quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Meu querido mês de Agosto - II




O meu não teve.

Pelo menos, feliz. Foi uma dor do principio ao fim.

Ou não ter história, é a história deste veranus horribilis.

Venha o Outono.

Quero / tenho que mudar com a mudança da estação.

Razões (óbvias) pra' ser solteira...

Cortei mais de um palmo de cabelo (que estava uma merda) e nota-se. Só o Moço, que sabia que eu ia ao mestre da melena, Mr. Eddy, não reparou, não comentou. Nem aí.

Por compensação, está interessadissimo no Lingerie Football League (Football à amaericana). Não, não é um episódio do CSI. It's the real thing. Há uma "jogadora" chamada Big Mama e Big bubbies é o que se vê nos kits equipamento: cueca tipo volley praia (as porcas!) e um top tipo soutien, umas pálidas imitações de ombreiras. E capacete.

Comentário dele: "parecem dos Americam Gladiators".

Do corte de cabelo, pró qual andei a contar os tostões, NADA!!!!

SOS Magali

A "minha" Magali está sem ideias para a decoração da sala. E sem decoradora que se eclipsou! Puff!

Modesta contribuição para uma amiga em stress e porque a sala é-me fundamental. Tem que ser do mais confortável e  encaixar em nós o mais aproximado a uma luva. Não tem que ser gigantesca (a sala do meu prévio "cafofo" tem 16m2!) nem luxuosa (a do actual "cafofo" toda Ikea, salvo almofadas e mesa de jantar!), tem que ser onde nos sentimos bem!!!







Gosto à brava, Magali!







LOVE IT


Sofisticada, multi-estilo. Gira

Chique a Valer: novas colecções F/W 2011 - II

HERMÉS






  Someone far away is thinking of you - thoughts filled with blue skies and dazzling colours…

    Open your postbox on Hermes.com

Chique a valer: novas colecções F/W 2011 - I

Porque está a chover, já apanhei molha e sonhar com coisas bonitas faz bem!

TODS


a babe got to do, what a babe got to do

Wishing Upon a ☆ ≠2

Look tudo a ver comigo (à esquerda)


Só falta eu ser "assim" e viver em NY.


o meu cada vez mais é...

Life is life, lalalala





Emissão Nocturna

Não sei se rio ou se chore.

Confrontado com os cortes no tempo de emissão da RTP Açores, como corte de custos, Carlos César, Presidente Regional dos Açores, insurgiu-se vivamente (dentro do estilo açoriano... E não é critica)contra. Até pode ter todas as razões do mundo, mas quando diz que as emissões de missas ficam reduzidas quase à missa do galo... Estraga tudo. Já foi. Kapputt.

Ora, se o Estado é de uma vez por todas laico porque será que eu, contribuinte, pagante cumpridora, hei-de estar subvencionar as manifestações religiosas televisivas de um credo? Quem quer ir à missa e à procissão do santo Cristo, vá à igreja ou à rua.

Com tantos argumentos que até terá à mão de semear, a necessidade de alicerçar a contestação sob pilares religiosos, diz tudo. Desde logo, são ilegítimos e inválidos. E que os mais altos responsáveis políticos deste pais não têm estatura. Porque não percebem ponta de um corno e são uns províncianos. Em qualquer lado do pais, continente, ilhas e Algarve.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

É COMO DIZ O OUTRO



e_como_diz_o_outro

















Primeiro foi uma rubrica na edição das terças do “Cinco para a Meia-Noite”, da RTP2. Agora vai chegar às tábuas. 
“É como diz o outro”, criada por Frederico Pombares e Henrique Dias, deixa a televisão e salta para o palco do Auditório dos Oceanos, no Casino Lisboa, a partir de 6 de Setembro. Miguel Guilherme e Bruno Nogueira vão dar corpo a suas personagens prontas a debater ‘grandes questões nacionais’. 
Entre o trabalho, onde estão frente a frente, os dois amigos conversam sobre as suas vidas, aspirações, dúvidas, trocam confidências e discutem sobre temas tão complexos como uma receita de arroz de rodovalho ou a escassez da pedra mármore.

O cineasta Tiago Guedes vai dirigir o espectáculo. A cenografia é de José Pedro Penha.
A peça pode ser vista de quarta a sábado às 21h30 e ao domingo às 17h00. 
O ensaio geral, dia 3 de Setembro, terá acesso ao publico, por €5. Todo o valor arrecadado reverterá para Amnistia Internacional. 


O preço dos bilhetes varia entre os €18 e os €22.

Ai Milão, sempre Milão!

Dando rédea solta ao rumor de que Mr. Marc Jacobs vai deixar a marca para assumir o cargo de Director Criativo na Dior, a Louis Vuitton anunciou que vai fazer uma exposição em homenagem ao designer de moda entre os dias 22 de setembro e 9 de outubro no Museu Triennale em Milão.





Semana do Inferno


I ♥ Bags




É talvez das marcas de carteiras que mais gosto. Pelo menos, é da MUU Bags que mais carteiras tenho.

Além de ser uma marca portuguesa, tem sempre modelos com design simples mas original, as peças são confeccionadas manualmente, os acabamentos são óptimos (muito importante), os forros são giros e a pele é imbatível (muito, muito importante).  

Dado que não são de "marca" e até são tugas, há quem conteste o preço. De facto não são muito baratas mas são excelentes em qualidade. (não trocaria nenhuma Muu, por exemplo, por uma Carolina Herrera, e também tenho CH). Tenho carteiras que já penaram, e muito, com as agruras do dia-a-dia (chuvadas, peso a mais, etc.) e estão ali para as curvas. Têm um estilo intemporal, são todo o terreno e têm uma vantagem: não são massificadas. E podem ser feitas à medida (determinado modelo numa determinada cor).

Conclusão: Adoro.  São uma paixão.

E valem bem o preço, mesmo sendo produto nacional.

Também existem uns porta-moedas fantásticos em cores e materiais bem amorosos.



Mosquetão (Double Guilty). É "o" clássico.



Carteira 2 Bolsas - juntas
Carteira 2 Bolsas - separadas



Elásticos

Folhos (Guilty)

Sac com Pala


Saco com Alça. Também clássico (double guilty)

Laço (o Adorado; double guilty)



DISCLAIMER: todos as peças que a autora eventualmente possua, foram comprados pela própria ou oferecidos por 3ºs.

quando acordei...

... dei uma olhadela a mim própria. 

Queria ser assim. Queria pegar neste modelito todo e ficar-me bem como a senhora-mula-d'um raio. Gosto de tudo.

Disponivel nas lojas Mango. Os jeans, o casaco de tweed, a carteira-vira-clutch. A esticadinha não vem incluida. 

Apesar do oposto flagrante, lá levantei a mega carcaça da cama. 




segunda-feira, 29 de agosto de 2011

na verdade, estou lá

BOW - Hill House
Camaruche, St. Barts, Caribbean       
Ser um trabalhador como o Sr. Amorim das Rolhas e não ser rico, é mesmo chato ...







A bit of orange

A bit of orange

A bit of orange by freedomdaisysunshine

3/4 Sleeve & V-Neck Grey Pocket dress
Dorothy Perkins orange blazer
Long Brown stocking
ASOS camel suede pumps
Louis Vuitton Speedy 35 Monogram Canvas shoulder bag model
Ray-Ban aviator shades
IWC portofino watch w/ brown leather
Piaget Classic Possession Ring & Piaget Possession Ring


 

VMA 2011 - os modelitos


Katie Holmes com vestido Azzedine Alaïa e booties de camurça

De vez em quando a miuda esmera-se!



Beyoncé com túnica laranja Lanvin. Lindissima.

ó coisa mái bonita!

À falta de chocolate, em momentos de grande necessidade, depois da retroescavadora ter passado por cima, há que arranjar soluções para criar uma sensação de bem estar. 

Nem que sejam meras ilusões sem consequências. Mas oh! que ilusão tão catita deste tote-duas cores (Céline)



Pensamento da Semana


domingo, 28 de agosto de 2011

Maravilha

Estou sempre a agradecer no FB mas como não tenho página do blog no FB, não faz muito sentido.

Só uma parte da minha rede no FB é fiel do blog ou segue-o com regularidade.

Assim, sendo ... 


7.041 PAGEVIEWS ... UAU!!!


You make my world rock !!!

a perversidade humana

Há uns dois anos, a minha amiga C. divorciou-se do seu mui adorado marido, um estupor de primeira, mas estas coisas acontecem. É como um melão, só depois de abrir...

Na altura, mais do que o divórcio, o que espantava C. eram os amigos, comuns ou não, que desde a separação tinham ido com o vento. Puff! Foram-se. 

Durante meses nem um telefonema, um SMS, um email, pombo-correio, a saber se ela estava bem, se se estava a aguentar, se queria um lenço para chorar, se precisava de ajuda na mudança, se necessitava de dinheiro para comprar um jarro para a água que fosse (o ex partiu tudo o que havia na antiga casa num acesso de raiva), se queria companhia para uma ida ao cinema, para um café, para uma orgia de bolos de chocolate e pipocas. Apagaram-na com uma espécie de photoshop emocional.

Porém, pior do que isto (já expectável, em conceito) foi, meses depois, quando encontrava alguns dos desertores, estes a tratarem como se nada se tivesse passado, com o maior entusiasmo como se ainda fossem grandes amigos, parceiros de fins de semana ou de férias. 

Lembro-me de falarmos sobre isto uma vez num jantar, demorado, em que analisámos quase caso-a-caso e dividimos estes espécimes em duas categorias -os cínicos e os umbiguistas. 

Os primeiros auto-explicam-se e não valem um centésimo de segundo que se possa perder com eles. É fingir que eles nem existem. 

Os outros são uma pérola. Enquanto houve drama, nem aí porque podia arruinar-lhes o décor da sua vida fabulosa; enquanto ela não estava presente nos sítios / ocasiões pelos quais eles se movimentavam, longe da vista, longe do coração e nunca lhes passou pela cabeça preocuparem-se com ela: para lá do espelho e da sua sombra, não conseguem ver mais nada. Quando a encontravam, era a alegria do costume, a simpatia do costume, a festaça porque não se lembravam sequer do que se passara na vida dela. Não lhes interessava. Não estava no seu raio de visão.

A C. sobreviveu (e bem). Já eu tenho dificuldade em encaixar isto. 

Se não fosse o joelho lixado, apetecia-me armar-me em Pepe. Sobretudo àquelas pessoas que nem pela merda do joelho perguntaram e, meses depois, ao darem à costa agem como se eu não tivesse mandado emails ou mensagens a querer combinar qualquer coisa, às quais não tive resposta, como se nunca tivesse estado presente, como se não me tivessem deixado de convidar para get-togethers ou aniversários. Como se não me tivessem apagado do universo. 

Mas esta malta é que vive feliz e eu que estou a ver o Diário de Bridget Jones (e cheia de problemas, btw).


Meu querido mês de Agosto - I

A silly season foi atípica. Mas não deixou de ser silly, apesar de tudo. Vejamos;


- Pedro Miguel gosta de andar de havaianas, fazer churrascadas para amigos e prolongar as férias que não ia ter em prol da felicidade com "piquenas" coisas. Aguarda-se comunicado no Facebook sobre o seu regresso. 

Ou não! (pode ficar pelos Algarves a fazer farófias "pra' fora", com a crise que está mais vale acautelar o futuro). 


- Vítor Gaspar e Vítor Pereira têm o mesmo estilo em conferência de imprensa. Um corta (são-lhe "cortados") nos jogadores, o outro não corta na despesa nem que lhe arranquem as unhas dos pés. 


- Apesar das campanhas de regresso às aulas dos hipers, chegar-se-á ao fim do mês sem professores colocados, sem horários definidos nem turmas constituídas. Até professores efectivos estão a aguardar confirmação da sua colocação. 

Muita desta responsabilidade deriva dos excessos e disparates dos sindicatos a que a classe se entregou mas este ano houve esmero, da parte do ministério, em fazer tudo mal e em cima do joelho.


- A Troika esteve cá, falou à população, explicou coisinhas importantes mas a malta do governo deu-lhes tampa em toda a linha. A minha aposta: a) não entendem o que os senhores dizem; b) estão "nem aí".

- A Madeira nem "coiso" nem sai de cima. 

Ninguém tem tomates para mandar AJJ à merda. Todos se curvam perante a boçalidade e gestão cacique, de assalto ao erário publico colectivo. Pedro Miguel só mexeu uma palha porque a Troika lembrou que existia aquela republica das bananas a viver à grande como uma meretriz muito cara e perdulária. Ajoelhou, tens que rezar ó Ken! Lixado, certo?

Pior só mesmo mediar a quezília Portas-Jardim. Boa sorte, Ken. Massamá será mais calmo, certamente. 


- Sinal de alerta: os motins em Londres. A criminalidade associada ao "faz-nenhum" subsidio-dependente de uma juventude que não quer sequer ter oportunidades, arranja caminhos insondáveis em momentos de crise. A culpa é dos outros portanto incendeiam-se negócios alheios, rouba-se, agride-se. Estes desocupados existem por todo lado e não há uma política europeia que enderece esta bomba relógio. 


- Merkel teve que reunir com Sarkozy. Coitada da senhora, gabo-lhe a paciência de aturar aquele viscoso sem estatura. Nunca os alemães foram tão ricos e mesmo assim têm que se preocupar em salvar outros. 


- o Sr. Silva instigou a que optássemos por produtos portugueses. 

Ok. É justo. Mas vá explicar isso aos Srs. Sacoor e Lanidor. Ambas as marcas estão a praticar preços escandolosos. Um vestido perfeitamente banal, de uso diário, sem mangas, na sacoor custa €175. Nao tem explicação, não vale o preço mesmo e é uma afronta. Deduzo que estas empresas queiram falir porque as pessoas que ainda têm muito dinheiro e não andam assustadas com a crise, não compra nestas lojas e a classe média abonada não pode comportar estes preços. Nem deve porque são um roubo.  Comprar nacional é meio caminho andado para aproveitamento? 

Botas!!!! E tudo mais

Knee High Boots and Socks