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mais uma volta ao carrocel


Não podia estar mais perdida na tradução. Raios, até na versão original ando a apanhar chapéus!

Véspera de feriado. Home alone. Um clássico.


Ser vizinha de uma faculdade já não tinha a merdosa desvantagem de ver adolescentes trajados, como agentes mortuários, a toda a hora, como ainda tem a grande vantagem das festas académicas. Eu dispenso, o Moço quer ir, a estrada faz-se andando, portanto, allez, allez que tenho uma árvore de natal como companhia.

Não obstante, coisas que não me agradam neste plano de festas que não me inclui. Desde logo, o conceito "ir a uma festa porque a cerveja é a 0,40€". Coisa de pobre. No mínimo. Sobretudo quando odeio cerveja, o cheiro nauseabundo a cerveja, o sabor a cerveja e tudo que envolva o universo da cerveja. 

Agrava-se a coisa quando o companheiro de cama tem um problema de renite não compatível com álcool, que o transforma numa banda filarmónica da GNR.  

Isto já para não falar da shortmania, isto, é a excessiva concentração por m2 de miúdas de 18 anos de shorts, sem celulite com pernas magras, sem barriga e com mamas decentes (não interessam se são grandes, XXL, médias ou pétits ... eu escrevi, DECENTES, coisa que o meu léxico corporal desconhece há já uns anos), que só precisam que lhes paguem copos. Se amanhã alguma estiver no MEU sofá (sim, é meu!) vai direitinha parar á piscina de Melrose Place (quécomoquemdiz, ao cimento*).



* a esplanada foi oficialmente promovida a Morangos com Açúcar.





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