relação estável" vai  dar ao mesmo.
Muito interessante. E ainda dá para rir. Risos amargos e não só. E os homens de facto são mais espertalhaços pelo menos não têm fantasias disney! Pelo menos neste campo
Agradeçam lá à Menina Rapaz ter-me alertado para isto aqui

Why You're Not Married

You want to get married. It's taken a while to admit it. Saying it out loud -- even in your mind -- feels kind of desperate, kind of unfeminist, kind of definitely not you, or at least not any you that you recognize. Because you're hardly like those girls on TLC saying yes to the dress and you would never compete for a man like those poor actress-wannabes on

Promiscuidades

Adoro revistas.
E leio quase tudo, excepto aquelas tipo TV 7 Dias e outras que só vivem das novelas e dos reality shows. E as de carros. E as de Fitness. E as de Puericultura. E a Burda. Já se percebeu, certo?
Admito que gosto muito das revistas de cusquice, as del corazón. E respeito quem lá trabalha. Mas há limites. 
Lux e Caras, na mesma semana, abrem com a história de amor dos recém casados Lourenço e Sarah Tamagnini. Os quais, por casualidade, têm uma empresa de eventos, a Gloss. 
A sério, acham mesmo que a malta não percebe que a Gloss/os Tamagnini comprou / compraram espaço para aparecerem? Mesmo a tempo de ainda organizarem jantares e festas de Natal, nas empresas que ainda o possam fazer? Ou é só pelos olhos verdes do Lourenço, uhm?
Claro, não deve dinheiro envolvido. Permutas. Como é óbvio. 
Mas na mesma semana? Ou uma das entrevistas foi chutada para canto por causa de um tema melhor, há umas edições, ou a Gloss faz mal o seu trabalho. Não abona!
E as revistas sujeitam-se a este m…

Mentira! Mentira! Mentira!

Li há pouco um artigo de uma Sábado de há umas 2 ou 3 semanas, na qual se debatiam factos pseudo cientificos.
Tipo: dormir, emagrece. 
Pára tudo!!!
Se há gaja que tem dom, talento, jeito natural para dormir horas non stop, sou euzinha. E magra é coisinha que aqui não reside! Desconhece-se o conceito!
Logo, não me venham com tretas de excepção à regra. Cientifico, my f***** ass.
Algo vai mal no reino da informação. 
Esta Sábado anda sempre a dar-me razão: comprar, nem pensar. Olha, rimou!

expliquem a 1 desempregado

Gostava de ver os funcionários públicos explicarem aos milhares de desempregados, àqueles que querem e precisam de trabalhar, àqueles que já não têm direito a IAS (aka subsidio de desemprego) ou o valor é claramente inferior às suas necessidades, esta greve.
É uma merda terem cortes, receberem menos subsídios, terem carreiras congeladas. Indubitavelmente. Mas é o preço que se paga por se trabalhar numa organização em dificuldades. E o preço por se optar por trabalhar para o Estado e manter-se na Administração Publica, com todos os defeitos que se lhe aponta. Não é Serviço Militar Obrigatório, vai quem quer, fica quem quer. A quem dá gozo o trabalho desenvolvido ou a quem dá jeito as regalias e o laxismo que se sabe.
Se fosse uma empresa com 10.000 funcionários que fizesse cortes de salários, congelasse aumentos e promoções ou mesmo despedisse metade para sobreviver e salvar a outra metade, gostaria de ver as ondas de solidariedade dos funcionários públicos. É que essa situação anda a a…

A importância de se chamar Candidato

Numa altura em que as empresas recorrem cada vez mais às redes sociais para procurar candidatos a postos de trabalho (89%) e que 65% por cento é bem-sucedida, conseguindo contratações satisfatórias (Fonte: PR Comunicácion) convinha que as empresas de recrutamento e de executive search pensassem um bocadinho mais sobre o seu modus operandi.


Falo por experiência, por conhecimento e por não ter conseguido efectivar mudanças. 

O headhunter da velha guarda, armado em doutrina maquiavélica, que nunca leu, perspectiva o candidato como um meio para atingir um fim: facturar.  O candidato só serve enquanto servir os interesses do projecto. A satisfação do cliente é posta à frente de tudo e todos. Esta sobranceira linha de raciocínio,  a frio, tem alguma razão de ser. Quem paga as contas são os clientes. Como metodologia, é um erro crasso.
Num mercado concorrencial, um factor claramente diferenciador é a relação que se estabelece entre um consultor e os seus candidatos, pelo menos com aqueles que a…