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Mensagens

Problemas que se podem ir resolvendo...

Não, ainda não recuperei nem fotos de uma vida digital, nem trabalhos de MBA nem textos nem emails de carácter mega importante, mas dei um primeiro passo para começar a ter uma vidinha mais alinhada com os padrões da normalidade.

Não cura a frustração mas é tão bonito o tratamento terapêutico que, mesmo tendo gerado umas complicações logísticas não deixa de ser um mimo de se olhar... Concordam, certo?
É (quase) perfeitinho*
* temos aqui uma questão com a sincronização do Itunes mas, vá, não entremos, já, em loucura.



Papoila Saltitante em delírio...

Sou benfiquista desde que nasci. Não tive opção. Não porque me foi forcado mas porque era-me natural. 

Na altura, quase há 3 décadas e meia, era possível ser-se sócio antes de se ser português. Deve ser por isso (e por"n" razoes racionais) que o Benfica e a minha selecção e a selecção nacional não me diz nada).    

Em casa respirava-se benfiquismo. O pai era doente. Se o Glorioso jogava mal ou empatava, não jantava sequer. As derrotas eram sofridas a 3. 

Ia para o antigo estádio da luz, para o relvado, com pouco mais de 4 anos jogar com umas bolas coloridas pequenas. Ia aos jogos pela mão do pai, nem conseguia ver o esférico de tão pequena que era.

No liceu, ia-se ao Talisma ver os jogadores tomar o pequeno almoço (ainda não andavam com pochettes LV, afianço-vos). O clube das antas começava a ganhar preponderância, doía mas o velhinho cachecol ia quinzenalmente ia a bola. 

Fui eu que recebi a águia de prata de sócio do pai. Foi 1 orgulho. 

Quando o meu adorado Luisao marcou contra…

Era tão bom se não estivesse aqui... II

Continuando a divagação mental... também podia estar aqui... há anos que tenho esta vontade ... E nem é longe... Tão bonito!



Sagres, Memmo Baleeira



























Era tão bom se não estivesse aqui...

Em mais uma sexta feira, fim de dia, sozinha, sem planos, e agradecendo pela existencia de Revistas e da Zon Box, concluí, em grande dificuldade, que preferia estar aqui:





Herdade da Cortesia







































































































Baixa, precisa-se!

Alguém conhece o médico da Manuela Moura Guedes?

Dava-me assim um jeitaco. Com tanto livro pra ler, starbucks pra beber, filmes pra ver, o MUDE pra visitar ...

Não há raio nem maneira de chegar sábado de manha.

Já sabem, se tiverem o contacto, a malta agradece. Paz de espirito e descanso mental precisa-se.

Isto, a ignorância toca a todos...

... Diz o povo e com razão.


Não bastavam as complicadas teorias de alguns padres sobre pedofilia e celibato e homossexualidade,  em claro desnorte episcopal, para que outros queiram o pódio dos tontinhos.


Vejamos, o fundamentalismo iraniano não quis ficar atras na ribalta e através de um clérigo com este abençoado nome Hajatoleslam Kazem Sedighi (eu tambem estaria de mal com a vida), partilhou esta maravilhosa obra prima da estupidez: "muitas mulheres não se vestem modestamente... corrompem a castidade dos homens e promovem o adultério que causa os tremores de terra."


Gostaram? Já recuperaram da queda?


Quem anda diariamente de transportes públicos consegue ter uma noção clara do quão mal se vestem as moçoilas deste pais. Há com cada acidente de vestuário que mais valia vestirem uma modesta bata com crocs do que por uma unha que seja na rua sob a égide do estilo "white trash". Dai a corromperem a castidade dos homens só mesmo conversa de padreco iraniano. Quanto mui…

Dicas de Gestão (por Gurus Mal Paridos)

Nunca ansiei gerir uma empresa. Nunca tive sonhos de ter o meu próprio negócio (mas há algum tempo que gostava de ter uma ideia criativa que fosse para um negócio inovador, giro, honesto e jeitoso e eu pudesse dar asas a imaginação).

Não serei certamente uma líder e não devo ser grande coisa a chefiar pessoas pois mal me oriento a mim (aliás, a minha gestão de mim própria é um desastre como já se percebeu).

Não obstante, como acho que apesar de tudo fui abençoada com algum bom senso e tenho valores, ainda me espanto com os produtos do capitalismo pornográfico e desenfreado que por aí pululam.

Pois ele há gurus da gestão (julgam eles) que iluminados na sua presunção de sabedoria, que destilam pérolas de como se fossem bolotas. Porque quem quer bolota, trepa, já se sabe. Ou seja, correr atrás dos objectivos.

Começamos logo pela lição I, e mais importante: não interessa o esforço mas o resultado. O esforço não e valorizável. Trabalhar pouco, quase nada ou muito é indiferente; o que interessa…