domingo, 2 de março de 2014

Resumo da jornada

4 horas de "porrada" emocional. Dois bons filmes. Ou uma a minha queda por filmes por tristes com histórias bem contadas. 



Um argumento brutal. Uns diálogos do caraças. E uma linguagem corporal fulminante quer da Meryl Streep (a mulher não precisa de dizer nada, só o revirar de olhos ou a forma como agita o cigarro contém todo o desprezo e desdém e condescendência malévola pelos que lhe são próximos) quer das actrizes que fazem de filhas (as trocas de olhares revelam sempre a raiva e o medo da farpa seguinte). 




Uma banda sonora fantástica. E um filme inteiro a chorar. Quem tem filhos, não vá ver. 


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