Avançar para o conteúdo principal

casinha de horrores

A TVI fez 20 anos, fez a festinha e houve quem esteve ao nivel da coisa.



Rita Guerra, no seu melhor. 

Não, não é um elogio. Só o penteado é um mimo. O cinto, "best". Decote, a cereja. O resto, o normal. 



Iva Palmela. O vestido que faz juz ao nome.



Isabel Medina, pois que está bem.




 Tão feio, tão sem graça, tão sem ponta que lhe pegue, p'los deuses, tão Inês Santos, enfim.



Golden Girls... Lembram-se das velhas bem dispostas do "Sarilhos com Elas"? Na Florida nos anos 80? 

Pois, a Paula, achou que este resto de papéis de embrulho fazia o serviço. Não deve ter ficado lá tão sorridente com a ovação ao casal Moniz. Esta espécie de vestido até perdeu brilho e a laca da melena esmoreceu. Seguramente.




Já começaram as Marchas Populares?




Patricia Candoso, tanto pano, uma racha que se "explica mal" (mesmo! Há ali qualquer coisa estranha), umas ombreiras Vegas Presley na era decadente e uns caracóis de noiva suburbana em pleno Agosto. 

WTF???



A Mafaldinha também deve ter apanhado com restos da tareia do namorado para vestir "isto". Só uma pessoa mentalmente afectada.




No comments. Não consigo. 



Eu nem sei quem é esta Susana Arrais, mas tão mau gosto num momento só, arre! Não quero saber.



Não há explicação para Mariana Monteiro e a "coisa" que a ampara e aquece.



No comments 2. Vou beber um copo de vinho. Mas que orgulhosa que ela está. 



Marina, de louvar... saiu do Parque Mayer e nem teve tempo de mudar de roupa de corista e foi directa para a festa. 

As mamas estão a queixar-se do aperto, mas aguente-se.



É o tom Pantone da estação Primavera-Verão. Mas como não suporto o look sempre vulgar da senhora... paga o justo pelo pecador. 




Sofia Grillo, passou-se!!! Que tamanho de baínha é este? Que cor é esta? O corte do peito faz parecer que as mamas estejam descaidas. E os sapatos... Horror!




Estilo Micaela Oliveira e os vestidos-misto-dança de salão-patinagem artistica!






via fama.sapo.pt/fotogaleria/gala-tvi-20-anos

Comentários

Mary disse…
Meu Deus! Como pude eu perder esta verdadeira constelação de estrelas decadentes?!
teardrop disse…
Tudo em muito bom, portanto...
Mónica disse…
Tudo normalissimo. Podiam ir todos para casa dos segredos de onde sairam. Honestamente.
Chic Maria disse…
Ahah , salão de patinagem , mt bom!!!!
Anónimo disse…
Querida, não ofendas os ilustres cidadãos de Palmela ;)
Mónica disse…
Pois que foi mesmo lapso, é Iva "Pamela". Nem nada contra palmela. Nem apelido nem terra ... Vou pois corrigir :)

Mensagens populares deste blogue

Doidinha para lhes pôr a mão

I nverno em Madrid,  C. J. Sansom   1940.  Madrid encontra-se em ruínas, a fome e a miséria imperam, e uma turba de espiões das grandes potências mundiais invade a cidade, enquanto Franco pondera juntar-se a Hitler na Segunda Guerra Mundial. É nesse mundo de incertezas que desembarca Harry Brett, um ex-soldado recrutado pelos serviços secretos britânicos. A sua missão é descobrir se os negócios obscuros de um antigo companheiro de escola, Sandy Forsyth, envolvem uma reserva de ouro que fortalecerá o governo de Franco.  Entretanto, Barbara Clare, antiga enfermeira da Cruz Vermelha e namorada de Sandy, também se propõe a uma missão secreta: encontrar o ex-amante, Bernier Piper, amigo de Harry e comunista voluntário das Brigadas Internacionais desaparecido nos campos sangrentos da Batalha do Jarama. Quatro vidas cruzadas num jogo perigoso de amor e morte, os segredos e subterfúgios da Espanha de Franco, um romance que nos fala sobre a dificuldade de fazer escolhas nu...

Da perseguição

Será que te lembras de mim? Sempre que alguém se acerca, me consome num abraço pleno, me agarra o cabelo com sabedoria e se dirige aos lábios com a vontade de como se fosse a primeira vez. Será que pensas no meu toque? Quando outrem me roda com volúpia no amarrotado dos lençóis e me puxa para uma confusão de sentidos, intenso cheiro a corpos em batalha, arrepios, suor e gemidos. Será que sentes a ausência da minha presença? Sempre que me aninho no peito de outro para adormecer, já derrotada pelo peso das horas, das decisões, da intensidade da caminhada, da entrega no sexo, e só busco amparo para usufruir da minha solidão. Será que alguma vez vou escapar da perseguição da tua voz, da subtileza como me levantavas do sofá com malicia de quem se ia perder no quarto, da segurança do meu silêncio no teu?  Vou gostar de ti, sempre. Mesmo que todos prazeres do mundo se desenlacem à minha volta, mesmo que não tenhas de mim qualquer imagem, será que alguma vez tr...