Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

All of the above (of course!)

It's all so quiet, it's all so still


(para que conste, nem suporto a Bjork mas a frase aplica-se, continuadamente)

Das reflexões

Confirmo.
A vida é um grande "se", um que diariamente superamos com as doses possíveis de boa disposição, perseverança e "vamos ver". E no dia seguinte, repete-se tudo outra vez. 
Por vezes, com mais forca, com mais energia, com mais espirito positivo. Outras, totalmente derrotados. Faz parte. Nem sempre poderemos estar com o modo optimista totalmente activado porque simplesmente as circunstancias não nos permitem ser assim tão fantasistas, tão irresponsáveis. 
Também não faz sentido ver sempre tudo negro, por muito que a confiança seja abalada, por muitos fins que ocorram ou por muito que deixemos de acreditar. Contra mim, falo. 
Há momentos bons. Pausas kit-kat. Passamos a conviver com naturalidade com o "se", não sofrendo com essa variável, e acomodando o facto de que as experiências menos boas que vivemos não nos podem roubar a alegria. Ainda que passemos a estar mais sós, com menos amigos e com menos capacidade para voltar a confiar.

Na verdade, estou lá #71

TXAI Resort
Rodovia Ilheus Itacaré, Km 48,
Itacaré - Bahia - Brasil

É importante saber o que se quer da vida... Isto!
















Era uma vez uma omoplata

E à 3ª sessão de osteopatia.... A dor!

Não gritei ou desmaiei, porque 3 meses de mindfulness deram-me alguma preparação para focar atenção plena na dor até não a sentir. Isso e porque 2013 tem-me dado uma couraça brutal em termos de resistência. Mas, oh mamma, como me apetecia gritar. Bolas. 
A parte boa, sessão de caracóis e sangria que se seguiu. 
Mas esta omoplata colada vai ser só mais uma "coisa gira" para me atormentar.

No, it's not!

Há momentos em que os nossos níveis de tolerância estão abaixo dos mínimos olímpicos. E não temos noção que devemos ter mais paciência ou ser mais compreensivos. É preciso levar um safanão para perceber que temos que desacelerar e ser mais ponderados na analise dos acontecimentos e racionalizá-los mais. 
Porém, até a paciência mais paciente tem limites. As pessoas arrogam-se a considerar que existem autoestradas desertas nas quais se pode exceder o limite de velocidade à vontade para dizer o que se quer e lhe aprouver sem quaisquer coima. Porque temos que aceitar todo e qualquer argumento ou posteriores pedidos de desculpa. 
Há coisas que não são desculpáveis pois não são acessos de frontalidade sobre uma questão ou duvida nossa, ou uma tentativa de nos chamar à razão ou uma diferença de pontos de vista. São sim momentos em que se professam ofensas. Em que se entra em campos minados, na esfera demasiado pessoal de cada um de modo invasivo e com todas as verdades assumidas como reais. 
E …

Lisboa tem mais encanto

Vivi sempre em Lisboa e não sendo fã de sardinhas e odiando cerveja, e apesar de me sentir para lá de desconfortável com multidões, sempre adorei os Santos.

Noites quentes, com uma brisa, a animação na rua, a sangria, as marchas a descer a Avenida (canta o Bairro Alto, canta, que até encanta...), uma alegria tão alfacinha, o Castelo a abarrotar, Alfama castiça, a Bica popularucha. 
Lisboa em tempo de verão com cheiro de rio. 
Para o ano, quem sabe?!

Na verdade, estou lá #70

Wharekauhau Lodge
Western Lake Road, Palliser Bay, RD3 Featherston,
Wairarapa, New Zealand

Whow! Para alegria de muitos, de bom grado ía e não voltava.














http://www.wharekauhau.co.nz/