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Mensagens

Chamados à secção de mercearia

Belmiro quando falou da produtividade dos trabalhadores portugueses estava especificamente a pensar na equipa do Continente do Colombo que catalogou mal um tronco de chocolate (vá, acontece!)   e, perante a chatice de ter que ir confirmar o preço, atirou um doce, para outra secção, levando clientes e uma funcionária da caixa ao desespero. 
Deve ter sido isso.

O Belmiro devia estar lixado. Eu sei que estava.

Não, não gosto de carnaval.

Porém, trabalhar num dia em que seria de "folga" (feriado que não é feriado é um conceito que me ultrapassa) permitiu um excesso. 
E foi... Magnífico. 

Resumo da jornada

4 horas de "porrada" emocional. Dois bons filmes. Ou uma a minha queda por filmes por tristes com histórias bem contadas. 


Um argumento brutal. Uns diálogos do caraças. E uma linguagem corporal fulminante quer da Meryl Streep (a mulher não precisa de dizer nada, só o revirar de olhos ou a forma como agita o cigarro contém todo o desprezo e desdém e condescendência malévola pelos que lhe são próximos) quer das actrizes que fazem de filhas (as trocas de olhares revelam sempre a raiva e o medo da farpa seguinte). 



Uma banda sonora fantástica. E um filme inteiro a chorar. Quem tem filhos, não vá ver. 


Últimos dias

Foram assim...

Ou como meter o Rossio na Rua da Betesga, temporalmente falando.







Da derradeira solidão. 

Momento WTF

Páginas de cães nas redes sociais e pessoas, que não as donas dos animais, que as seguem e fazem likes e deixam comentários. 
A sério, criaturas? 
Vi ontem, no instagram, pela primeira vez, a mais "famosa". A página não foi criada pela valentia do cão em salvar pessoas de edificios em chamas ou águas revoltas. Ou por ser um mui nobre cão guia. Por muito giro que o cão seja... É basicamente, isso. Pois...
Nem questiono as razões da autoria da página. A dona podia ter tomado umas coisas estranhas, podia estar embriagada de amor pelo seu bicho, podia estar no gozo, pode ser só parva. Tudo bem. O pior mesmo: as pessoas que nem sequer conhecem donos ou visados e seguem com interesse a vida de cão alheio. 
Duvido consideravelmente que haja solução para a privação cognitiva que afecta esta malta.

Das rejeições

Uma pessoa podia dizer que tenta dar o benefício da dúvida. Seria uma insincera afirmação, coisa que não faz bem o meu estilo, mas enquanto se cá anda também não se perde por ali acreditar que algures alguém faz alguma coisa de jeito. Caramba, UMA que seja. 
Mas os divórcios não acontecem só com pessoas, os afectos também se perdem com as referências espacio-culturais. Tenho um profundo desencaixe com este país, admito que será um problema meu e dai que estar aqui é já só algo passageiro. 
Quando Cristina Ferreira é uma das novas embaixadoras de uma iniciativa/ programa do Ministério da Economia apropriadamente denominado "Portugal Sou Eu", destinado a promover a excelência dos produtos nacionais, sinto uma espécie de calafrio de rejeição. Como se fosse um coice, vá. 
Não estou a questionar a iniciativa, nem os seus méritos, nem se faz algum sentido, porque não conheço, e a bem da verdade, assim sendo nem vou aprofundar. Basta associar Cristina Ferreira e a frase "Portugal…