sexta-feira, 30 de setembro de 2011

(Texto sem titulo)


Acordaste de modo pacifico enquanto o Sol se aventurava pelas frestas da janela mal fechada, soltaste um braço da lisura do lençol de linho e esfregaste, ao de leve, os olhos tentando trazer à tona as recordações mais recentes do que foi feito antes de teres despertado. O vazio bailava no quente dos teus olhos negros... não te lembravas de nada, estavas perdido como era teu costume pelo amanhecer. Bocejaste baixinho e aninhaste-te mais um pouco.

Observei os teus movimentos pela nesga de espelho que conseguia vislumbrar da cómoda e deixei-me estar quieta, com medo que desses por mim, que te espantasse. Quase não respirava só para que a minha presença não fosse descoberta, estando ali mesmo ao teu lado, colada a ti pela imobilidade dos dois corpos, no silêncio do quarto interrompido pelo temor acelerado do meu ritmo cardíaco.

“Bom-dia”, disseste em tom calmo adivinhando os meus receios. Suspirei, mas custou devolver-te a resposta. Que tonta, é fácil de dizê-lo agora, mas naqueles segundos era-me tão difícil encarar-te. Lembraste? Foste tu o próprio que retorquiste através de um abraço espontâneo e um beijo algures nos meus cabelos desalinhados pelas costas nuas. “Sei que estás acordada, quando dormes não páras de te mexer!”. Senti-me estúpida - há quanto sabias que te estava a observar refugiada no subterfúgio de um aparente sono? Encostaste-te a mim, tentando dar vida ao meu corpo tenso. Acho que perdi por breves instantes a razão e vi-me a levitar nos teus braços, entre ondas de um mar que comparavas sempre aos meus olhos. A felicidade pode ser percepcionada, vista com tanto realismo e intensidade que é por aí que nasce a nossa insatisfação natural - conseguimos, por vezes, ver com uma clareza cruel o que nos enche as medidas mas temos que viver uma outra realidade tão distante do que nos foi ofertado como visão. O desfasamento é um castigo para crimes que não cometemos.

Ficámos assim embalados muito para lá das horas convencionais, sem carícias ou palavras, apenas com a imaginação solta, a correr livre por caminhos que não eram os nossos. Não sei porque tanto te quis quando tu por mim não tiveste de lutar. Desculpa, sei que sou egoísta, mas não acho justo que me ocupes todo o espaço e a mente sem que o retribuas da mesma maneira. Acho que empatámos porque descobri que sou mais forte que tu... É verdade, não consegues reparar? Sobrevivo melhor ao embate de te ter sem que me queiras enquanto tu procuraste em mim o refúgio que noutro horizonte te escapou. E a mim, quem me consola sem pedir nada em troca? Quem me compõe de ar e força em abnegação pelo meu pulsar? Pois... percebes agora como sou mais desprendida, mais sofrida por calculismo e racionalismo de perceber as coisas para além da camada de ouro e rosa com que se pinta a vida que se quer cómoda, segura e certa?

Soltei-me do teu longo abraço e procurei conforto numa velha t-shirt que me lembrava todo um capítulo em que tu não entravas, em que não tinhas arrebatado o protagonismo das cenas e em que eu tinha estado muito mais tranquila no mundo que criara como existência. Estava farta deste constante caminhar para nada apesar de ambos fingirmos que algo nos esperava no fim da plataforma. Mentiras? Não, andávamos a errar connosco porque não sabíamos o que mais havíamos de inventar para que não ficasses sozinho e eu não ficasse sem ti.

Escondi-me na banheira, tranquei a porta com medo que te aproximasses, olhei a tua roupa em redor e senti-me sufocada. No quarto as nossas músicas ecoavam acompanhadas pela tua voz matinal, ainda rouca da noitada. Deixei o corpo escorregar pela parede fria, isolei-me no canto mais escuro e encolhi-me contra os joelhos com uma força desmesurada e para lá de qualquer lógica. Assustavas-me com a tua proximidade, com o modo casual como encaravas a nossa comunhão, como te tinhas adaptado a mim como se fosse a tua única esperança quando eu apenas queria que olhasses para mim da maneira mais simples do mundo, sem eufemismos nem expectativas, apenas por ser eu a tua substância, a tua matéria, as tuas circunstâncias.

Não sei quanto tempo estive ali abandonada às minhas contemplações existenciais, revi tudo em câmara lenta, chorei em tom dolente, arrependi-me de tudo o que contigo partilhei, senti vergonha de tanto tu em mim estares colado como segunda pele. Parecia estar anestesiada pela dor, a ressacar de uma dose letal da droga que escolhi para substituir a pujança do meu ego, o vicio do café, a nicotina relaxante, a amargura do álcool.

Estava certa que não te queria a meu lado, que eras maldição milenar que me corroía sem estancar, que me atirara para uma mutação que não conseguia controlar, assustava-me a mim própria ter-te por perto. Invadiste os meus pensamentos com o toque das tuas mãos nos meus ombros em massagens lentas que me esvaziaram progressivamente das forças, anularam resistências, arrastaram-me sem pudor, em entrega sem retorno. O meu súbito «não» soou a ameaça, a loucura, a apelo, a ordem, a demência. Ficaste a mirar-me de modo incrédulo, devo ter gerado o terror que se estampara no teu rosto que a cada novo olhar me atordoava. «Não», repeti agora já num modo menos repentino, mais assertivo, mais ciente que te estava a colocar para fora de mim, que te estava a abandonar à tua sorte. Sim, tinha que ser eu a sarar a ferida que começava a propagar sempre que me tocavas, sempre que sorrias, sempre que te mexias por entre os meus gemidos, sempre que me amortecias em cada queda na alcova.

Não dei por partires. Será que ainda ficaste à espera que fosse à janela gritar por ti? Será que morreste um bocadinho ou seguiste em frente aliviado? Ainda me achas doida? Acho que ouvi a porta a bater, mas também podia ser um trovão a irromper pelo céu para me fazer companhia agora que a casa voltava a estar vazia de ilusões. O remoinho da solidão percorreu-me e integrou-se de novo na minha alma de onde eu pensei um dia tê-lo expulso. Não me lembro de ter chorado... viste  alguma lágrima a amaciar-me as faces ou saíste sem me ver pela última vez? Recordas-te ainda de mim ou a brisa da liberdade devolveu-te a sanidade, aniquilando a minha fugaz memória?

Penso que demorei a levantar-me e a sair do esconderijo, tardei a rever-me como sou, mas não dei logo pela tua ausência, a não ser que aquele aperto que me afagava os suspiros fosse um sinal da falta que me fazias. Os dias continuaram a ter todos os segundos que são suposto ter, a televisão mantêm-se inalterável, os livros contam as mesmas histórias que todos conhecem, as noites são iguais pelos antros que sempre frequentámos. Nada mudou com excepção que te fizeste à estrada e eu de ti não me consigo libertar, por ti como sofro, para ti abdiquei do que me oferecias e sem ti sei que terei que enfrentar sem perdão o mais triste dos quotidianos. Um dia pode ser que percebas porque o fiz...

Drops of Bliss



Creio que assim as ideias fluem melhor. O conforto da poltrona inspira-me





Pormenores. Delicadeza. Maravilhoso.



Até fazia uns scones e um chá!



Oh Glorious Days!

amar portugal

É preciso muito esforço. Tem que ser. 

Ah, e tal, praias, doçaria, o Benfica, pastéis de Belém (categoria à parte), pôr do sol no Guincho, o Douro, tudo catita mas 3 nomes e 3 nomes apenas, para estragar tudo:

- Alberto João Jardim (há anos que lhe desejo a deportação num daqueles barquinhos dos fugitivos de Cuba, mas assim de repente é um movimento colectivo de "ah, surpresa, não só é um mal educado, como é um ladrão e mentiroso! Ah, quem diria!")

- Dias Loureiro (oi? quem? o que fez? amigo de quem? conselheiro de quê? país sem acordo de extradição? BPN o quê? OBRIGÁ-LO a voltar? Nahhhh! Sô Silva, não deixa e é o presidente desta espécie de junta de freguesia miserável).

- Duarte Lima (que saudades do Grissom a tratar da parte da parte forense na hora - os zucas são mái lentos que sei lá -, a equipa da Lei & Ordem a construir o caso, sem hesitações e a levá-lo a julgamento, mas com o Alan Shore na acusação, sem linguagem hermeneutica do século passado e sem levar 5 anos a ter um veredicto).

Digam-me, como é possível olhar com perspectiva de helicóptero para esta tristeza e achar que sim, que vamos superar, sobreviver e ser do melhor. Esqueçam.

Story of my life XII

na verdade, estou lá (7)

Creekside Villa

Creekside, Whistler (BC), Canada 










quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Produtos fétiche outono 2011

Apesar da forte contenção de tostão, a Armani Cosmetics faz-me sempre a atenção de convidar para uma sessão de maquilhagem com os novos produtos da estação.

Adoro as mãos de fada da Simone que é uma querida e tenta desesperadamente que eu me renda ao baton. Em vão. 




Esta estação, produtos estrela que me falaram ao coração e que acho divinais:


Jacquard Eye Palette - Grey Eye



Blushing Fabric (cor Camel). 
É maravilhoso. Blush liquido, tipo base. Resulta melhor com o pincel adequado mas pode ser aplicado com os dedos



Se tudo na vida fosse como a maquilhagem, um aliado e um reduto de paz de alma. 


Vou deixar de comprar a Sábado. Ámen.

A Sábado tem uma linha editorial, para o formato newsweek, digamos... criativa. Mas esta semana, excedeu-se. 

A revista decidiu dar tempo de antena, com acompanhamento jornalistico de vários dias, a uma tal Leonor Ribeiro e Castro, mãe de 13 filhos e maluca dos cornos de profissão. 

Pois, esta "senhora" lidera um movimento anti aborto a modos que ultra conservador e pró extremista. Um benemérito DEU-LHES (de valor, era dar esse dinheiro para associações que apoiam quem necessita mas ... tudoooooo bem!) uma casa em frente à Clínica dos Arcos (o abortadouro espanhol, como lhe chamam, já se vê o nível) que serve de quartel de general para a tal Leonor e seus seguidores, desocupados, que de 2ª a 5ª feira fazem campanha. Revezam-se, e enquanto uns rezam non-stop pela salvação deste mundo e do sistema planetário, os outros estão na rua a tentar impedir que as mulheres entrem, com a missão de as demover do aborto. 


Na lógica democrática, estão no seu direito, mesmo com alguma "agressividade" na tºactica argumentativa. Julgo mesmo que aquela coisa de, em democracia, a liberdade de um acabar quando viola a liberdade do outro, ser algo esquecida naquele caso mas se as pessoas não se queixam, a maluca por lá se mantém. Há um rol de anos! ASSUSTADOR!

Aliás, tudo é muito "Mentes Perigosas". 

A mulher, tão católica, tão católica, mas louva a violência doméstica, entendida no contexto da comparação do potencial homicidio igual a aborto. Ou seja, manifesta o seu agrado pela ainda existência de homens como um em particular que deu uma tareia à companheira, em plena rua, quando descobriu que ela abortara, pois se "matas um filho meu, que me podes matar a mim". É uma lógica perfeitamente óbvia e justificável para um acto de viril violência, aceitável aos olhos de qualquer pessoa de bem. 

A sério, a mulher é mesmo demente. A certa altura, ela segmenta as mulheres que se dirigem à clinica: 

a) as "putas": que dormem com todos
b) as "alccolicas e drogadas",
c) as "empurradas": obrigadas a abortar mas só em alguns casos obrigadas por homens (não percebi) 
d) e as "facilitistas": as que "querem ir para a neve ou que querem continuar a ir à Benetton".

Estão a ver como o cérebro da tipo caramelizou e ela não percebeu? Já ninguém quer continuar a ir à Benetton desde 1990!!!!

Casada com o Presidente da Associação Nacional de Famílias Numerosas preocupa-me as vezes que achei que de facto faziam a diferença, pois se há uma aposta na família, há que a sociedade retribuir de alguma forma dado o oneroso que é ter tanto filho. 


LIVRA! Ninguém me avisou que era "ide, fazei o amor, multiplicai e criai uma seita de maluquinhos como vós!"

É que não estamos a falar de uma pessoa anti aborto que publicamente manifesta a sua opinião. Não é uma pessoa que tem a sua fé e que nela encontra o alento e a paz do seu lado espiritual. 

Estamos a falar de uma desequilibrada, rodeada de pessoas tão doidas quanto ela, e a criar uma prole da mesma natureza. 

Eu tenho medo de gente assim. 


Não é respeito, nem tolerância, nem indiferença. Medo, mesmo. 

Porque não é uma questão de fé. São pessoas que se enchem de santos e santinhos, que rezam 18 horas ao dia, que se arrastam de joelhos, que vivem rodeados de velas não aromáticas, de postais de papas, que citam a bíblia. Que vêem o Diabo em todo o lado. E que se consideram abençoadas por deus, são a sua continuação na terra dos impuros. 

Tenho ME-DO de beatas e pios com a mania que possuem carta branca de deus. Que têm linha directa a jesus. Acho-os uma bomba ambulante. Esqueçam medo: pavor. 


Esta noite vou ter pesadelos com esta cabra maluca. Há poucas coisas que me dão insónias. Estas beatices doentias, são uma delas. 

Duvido que compre a Sábado tão depressa. 

Story of my life XI

Zero bom senso

O que leva pessoas que são speakers em conferências, afamados empresários e professores catedráticos, a lerem o jornal ou escreverem sms enquanto outros conferencistas fazem a sua apresentação?

O jornal!!!!

Sinceramente!

Wishing Upon a ☆ ≠6

Ou como esperar pelo D. Sebastião




IT Girl(s)

O termo IT Girl é sempre ingrato. Dá a sensação que uma pessoa é um restaurante, uns sapatos, um perfume ou um cocktail.

As IT Girls  representam todas as mulheres (geralmente mais nos seus 20's, inicio dos 30, máximo!) que detém "aquela" qualidade -"It"- que exerce sobre os demais uma forte atracção.

O que hoje é visto como o supremo gesto de futilidade, deriva de uma utilização original de um laureado pelo Nobel, Rudyard Kipling, escritor inglês afamado que num conto, "Mrs. Bathurst", em 1904 introduziu o conceito de "It":

"It isn't beauty, so to speak, nor good talk necessarily. It's just 'It'.

Em 1927 a expressão ganhou visibilidade de maior dimensão com o filme It, protagonizado pela actriz Clara Bow, considerada a primeira IT Girl.

Hoje em em dia, IT Girls há muitas. Cada criador tem as suas musas que o acompanham indefectiveis, cada grupinho de amigas socialites, actrizes, cantoras, modelas, consoante o olhar de falcão e o interesse dos editores de moda.

Para mim, uma IT Girl é alguém com joie de vivre e que se diverte com a moda. Não em comprar tudo o que é tendência ou nova colecção, mas a descobrir acessórios, a misturar estilos, adaptando-se às circunstâncias, mantendo um denominador comum que traduz o seu modo de estar, adequado às subtilezas do seu estado de espírito. Alguém que não deixa de ser quem é em prol do "que está na moda". Só porque sim.

Vai daí, gosto muito do género desta sempre-a-rir Viviana Volpicella, Assistant Fashion Editor da Vogue Japão, espécie de braço direito de Anna Dello Russo.

Tem um look contemporâneo, elegante, usável, mas muito "cool". Acho que tem imensa pinta!!!


StreetStyle20110403_02
















quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Houston, we have a problem

Há dias em em que dá vontade de mandar o feminismo ali tomar um capilé e ser podre de boa, gira a valer e ter o ego do tamanho do buraco da divida da Madeira, única e exclusivamente porque se é podre de boa e porque qualquer trapinho cai bem e porque uma pessoa se sente... podre de boa.

Depois da ego-trip, uma gaja cai na real e depara-se com a realidade: honestamente falando, não entro em lojas porque não consigo comprar nada que me sirva excepto na CA XL ou afins (mental note: não voltar à Benetton do Campo Pequeno: a) não devolvem dinheiro em caso de troca e 45 minutos depois tive que entregar umas calças e trazer roupa de criança para oferecer; b) a variedade da loja é péssima face à do Chiado; c) bom ambiente para uma crise de choro subsequente).

E esta conversa toda porquê? 

Primeiro, e principalmente, porque assim, de repente... 

11.000 visitas. Oba! Oba! Oba!


Até se me passou a neura semi-crónica. Fiquei tão surpreendida que fiquei sem fala. Mais, uma vez, muito obrigada. O coraçãozinho até fez um ar comovido. Citando calão angolano, "bate bué"!

Em sequência, e desde que atingi os 5.000 pageviews, que digo que vou comemorar no Santini, coisa que NÃO se concretizou. Agora, apetecia-me mesmo celebrar! Percebem o dilema????

E isto encaixa directamente numa conversa nocturna doméstica que tivemos cá em casa (naqueles momentos de família em que se desliga a TV e fala-se, coisa estranha!). Por incrível que pareça, estávamos de acordo (medo............): as pessoas mais bonitas e atraentes têm, à partida, muitas mais oportunidades. Mesmo que as fontes de oportunidades, em 150 oportunidades, ao fim de 5 minutos, se tenham deparado com 148 flops, vão sempre manter a mesma lógica na atribuição de oportunidades. É algo inconsciente, vá (concedamos).

Entretanto, lá conseguimos discordar num ponto. O Moço insistia que os atraentes, só por tal, projectavam uma auto-estima que reforça as suas qualidades aos olhos dos demais. Tenho para mim que há muito boa gente bonita e desejável que é um poço de insegurança e não emanam uma atitude dominadora. O que não quer dizer que os demais não os percepcionem, por serem "belos", automaticamente como seguros de si. Mas essa é uma construção de outrem, não é uma caracteristica do receptor priveligiado de oportunidades. 

Conclusão: 

1) Não saberei o que será uma oportunidade nem que ela me cai em cima com uma mega "BANG".

2) Perante uma oportunidade, reconhecida como tal, antes que abra a boca, já levei com várias entradas a dois pés à Fernando Couto da categoria socialmente desenvolvida d' Os Atraentes (lei dos mais fortes, para citar o Moço a citar Darwin sobre o MEU falhanço). 

3) Como vou alambar-me ao Santini, mesmo sendo por razões que me deixam tão Happy, Happy? ☀



Museu Gucci Florença - A FESTA

Raiosm'partam se esta gente não faz mais nada do que andar em festas e rambóiadas. Livra. Nem jet lag, nem preço das viagens, nem crise! Nada?!



Frida Giannini
By GUCCI, Spring 2012 Collection



Charlotte Casiraghi
Vestido verde esmeralda com franjas. Ok, passa mas não é fantástico. E o cabelo não ajuda. Não sei, não houve "click".



Poppy Delevigne
Tão giraaaaaaaaaaaaa. A mula! Total nude look. Elegante. 
Top, Top.



Camille Belle
Clap, clap. Top dourado de paillettes e saia preta. Classy!



Gemma Arterton
Blusão de cabedal curto bege com saia envelope preta. A doutrina pode dividir-se pela semi-informalidade mas moi même gostou! Nada fica mal a esta tipa, bolas!


via Vogue España


E agora, vamos a tréguas, sim? 

Menos festas e trapos giros que queria ler uns livros, se me deixarem, ok, meninas?

Agradecida

Museu Gucci Florença - Chique a valer









Ao fim de um ano a comemorar o 90º aniversário da abertura da sua primeira loja, em Florença (pela obra de São Gucci, literalmente!!!), a Gucci culminou o party-movement ao organizar uma mega festaça para inaugurar o Gucci Museo situado no interior do histórico Palazzo della Mercanzia, na Piazza Signoria (em Florença, já se vê!).


Com 3 pisos, o museu está organizado por diferentes salas temáticas inspiradas nos símbolos emblemáticos da Casa.


No 1º andar estará patente uma Exibição Permanente, com base no seu acervo cultural, aumentado ao longo dos anos, e em paralelo terão lugar Instalações Artisticas contemporâneas suportadas pela Pinault Foundation. 









Como complemento aos espaços de arte existirão uma loja dedicada à Icon Collection (com carteiras como a New Jackie ou a New Bamboo, os mocassins clássicos, o lenço Flora, tudo produtos concebidos com cores ou detalhes que os tornam exclusivos do Gucci Museo), uma livraria (explorada pela Rizzoli), um café e uma loja do museu (adaptada a "esta" realidade, ou seja, nela vão-se vender produtos exclusivos e de colecção, sob a marca do Museu, como sejam capas para IPhone ou IPad, velas, estacionário da marca, postais, chocolates, etc.).


No 1º andar, vão conviver a sala Flora World, a sala Evening ("tesouro" dos vestidos de cerimónia e de alta costura), a sala Precious (clutches únicas e jóias) com o Contemporary Art Space e uma sala adjacente com filmagens e projecções de arte cinematográfica. Nesta sala multimédia serão, ainda, apresentados filmes de referência que a Casa Gucci ajudou a recuperar em colaboração com a Martin Scorsese’s The Film Foundation e documentários cuja finalização foi financiada pela Casa Gucci através do Gucci Tribeca Documentary Fund.


No ultimo andar, coabitam 3 temas: Logomania, um espaço que testemunha a  evolução do monograma em duplo G, símbolo icónico da Itália moderna; Lifestyle e Sport, ambos fazendo um trajecto pelos produtos e símbolos da marca que foram inspirados nestas duas temáticas. 



O Museu abriu portas ao publico, hoje, dia 28 de Setembro. 50% do preço de cada bilhete (6 euros) reverte para o Fundo da Cidade de Florença em prol da manutenção e restauro da arte existente na cidade.


Infelizmente, nunca fui a Florença. E gostava muito de conhecer a cidade. Calculo que não o farei antes do 95º aniversário da marca, se for mesmo muito optimista, nem do 100º aniversário, já no melhor dos prognósticos. Esta será uma excelente razão para ir logo, quando me sair o Euromilhões.