Avançar para o conteúdo principal

Soutiens & Relações

Eu e a Aeromoça fizemos uma descoberta humilhante (pra' mim, claro está) e ela ainda não recuperou do choque. Um soutien meu tapa-lhe o rabo: cada copa preenche uma nádega dela. 

Assustador, não? Sobretudo porque duas gajas com mais de 30 anos se põem com estas ideias e só uma delas estava de copo de vinho tinto na mão (neste caso, eu).

Ou seja, é assumido que ganhei proporções miseráveis. Míticas. Mais um pedacinho, estou passível de ser privatizada. Essa é qu'é essa!

Não obstante, até agora o moço não me abandonou. Ok, sou eu que estou em casa dele, tecnicamente seria estúpido ser ele a remar para longe mas pra' já ainda não ganhou forças para me empurrar daqui pra' fora. Mas tem andado a correr todos os dias, se calhar está a preparar-se para essa espécie de "Querida, mudei de Ideias".

No meio deste cenário de catástrofe corporal, continuo a ter uma relação gira. Escorpião e egoísta a la gajo, arredio nos presentes, mas é uma pessoa mesmo catita. E temos a thing goin' on há quase 10 anos. Novamente, assustador! Porém, com os seus altos e baixos (agora quer que eu desmanche a árvore de Natal, onde raio se viu isto?!), e ainda que sempre com uma pitada de critica (nunca pode passar sem ela, é um bom namorado. 

Esta "ganda" volta porquê? 

Soube hoje que uma mulher que eu conheço (a C.), parva de gira e podre de boa, daquelas que dá vontade de atropelar vezes sem conta, está numa fase de merda. Namorava há quase 7 meses com um médico todo pipoca, cheio de mimo e simpatia (vi-o uma vez e fiquei bem impressionada, cheiroso e divertido), que "caía" lindamente. Separado, sem filhos, mantinha uma relação cordial com a ex e estava muito motivado nesta relação com a C. Nas vésperas de um fim de semana a dois (coisa rara porque estava sempre de banco), o mister comunica que afinal já não iam de férias porque ele e a mulher estavam a pensar voltar a viver juntos até porque ela estava grávida de 4 meses.

Oi? Desculpa? Importas de repetir? Podes-me explicar em que ponto é começas e acabas por ser  um cabrão ou és só mesmo assim? 

Isto não é NORMAL! A C. está péssima, claro, como seria de esperar. E o cabrão, respira, ainda. Pior, vem aí uma criança, gerada por um cabrão destes. 

Há coisas que esta Popota nunca vai entender.

Comentários

Anónimo disse…
Ontem, soube que um casal que conheço se vai separar. Ele terá decidido ir viver com a 'menina da limpeza' que lá ia acasa limpar. Via uma vez. Ar do leste (ucraniana?) e atraente. Ela soube que Ele já andava naquilo há coisa de 2 anos. E o irmão dela, onde a tal 'menina da limpeza' também ia a casa limpar, já a tinha alertado para um perigo iminente, pois segundo ele, a menina já teria uma vez tentado alguma coisa com ele. Complicado. De facto, «em que ponto é começas e acabas por ser um cabrão ou és só mesmo assim?». Mas pela coisa, muito me engano ou Ele também terá sido enganado nisto, devido a intenções duvidosas da menina.
Há coisas que nunca são para entender :)

Mensagens populares deste blogue

Doidinha para lhes pôr a mão

I nverno em Madrid,  C. J. Sansom   1940.  Madrid encontra-se em ruínas, a fome e a miséria imperam, e uma turba de espiões das grandes potências mundiais invade a cidade, enquanto Franco pondera juntar-se a Hitler na Segunda Guerra Mundial. É nesse mundo de incertezas que desembarca Harry Brett, um ex-soldado recrutado pelos serviços secretos britânicos. A sua missão é descobrir se os negócios obscuros de um antigo companheiro de escola, Sandy Forsyth, envolvem uma reserva de ouro que fortalecerá o governo de Franco.  Entretanto, Barbara Clare, antiga enfermeira da Cruz Vermelha e namorada de Sandy, também se propõe a uma missão secreta: encontrar o ex-amante, Bernier Piper, amigo de Harry e comunista voluntário das Brigadas Internacionais desaparecido nos campos sangrentos da Batalha do Jarama. Quatro vidas cruzadas num jogo perigoso de amor e morte, os segredos e subterfúgios da Espanha de Franco, um romance que nos fala sobre a dificuldade de fazer escolhas nu...

Dos elásticos

Para onde vão as sentimentos que desaparecem? Para o mesmo sítio que as meias e os batons do cieiro e os isqueiros? Onde derivam elásticos de cabelo e tampas de tupperwares? Saberão os seus hóspedes como os apagam quando partem? Memória reset?  Paira sobre nós um céu falso com correntes de sentimentos que se perderam sem que alguém os tentasse raptar, para os quais não houve esforço de resgate, e esse peso esmaga-nos, castiga-nos. Nega-nos que sintamos.  Porque maltratamos os sentimentos que abandonamos. É uma punição em perpétua retroalimentação.  Por isso não percebemos, escapamos à ausência de matéria que nos faz falta.

bloggar

A semana passada tive uma amena e saudável discussão com outra blogger (um espectáculo de pessoa, por sinal) sobre blogs e publicidade, tudo por causa de uma quantas bloggers que não se assumindo como "fazedoras" de publicidade, curiosamente , de repente, em dado momento, todas consomem os mesmos produtos aos quais reconhecem, por coincidência, as mesmas qualidades. Geralmente, aquelas que aparecem nos press release ou nos cds que acompanham as oferendas.  Sempre disse que não fazia publicidade. Tudo o que comento são produtos que uso (comprando), que experimentei ou que gostava de usar. Felizmente, hoje em dia tenho acesso a um paraíso de produtos que tomara a muita fahionista wannabe  e nem mesmo assim carrego o blog com todo o manancial que tenho à disposição.  Também ninguém me pede. Se eu escrever qualquer coisa, sobre algo que eu gosto mesmo muito, agradecem-me  mas não faço parte do Big Bloggers Book. Choca-me? Não. Quem sou eu para tal? Quem sou eu? Pessoa...