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A mostrar mensagens de Abril, 2013

a vida em comics

Se tirarmos 2 bonequinhos e misturarmos os demais... MOI!

Procura-se um Amigo, VM

Procura-se um Amigo
Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto, dos ventos e das canções da brisa. Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor. Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem se sacrificar.
Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados. Não é preciso que seja puro, nem que seja todo impuro, mas não deve ser vulgar. Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objectivo deve ser o de amigo. Deve sentir pena das pessoa tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. Deve gostar de crianças e lastimar as…

Ferida aberta

"Tocou-me no pescoço com a ponta dos dedos, desviou com 1 gesto macio a madeixa que lhe tapava o caminho e beijou-me com lábios quentes, como se me possuísse naquele momento. Bastava senti-lo perto e ficava pronta a recebê-lo. E ele estava muito perto, na mesma cama onde havíamos caído horas antes para mais uma vez nos perdermos. Terminávamos sempre por nos achar nos braços um do outro. Eu encontrava uma calma momentânea que seguia ao rebuliço que ele provocava. Nunca chegarei a descobrir o que ele encontrava, para além da ternura infindável em que adormecia. Exausto, sucumbia com facilidade sob as carícias que lhe fazia no cabelo ou as massagens suaves nas costas.
Abraçou-me por trás e prendeu-me as pernas, ainda que soubesse que eu não iria fugir. Eu escondia sempre todas as emoções que ele suscitava em mim, mas ele tinha consciência que dominava os meus sentidos, da mesma forma como dominava todos os aspectos da sua vida, como dominava as conversas em que entrava. Como controla…

Houston, we have a problem

Huge...


Desburacada

Tenho 5 furos numa orelha e 2 noutra.
O reino de brincos sempre foi um aprumo de organização.
Já deixei de variar há muito tempo. Por falta de tempo e paciência. E olhando agora para os meus lóbulos, vai para aqui tamanha confusão e falta de nexo, reflexo total do meu estado de espírito.
A gota de água foi ter perdido o brinco numero 4, que só por acaso era o único valioso (pra' xuxu) além de adorável. Tive mega ataquito de nervos e fui ao tapete!
A sério, o caos chegou-me às orelhas. Não há salvação.

Sim, sabemos quem és, Reese

Quem nunca bebeu um bocadinho a mais e se excedeu nos comentários (gozando descaradamente com terceiros, presentes ou ausentes, ou manifestando opiniões por norma caladas a bem da paz social, ou atirando para o ar alguns pensamentos menos apropriados) ou nos actos (a liberdade que o álcool solta pode ser uma catarse, divertida ou somente constrangedora), pode não entender. Todos os restantes, sabem que isto já nos aconteceu. Uma vez épica, ou várias vezes dignas de ser recordadas em sessões de nostalgia, ou vezes em excesso que mais vale nem lembrar.
Grave, imperdoável, é estar bebido 17 vezes acima do que a lei (americana) permite, pegar num carro e vruum... Conduzi-lo. O marido da Reese Whitherspoon achou que sim, que estava mesmo catita para o fazer.
Pois que não. E a policia que o deve ter visto passar, também achou que não. E mandou-o parar e sair do carro. O senhor, do alto do discernimento que o seu estado lhe permitia, decidiu negar-se e barafustar.
E o que fez a meia leca de …

Beautiful Things

Suspiro! Suspiro!

Que coisa mái linda!

Ui!

A inteligência e capacidade de reacção vs o preconceito :)

Do humor

A propósito do regresso do BIG Brother, versão putativos famosos, mas basicamente wannabes desempregados em busca de projecção, mas não só...

Sol e outras cenas

Muito recentemente, tive um dia complicado e partilhei a situação com (poucas) pessoas que me eram próximas. Para aliviar a "coisa", não ser um drama negro, até comentei, como piada, que nem água tinha em casa para beber.
Às 10 da noite apareceu-me uma amiga com um garrafão (de água, note-se!), iogurtes, cereais e um abraço. Dias depois, outra trouxe-me almoço e lambrusco. Um outro amigo tem sido incansável em ajudar-me no que necessito. De urgência liguei para uns amigos que deram mil voltas mas arranjaram-me um carro, entre a natação dos miúdos e o almoço de família.
Não sou pessoa de falar das minhas coisas. E até gosto de ficar no meu canto. Mas se precisam de mim, sou gaja para apoiar da forma que possa. Nunca namorado, planos, nem as minhas adoradas horas de sono seriam prioridade perante um amigo com problemas. É naquele momento que a pessoa precisa não quando a agenda está conveniente.
Lição nr. 1: nunca ter uma chatice em época de sol. As poucas pessoas a quem possa…

Reminiscências

Um dia já nem me lembro como foi, como era, como me sentia feliz. 

E era tão simples.

Face brutal facts

Epifânias domingueiras

Deve ser do sol, não que me tenha apanhado a moleirinha porque as paredes de casa são das boas.



E de repente...

Há um instinto para escrever sms parvas sem grande conteúdo ou com significados de "private jokes" para pessoas que sairam do nosso universo.
Amigos, amores, familiares, é estranho, doloroso, quando a ruptura emocional é final e inequivoca.

Vintage Expectations

Hoje no Instagram @pedroribeiroinsta publicou uma fotografia que deu um coice.
Era obcecada por este anuncio, em miúda. Já mais velha, durante anos, todos os dias bebia Nescafé à tarde ou à noite.
Quando o anuncio apareceu, achava mesmo que aquela ia ser a minha vida. Qual mudar o mundo, qual ter uma família com cão e carrinha... Eu ia ser a babe com anéis giríssimos que via o nascer do sol, sozinha, com o seu café, a contemplar o horizonte, no seu VW Carocha.
How cool? Quão grandioso statement de liberdade!
Claro que na altura não sabia que me ia auto-retirar das noitadas precocemente, o que dificulta a contemplação do amanhecer. Ou que odeio levantar-me cedo seja para o que for. Ou que jamais sofro de insónias, o que também não é grande catalisador de uma ida matinal para um sitio com vista desafogada. Ou que tenho um "piqueno" problema com condução o que anula o Carocha da equação (também poderia ser um Mini Cooper ou um Range Rover). Ou que sou uma pelintra logo não tenh…

Dos Momentos - II

Há alturas da vida em que sabemos que determinadas coisas já não vão acontecer. 
Quer as desejemos muito, assim assim, apenas em réstia de esperança, há aquele exacto momento em que nos apercebemos que nunca vão acontecer. Não está escrito nas estrelas. Não é parte da nossa história. Passada, presente e muito menos futura. 
Não vale a pena ter expectativas ou grandes considerações. 
E, então, mais vale assumir a coisa pelas nossas próprias mãos. Ou nos nossos dedos, vá!
Não temos que ser nós a gostar de nós próprios primeiro?

Dos Momentos

Às vezes é isso.

Sinais

Um dos presentes de natal que mais gostei foi um copo da Zara Home com uma estrela dourada. Adorava o copo.

Partiu-se.

Eu sei que é um sinal. Não deixo de estar desolada pelo copo, claro, e pela quebra dele representa.

Sim, é um copo. Mas do mesmo modo que sou dada a deitar coisas fora, há outros objectos que me ficam presos aos afectos.

O copo com a estrela enchia-me as medidas.

A minha estrela partiu-se.

As coisas que se dizem/escrevem

Li há pouco alguém que, apesar de reconhecer que era insustentável a presença de Relvas no Governo, advogava, não obstante, que a obra do dito Miguel Relvas na sua experiência governativa, foi sempre resultado da sua convicção  de que estava a fazer o melhor por Portugal. 

Eu até me ria. Se tivesse piada. Não tem. Nós podemos ter amigos, conhecidos, vizinhos, familiares que são uma nódoa, uns incompetentes, esforcadissimos mas que só fazem merda ou uns calões acomodados com boa onda. Mas não deixamos ter consideração por eles. Tudo bem. 

Mas depois há o Relvas que representa o caciquismo, a manipulação, a venda de favores, a troca de influencias sem pudor, o exercício de poder pelo poder, o "aparelho". O Relvas é o tipo que se faz de convidado para ir jantar a casa de alguém porque lhe dá jeito cravar um favor a um dos convidados, ainda rouba uma garrafa de VAT69 e fode a mulher do anfitrião no leito do casal. E aperta a braguilha no corredor à descarada. É um gajo sem princíp…

Pergunta de retórica

Quantas impressoras podem encravar num escritório exactamente no dia em que precisamos mesmo muito delas? Aparentemente, uma em full time e duas de modo intermenitente, só para chatear e gerar factor surpresa. 

E quantas vezes se pode dar uma ordem de impressão que desaparece??? Puff! 

E quantas vezes pode um rato bloquear? 

Assim foi o meu dia! Divertido, não?!

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