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Mensagens

Sistema GPS de facto util

Pessoas que nos conhecem bem são aquelas que perante o facto de estarem milhões de pessoas em Paris, sob 30º graus humidos, eu com um email a explicar onde nos deviamos encontrar no ipad, ele munido do seu ipad com o google maps aberto, eu de mapa da cidade à turista, a caminhar ao longo da Concorde e, mesmo assim, muito pragmaticamente recebo as seguintes indicações: 
"Passas a Zara, a HM, a Swatch, também há um Mcdonald's. Viras na Oysho à esquerda. Aí é só seguires o nome das ruas."
Cheguei primeiro que os anfitriões. Uma hora depois, sempre a andar. Não me perdi, não parei para perguntar mais nada. E o restaurante impecável. "Trés bon." A 5m. da exposição que ia ver a seguir.

Houvera danones gramaticais

Coisas que (ainda) me surpreendem: pessoas que dizem "prontos". Ou numa derivação muito própria, "prontes". 
De forma abrangente. Nem sequer se pode dizer que é uma erro de programação geracional. É um lapso de ignorância que o senso comum podia corrigir. Bastava um "bocadinho" assim...

A estranheza é um lugar comum

Nail art (porquê, senhores, porquê?) em abundância e em laivos criativos que faz corar uma stripper honesta. Combos matchy matchy de Eletta Vilamoura com Pandora, um mix vencedor em toda a linha e que em nada fere a vista incauta. O Olivier disputado entre unhas falsas partidas e facas no pescoço na recriação pós moderna do Eu Tenho 2 Amores (uma loura, uma morena) - um guilty de sedução que não se consegue explicar em nenhum Harlequin. 
Posto isto, a Alexandra Solnado no Parlamento numa Comissão de Saude... Pacifico!

A campanha anda aí

Tudo bem que começaram a beber copos (que mais se pode fazer face à falta de argumentos e perante o histórico?) mas o que se retêm deste dia de campanha do arco da governação? Francisco Assis diz "há 3 anos atrás". 
Está certo!

Inesperadamente, a semana passada

Uns dias bons.
O  25 de Abril. Comer caracóis, os primeiros deste ano. Passear e trabalhar no Porto, deambular nos Clérigos. Diariamente, sessões de The Newsroom e Melhor do Que Falecer. O Pedro Mexia e os ferrinhos na emissão especial do Governo Sombra (e a banda sonora e a Manuela Azevedo e as citações certeiras de Salazar bem seleccionadas por Ricardo Araujo Pereira). O Benfica, tão grande! Opá, o Benfica ❤️

gaja à beira da loucura

Isto pode paracer a demência absoluta mas já estou por tudo. A Alexandra Solnado (isso mesmo, este post vai por esse caminho...) dizia numa entrevista, há umas semanas, ao promover o seu mais recente "livro" que a maioria das pessoas que lhe aparecem para consultas, são pessoas doentes - jura?!
Agora, a sério, as pessoas padecem de doenças fisicas e, no seu desespero, que nem é discutivel porque cada um saberá o que se sente quando se chega a esse patamar, procuram ajuda ou conforto no projecto da Alexandra Solnado (é assim que se chama). Posto isto, explicava a Alexandra Solnado que as doenças são, não obstante, reflexos de outros problemas mais antigos ou e a outros níveis. Não me recordo dos exemplos que ela dava mas era algo como pessoas que tinham tido muitos desgostos e uma vida marcada pela tristeza, desenvolviam uma doença grave em especifico, localizada numa área do corpo em particular. 
Ora, e dando o beneficio da duvida a esta teoria (pois que temos a perder?), gosta…