A última sessão de Marilyn Monroe
Tenho verdadeira pancada pela Marilyn. A vida e a morte dela, o ecrã cheio que deixava como rasto, a beleza sensual e desejada, a "apetência" pelo abismo, tudo combinado, atrai-me para a personagem e para a pobre Norma Jean.
Em 1962, ano em que a diva morreu de uma overdose de barbitúricos, Bert Stern, fotógrafo com créditos na publicidade, foi o último homem a fotografá-la. Várias garrafas de champanhe Dom Perignon de 1953, muita paciência, três dias e três noites de trabalho para que Marilyn se despisse na suite 261 do Hotel Bel-Air, em Los Angeles.
Ao todo, o fotógrafo captou 2571 imagens da actriz. Desses milhares, Stern escolheu 60 para uma exposição: "Marilyn Monroe - A última sessão", inaugurada em 2006 em Paris.
A exposição sabe a pouco. 60 fotos é um acervo mínimo. Porém, nelas nota-se já no seu rosto marcas de uma infelicidade que se prolonga e de um olhar de desistência.
Quis trazer o livro mas não havia Multibanco (não se entende!) e a minha companhia não me emprestou dinheiro. Lá vou ter que ir à Fnac.
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