segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

estou de olho em vocês

LINCOLN
Realizador, Steven Spielberg.
Actor principal, Daniel Day-Lewis.
Terá que ser mesmo muito mau, para ser remotamente mau. 
Já vi a apresentação e o Daniel Day-Lewis está, como de costume, arrepiante. É brutal. 





THE GREAT GATSBY
Já não bastava adorar o livro; ter passado a ser admiradora do Di Caprio (mérito dele que evoluiu); e gostar muito quer da Carey Mulligan quer da Isla Fisher (Sasha Cohen, really? Why???); como ainda por cima o realizador é Baz Luhrmann (Moulin Rouge); e, por fim, a estética (decor e guarda roupa) promete uma festa de sentidos. 

Gosto de Fitzgerald. Ponto.








Untitled Terrence Malick Project 


A estrear algures em 2013.

Com este elenco, uma pessoa saliva...







Na verdade, estou lá #64

WYTHE HOTEL 
80 Wythe Ave. at N.11th Williamsburg,
Brooklyn, NY














via wythehotel.com

domingo, 30 de dezembro de 2012

Dias tristes

Há dias em que nada que façamos apagam o vazio, a tristeza, a saudade
Hoje é o dia

wishing upon a star ≠ 46



Vale d’Oliveiras Quinta Resort & Spa
Carvoeiro, Algarve

















www.valedoliveirasresort.com

True story

Estar acordada é, por vezes, uma dor.



sábado, 29 de dezembro de 2012

tal como é

Há pessoas que sonham toda uma vida com o dia em que vão dizer o "sim" rodeadas de tule branco, sininhos e o pacote de princesa completo. Há pessoas que não conseguem viver sem ser amando intensamente, sempre. Há quem não conceba estar sozinho(a) e prefira adiar o fim de uma relação que angustia a ter que deparar-se com a solidão. E quando, por fim, por coragem ou porque outrem assim o decidiu, se encontra livre, pensa que o mundo vai acabar (sem premonições maias) antes que venha outra paixão inflamar os sentidos e só sossega quando rapidamente encontra um novo porto de abrigo, mesmo que a celeridade seja inimiga do discernimento. Há pessoas que buscam apenas a estabilidade de um lar a dois, depois a três, quatro ou quem sabe, a cinco, consoante a prole que venha, e que o orçamento doméstico permita. Há pessoas que fazem do seu desígnio construir um património familiar vasto, um núcleo grande que se prolongue por gerações. Há pessoas que desde cedo ganham consciência que não são dadas a amarras e a rotinas e não conseguem lidar com os traços que uma relação duradoura transmitem. Há pessoas que não encaixam nos contornos da monogamia. Há pessoas que não estão disponíveis para dar-se e transformar-se em função de um ser gerado por si, parte de si e a si para sempre irremediavelmente ligado. 
E há quem queira apenas sentir "Uau!". Surpreendido. Esmagado. Por uma fracção de segundos, ou em cada sopro. 


Live & Learn



quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

perdeu-se uma espia


Claramente.

Se somarmos a isso, a boa memória, sobretudo visual, a atenção aos detalhes, e o instinto apurado ... FBI & CIA, your loss!

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

All about myself

Ponto.


Questão

Pai Natal, ainda passas cá por casa esta semana?

Uhm... Bem me parecia que não. Este ano foi a modos que um desconsolo. Fui assim tão má pessoa, porra?

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

consta que é Natal


Eu e o Ryan vamos treinar o On e Off... Apaga, acende, apaga, acende

Obrigada, Marta pelo presente.



All I want(ed) for Christmas




(basicamente, era não estar aqui)

em modo de revolução

"Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se achá-lo, segure-o!
“Circunda-te de rosas, ama, bebe e cala. O mais é nada”. 



O Mais é Nada, Fernando Pessoa

domingo, 23 de dezembro de 2012

Life as it is

O natal está-me a passar ao lado, é o 3º pior natal da minha vida. Entre a conjuntura, o desalinhamento planetário, ver-me confrontada a celebrar estes dias à medida de terceiros sem ter uma palavra a dizer, e outras coisas, perdi qualquer apego à quadra. Fui do ponto A, de adorar o natal, ao ponto B, o vazio emocional total quanto à época.

Mesmo assim, quando os amigos de 21 anos quebram com ligeireza as tradições chateia. Ou então, apenas reforça a ideia.

sábado, 22 de dezembro de 2012

hoje, ou noutra altura qualquer



Tenho horror à confusão, ao barulho em excesso, aos empurrões, às pessoas que param por tudo e por nada no meio do passeio, ao calor, às luzes, bom ao excesso de estímulos.

Nestes últimos dias antes do Natal, em que todos se lembram que afinal sempre vão comprar presentes, prefiro ou zonas não catastróficas ou o sossego do sofá. 

No resto do ano, a bem da verdade, odeio multidões à mesma. Ninguém me apanha num shopping depois de 5ª feira. 

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Finalmente... Férias!




Estes são os planos para estes dias de pausa.

Vou recuperar também as Gilmore Girls, abastecer-me de M&Ms e cereais Jordan.

Done.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Small is beautiful






15 autores lusófonos (Valter Hugo Mãe, José Eduardo Agualusa, José Luís Peixoto ou Lídia Jorge, Fernando Alvim, João Ricardo Pedro, entre outros) escreveram um conto do tamanho de um pacote de açúcar a convite da Sical 



quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Pois que soa mal, pois sim!

Mas mesmo assim...

Pelo menos uma vez ao dia, penso nisso. 10 vezes, vá!

True story!

Sei que sou heavy user dos dois ultimos (e nunca vou conseguir parecer esperta no twitter porque não percebo aquela porra!) mas that's it!

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

coisas fofas




Gosto tantooooooooooooo.

Nunca vou conseguir viver num ambiente paperfree porque adoro cadernos, canetas coloridas, marcadores, post-its, agendas. 

Apesar da praticabilidade dos gadgets  nada como escrever numa folha e marcas as tarefas já realizadas, deixar uma nota a um colega, a um amigo ou à pessoa que se ama. 

Uso muitos os posts-its para isso. 

das memórias

das melhores recordações de infância e adolescência... e estado adulto (vá, enquanto vivia em casa dos pais!)

Tão bom!!!


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Lições da vida

É curioso como, contrariamente ao vox populi, o passar do tempo não apazigua as saudades das pessoas realmente importantes que já não estão nem mitiga a necessidade de as sentirmos próximas.

Nem acalma o vazio.

eu sou assim!








Todos os anos, a partir de meados de Setembro começava a fazer a lista das pessoas que iam ser contempladas com presente de Natal e estabelecia um budget. E alinhava ideias prévias. 

Durante Outubro e Novembro ia executando a lista, sempre à procura do presente ideal para cada pessoa, mesmo que o orçamento fosse de €5. Se a pessoa estava na lista, era porque merecia lá estar, logo independentemente do valor, merecia o melhor presente possível.

Como em qualquer outra tarefa, vinha ao de cima uma mentalidade soviética: faças o que fizeres, faz sempre o teu melhor. Sempre. E como gosto tanto de receber presentes, que não concebia sequer não me empenhar em encontrar algo giro/útil/fora do vulgar/bonito para o outro.

Depois... cansei-me. Percebi que, salvo raras  (boas) excepções, as outras pessoas chegam ao Natal e despacham isto como eu despacho um prato de caracóis em Junho. Num instante e sem sequer olhar. Siga. 

Muitas vezes pessoas que me são muito próximas falhavam tanto que parecia que eu lhes era invisível. 

Este ano então tenho andado uma baldas de primeira. 


é como ...





se o estado de espírito se visse ao espelho na janela

domingo, 16 de dezembro de 2012

não, não sabe a Natal

Muitos de nós crescemos a ser ensinados que, na vida, será nos momentos menos bons das pessoas que lhes devemos dar apoio e ajudá-las a reerguerem-se. Isto aplica-se a familiares, a amigos, colegas, vizinhos, até a estranhos com os quais o destino nos faz cruzar. 

Se extrapolarmos esta ideia que me parece consensual (não necessariamente praticada por todos ou que tenha que ser aceite por todos, note-se; não obstante, em essência, é um principio de vida válido e pessoalmente aceito como natural) para o contexto macro, o modo displicente como o actual Governo abandona de forma descarada o papel do Estado social quando há toda uma franja da sociedade que, cada vez mais, precisa de ajuda perante as circunstâncias de vida que mudaram radicalmente (agregados familiares com duplo desemprego, contas por pagar, ordens de despejo de casas para as quais o orçamento não chega, filhos que necessitam de livros escolares e comida na mesa, cuidados médicos que custam caro, idosos sem rede que enganam a fome com a tristeza). 

O laço da asfixia ao apertar só está a agravar um nível de vida que, para a larga maioria, se torna insustentável. Sim, erros foram cometidos, mas nem todos que hoje vivem num estado misto de stress pós traumático com o mais puros dos medos, terão cometido os erros que os doutos comentadores, analistas e eminentes figuras deste país atiram como argumento para o "ai aguenta, aguenta". 

Ao discutir isto hoje com um amigo, perguntava-lhe o que é que esperava o Governo, a UE, a banca estrangeira, ou a Troika conseguir em 6 meses. Que uma onda de esfaimados, revoltados pela desesperança, invadissem as ruas, e atacassem quem mexesse?

O que ele me respondeu foi que, na sua opinião, externamente, em 6 meses, era expectável criar emprego, com salários muito mais baixos e por ai estimular timidamente a economia, com as pessoas agradecidas a aceitarem placidamente um emprego, ainda que numa situação económica mais desvantajosa, e a trabalhar mais (produtividade) e bem (com qualidade europeia). 

Ambos concordamos que isto é uma expectativa demasiado optimista. Além de eticamente ser prova provada que esta crise, como desde 2008, quando rebentaram os "mercados" nos EUA, é uma crise de valores, muito antes de chegar a crise financeira. 

E não vai acontecer. As pessoas lembram-se demasiado bem da vida que tiveram no passado recente. Se foi inflaccionada por manias de grandeza e crédito fácil (crédito, note-se, que agradava a todos, a quem recebia, a quem dava, a quem alimentava desde fora, e aos que vendiam bens e serviços à custa desse crédito),  se foi resultado de uma situação confortável que tinham (period), lembram-se e não é liquido que vão aceitar a "esmola" só porque sim. 

Sobretudo quando os sacrifícios recaem só de um lado, quando quem gere o país, e alguns co-adjuvantes que atiram soundbytes nas rádios e TVs, destilam insensibilidades e apontam o dedo acusador mas à noite regressam ao aconchego do lar catita na zona chique e veraneiam no Algarve do costume. A Banca foi salva à custa dos sacrifícios de todos nós e como paga disso, a mesma Banca não apoia empresas locais, não as ajuda a manter-se (mesmo que exigisse planos de gestão mais exigentes, por exemplo) nem é flexível perante as situações individuais. Nós salvámos os bancos, os bancos salvos estão agora a assegurar que os seus accionistas e administrações saem o menos possível beliscados desta "chatice". Quid pro quo?! Qu'é lá isso?

Se é verdade que as pessoas estão apreensivas e tensas quanto ao dia a dia, também é verdade que não é por isso que, e de novo generalizando, estejam a dar o extra mile. Muito pelo contrário: enquanto consumidora, enquanto cliente, e até de uma perspectiva profissional, o que vejo/lido são níveis de desmotivação, baixa afiliação e, gradualmente, com a (ainda) maior degradação dos salários, mais difícil  será mudar o rumo das coisas. Há um desanimo generalizado, e não estando a advogar a atitude, constatando apenas um facto, dificilmente assim se conseguirá produtividade e qualidade almejada, a baixos preços. 

E com o fosso a alargar-se entre os que "têm" (pouco, alguma coisa e mesmo muito) e os que "não têm" (sejamos honestos, é isto que está a acontecer, cada vez mais), o que acontecerá quando as pessoas se rebelarem e saltarem às ruas, à séria? Com os cortes na Segurança, estamos preparados para no nosso conforto burguês sentirmos na pele este pavor? O pavor que vimos nos olhos de tantas pessoas anónimas que se olharmos bem nos fará arrepiar?

O que nos espera, a sério?

Estamos preparados? 

Conscientes? Cientes de que todos precisamos de ajudar e de ser ajudados e que não podemos contar com o Estado porque o Governo o retirou de campo?



hoje é dia!




Brunch com amigo. Muita conversa e comidinha da boa!

Passagem pelo Starbucks, claro.

Trabalhar um bocado. 

Ler. 

Ver as pilhas de séries gravadas na box antes que fique sem espaço.

E esvoa-se Domingo!