domingo, 23 de março de 2014

Organismos Unicelulares ...

"alimentam-se" de pequenos prazeres (no pouco tempo) quando não estão a trabalhar (como é o caso!).





Filme para incomodar, para gerar desconforto, que nos deixa sem conseguir estar sentados. Um filme que não é para quem não se gosta de ver ao "espelho". 
A ultima cena, explica tudo. 



Por fim, TV Cine Séries. YES!




National Geographic, às 2ª F


A rever. O Original. Só este interessa. 



De volta. Gente estranha. Dia 25!







sábado, 22 de março de 2014

Questões ÜBER pertinentes

Dado o "desinteressado" e subito amor que a blogosfera despertou pelas Paez, deito as minha fora? 

Conforto vs. associação a moda de carneirada recomendada por gente-que-benza-deus?

Duvidas, a minha vida são duvidas! 

quinta-feira, 13 de março de 2014

Crónica de um caos anunciado

Email: ok! Ah, e tal, não basta ter internet em casa e ser cliente zon, esqueci-me de associar a minha conta de email zon à minha conta de cliente zon! Arrrrghhhhh! Tekkies d' um raio. 

Conta iCloud: ok. Activada. E todos dispositivos Apple na paz do senhor. 

Cartão do Cidadão a caminho do seu ocaso mas habemus passaporte pois que posso viajar. E, com calma, fazer um novo. 

Ora, portanto, então o que calhava mesmo bem? Pois, era o cartão de credito ser alvo de pirataria e sacarem-me dinheiro. Bom, mas bom. Assim, de repente, pqp. 

domingo, 9 de março de 2014

Afastem os electrodomésticos

Oito horas na Loja do Cidadão não haviam sido suficientes. Oito horas para fazer um miserável cartão de cidadão. O sistema lento, qual ritmo subsahariano, aparentemente com falhas informáticas, tentava os instintos agressivos de qualquer sanidade mental. Um número antes do meu, o sistema morreu de vez. Um dia inteiro perdido, de uma inexistência absolutamente inútil, sem qualquer consequência e os nervos em franja. Informações pertinentes, em tempo real, não existem em espaços de atendimento ao publico. Ninguém sabe nada (é um falha nacional restrita a Lisboa, faz sentido ir a outro sítio?), ninguém avisa, nada. Só estamos ali para esperar, refilar, mas baixinho para não incomodar ou voltar no dia seguinte. 

Depois de um dia inteiro de loucura informática para começar o fim de semana, desde ontem o email deixou de funcionar. Porque as credenciais de autenticação não são reconhecidas. Segundo a Zon, a minha conta não existe (oi?) apesar de receber emails. Como sou Apple coherent, ligar para a PC Clinic por causa das configurações. Mas que não, não, não tem a ver com as configurações, porque é comum ao telefone, iPad, ao mac, nem o webmail reconhece a password, é pois um problema do servidor da Zon. A primeira linha da Zon desconhece qualquer problema de servidor. E eu farta de os ouvir. Estou com otite, com dores de garganta, estou farta de stmpa, de passwords, de problemas técnicos, e continuo sem que nada funcione, sem que resolvam alguma coisa. Até amanhã as 11:07 (precioso), alguém vai ligar.

Para rematar, a minha conta da ICloud foi desactivada. Porque não sei as respostas as perguntas de segurança. 

Se virem um microondas a voar, não se surpreendam. Fui eu que o liguei. Quando queria apagar a luz. 

sexta-feira, 7 de março de 2014

Chamados à secção de mercearia

Belmiro quando falou da produtividade dos trabalhadores portugueses estava especificamente a pensar na equipa do Continente do Colombo que catalogou mal um tronco de chocolate (vá, acontece!)   e, perante a chatice de ter que ir confirmar o preço, atirou um doce, para outra secção, levando clientes e uma funcionária da caixa ao desespero. 

Deve ter sido isso.

O Belmiro devia estar lixado. Eu sei que estava. 

terça-feira, 4 de março de 2014

Não, não gosto de carnaval.

Porém, trabalhar num dia em que seria de "folga" (feriado que não é feriado é um conceito que me ultrapassa) permitiu um excesso. 

E foi... Magnífico. 


domingo, 2 de março de 2014

Resumo da jornada

4 horas de "porrada" emocional. Dois bons filmes. Ou uma a minha queda por filmes por tristes com histórias bem contadas. 



Um argumento brutal. Uns diálogos do caraças. E uma linguagem corporal fulminante quer da Meryl Streep (a mulher não precisa de dizer nada, só o revirar de olhos ou a forma como agita o cigarro contém todo o desprezo e desdém e condescendência malévola pelos que lhe são próximos) quer das actrizes que fazem de filhas (as trocas de olhares revelam sempre a raiva e o medo da farpa seguinte). 




Uma banda sonora fantástica. E um filme inteiro a chorar. Quem tem filhos, não vá ver.