Avançar para o conteúdo principal

Dos pontos criticos

A cada um de nós cabe o direito de termos ideias, opinioes, gostos e apetencias, as quais, respeitando os canones legais, e defendidas de forma convicta e em respeito pelos demais.

Eu não gosto dos Deolinda, não gosto de romãs, de casamentos em tendas, de Renaults ou Citröens, de crianças desgovernadas em publico perante pais incompetentes e impotentes, da Media Markt, nem de caviar. Mas há tanta mais gente que gosta. E, eu, tudo bem (menos na parte das crianças que me irrita assim ligeiramente).

Eu gosto de tourada. Aceito todos os argumentos contra que sejam bem educados e construtivos, ainda que em vão porque não mudarei de opinião. Os comentários ofensivos ignoro-os.

E não vou fazer a apologia da tourada com os meus argumentos ou as minhas opiniões. Assumo que é um tema critico e ficamos por aí.

Agora jamais vou admitir ser criticada por causa da tourada por todo e qualquer pessoa que:

- recorrentemente conduza e fale ao telefone, que para quem não sabe é possivel matar terceiros;

- conduza depois de ter consumido alcool em doses para lá do legal pondo em risco os demais;

- tome drogas, nem que seja fumar charros, que são ilegais e afectam s capacidade sensorial da pessoa ao ponto de colocar outros em perigo;

- pratique actos de fraude tipo enganar clientes, maltratar funcionarios, dever dinheiro a fornecedores, não pagar impostos, etc.;

- já tenha provado ser um FDP generalizado com más intenções, prejudicando amigos, colegas, ex-conjuges, conhecidos, desconhecidos, vizinhos, em prol dos seus interesses, egoísmo e por pura maldade (que os há, há. Desculpem, mas é verdade existem!)

- já tenha praticado actos de violencia gratuita, mormente com familiares e conjuges.

Ok?

Comentários

Anónimo disse…
Epa, eu não sabia que se podia não gostar dos Deolinda...
Anónimo disse…
Eu também gosto de touradas.
No meu caso acho, sinceramente, que é uma questão cultural.
Parte da minha infância foi passada na raia alentejana, como família aficionada dos dois lados da fronteira.
Tenho primos forcados e cavaleiros(afastados, não dá para cravar bilhetes para o Campo Pequeno, sorry).
Mas cresci num meio onde a tourada era vista como uma arte e respeitada como tal.
E está-me no sangue.
Não gosto de ver touros de morte, lá está, quiça por já (quase) não ser uma questão cultural em Portugal.
Mónica disse…
Tal como tu scarlett tambem nao gosto e nao vejo touros de morte mesmo em espanha onde sejam legais. Nao lhes reconheco sequer os meritos que reconheco nas touradas a tuga
Mónica disse…
Eu nao gosto, nao suporto. Mas sou eu. :)

Mensagens populares deste blogue

Doidinha para lhes pôr a mão

I nverno em Madrid,  C. J. Sansom   1940.  Madrid encontra-se em ruínas, a fome e a miséria imperam, e uma turba de espiões das grandes potências mundiais invade a cidade, enquanto Franco pondera juntar-se a Hitler na Segunda Guerra Mundial. É nesse mundo de incertezas que desembarca Harry Brett, um ex-soldado recrutado pelos serviços secretos britânicos. A sua missão é descobrir se os negócios obscuros de um antigo companheiro de escola, Sandy Forsyth, envolvem uma reserva de ouro que fortalecerá o governo de Franco.  Entretanto, Barbara Clare, antiga enfermeira da Cruz Vermelha e namorada de Sandy, também se propõe a uma missão secreta: encontrar o ex-amante, Bernier Piper, amigo de Harry e comunista voluntário das Brigadas Internacionais desaparecido nos campos sangrentos da Batalha do Jarama. Quatro vidas cruzadas num jogo perigoso de amor e morte, os segredos e subterfúgios da Espanha de Franco, um romance que nos fala sobre a dificuldade de fazer escolhas nu...

Dos elásticos

Para onde vão as sentimentos que desaparecem? Para o mesmo sítio que as meias e os batons do cieiro e os isqueiros? Onde derivam elásticos de cabelo e tampas de tupperwares? Saberão os seus hóspedes como os apagam quando partem? Memória reset?  Paira sobre nós um céu falso com correntes de sentimentos que se perderam sem que alguém os tentasse raptar, para os quais não houve esforço de resgate, e esse peso esmaga-nos, castiga-nos. Nega-nos que sintamos.  Porque maltratamos os sentimentos que abandonamos. É uma punição em perpétua retroalimentação.  Por isso não percebemos, escapamos à ausência de matéria que nos faz falta.

bloggar

A semana passada tive uma amena e saudável discussão com outra blogger (um espectáculo de pessoa, por sinal) sobre blogs e publicidade, tudo por causa de uma quantas bloggers que não se assumindo como "fazedoras" de publicidade, curiosamente , de repente, em dado momento, todas consomem os mesmos produtos aos quais reconhecem, por coincidência, as mesmas qualidades. Geralmente, aquelas que aparecem nos press release ou nos cds que acompanham as oferendas.  Sempre disse que não fazia publicidade. Tudo o que comento são produtos que uso (comprando), que experimentei ou que gostava de usar. Felizmente, hoje em dia tenho acesso a um paraíso de produtos que tomara a muita fahionista wannabe  e nem mesmo assim carrego o blog com todo o manancial que tenho à disposição.  Também ninguém me pede. Se eu escrever qualquer coisa, sobre algo que eu gosto mesmo muito, agradecem-me  mas não faço parte do Big Bloggers Book. Choca-me? Não. Quem sou eu para tal? Quem sou eu? Pessoa...