Quando
ris o mundo pára. O meu mundo. O único que conheço. No qual me sentia segura.
Agora duvido. Fraquejo. Hesito. Mas sigo em frente porque algures estás tu e
porque não posso ficar aqui parada quando te possa encontrar.
Quando ris, iluminas a sala por muita escura esteja a noite. Por muito frio que seja o vazio que nela reina, rapidamente colorido com a expressão que de ti sai com a força destruidora do teu sorriso.
Quando ris, apetece-me reter-te assim. Colar-me a ti e partilhar essa tua alegria. Deixar que a tua música me console o silêncio de outros momentos, deixar-me inspirar pela forma como seduzes o som que enche o pouco espaço livre que há entre nós.
Quando me tocas, a lua baila lá em cima tão perto de nós, revelando o meu rosto perdido em ti, rosto descoberto pelo cabelo que afastas de modo decidido. E eu sinto que esse toque me anestesia o corpo que fica preso àquele segundo em que renovamos o olhar.
Quando me abraças, o teu calor contagia-me a vontade e eu quero sempre mai…
Quando ris, iluminas a sala por muita escura esteja a noite. Por muito frio que seja o vazio que nela reina, rapidamente colorido com a expressão que de ti sai com a força destruidora do teu sorriso.
Quando ris, apetece-me reter-te assim. Colar-me a ti e partilhar essa tua alegria. Deixar que a tua música me console o silêncio de outros momentos, deixar-me inspirar pela forma como seduzes o som que enche o pouco espaço livre que há entre nós.
Quando me tocas, a lua baila lá em cima tão perto de nós, revelando o meu rosto perdido em ti, rosto descoberto pelo cabelo que afastas de modo decidido. E eu sinto que esse toque me anestesia o corpo que fica preso àquele segundo em que renovamos o olhar.
Quando me abraças, o teu calor contagia-me a vontade e eu quero sempre mai…