Diariamente, nos transportes públicos, ou onde quer que esteja a ler a minha Vanity Fair, tenho que tapar a capa com receio que me confundam a revista com a Bravo. Isto porque a capa é um tal Robert Pattinson, um gajo com cara de parvo, mas aparentemente considerado giro e herói da saga cinematográfica do Crepúsculo.
Eu não gosto de Sapos (sabem lá vocês o que sofri durante o Magnolia) mas também não gosto nada de Vampiros. Quer eles sejam em filmes série B a preto e branco muito maus mas com ar até assustador, quer sejam na versão pop sexy do século XXI em filmes que me parece serem provavelmente tão maus como os da década de 40 do século passado.
Admito que tentei ler o Crepúsculo, pouco depois de ter saído, e que me foi oferecido com mtª simpatia, mas não consegui ler mais do que 10 páginas. Além do universo não me interessar achei a escrita a la margarida rebelo pinto recheada de clichés. Mas como em tudo o que seja massificação, a coisa pegou! E virou moda, e agora há vampiros por…
Eu não gosto de Sapos (sabem lá vocês o que sofri durante o Magnolia) mas também não gosto nada de Vampiros. Quer eles sejam em filmes série B a preto e branco muito maus mas com ar até assustador, quer sejam na versão pop sexy do século XXI em filmes que me parece serem provavelmente tão maus como os da década de 40 do século passado.
Admito que tentei ler o Crepúsculo, pouco depois de ter saído, e que me foi oferecido com mtª simpatia, mas não consegui ler mais do que 10 páginas. Além do universo não me interessar achei a escrita a la margarida rebelo pinto recheada de clichés. Mas como em tudo o que seja massificação, a coisa pegou! E virou moda, e agora há vampiros por…