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Do abandono sem freio





Rompeu-me os ombros com unhas sedentas e vontade sem freio. Gemeu enquanto me forçava contra ela, trêmula, suada. Arqueava as costas de tesão à solta. 

Silêncio. 

Apenas deixava escapar prazer e pedia-me com os olhos que a fodesse. Mais. Intenso. Forte. Próximo. Profundo. 

Beijava-me com sofreguidão e abandonava-se totalmente, deixava-me tê-la com toda luxuria, guiava em êxtase. 

Satisfazê-la era um desafio. Mamas fartas que se deixavam submeter na voracidade da minha boca. Quadris irrequietos, pernas que se abriam com necessidade. Sem uma única palavra, toda ela puro sexo, delírio, despertar numa trip. 

Fazê-la vir-se era droga no meu organismo a levar-me ao pico e flutuar inebriado. 

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