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Mensagens

A mostrar mensagens de Junho, 2012

Excelência

Balotelli, sonso, mas vai-se a ver sábio, disse tudo com este comentário.
Há uns anos, em miuda, ensinaram-me que não se agradece a quem faz o seu trabalho. 
As palavras generosas, de reconhecimento, são devidas quando alguém faz mais do que lhe é pedido, quando atingiu um resultado positivo e acima do que seria expectável pelas suas funções ou quando no exercicio das suas responsabilidades, empenhou-se para lá do que é normal, por exemplo fazendo mais horas para cumprir um prazo mais curto ou para fazer tarefas adicionais. 
No fundo, o que Balotelli acabou por afirmar. 
Nestes tempos de crise, de ansiedade, de receio, devíamos (cada um e a sociedade nacional, como um todo) repensar os nossos modos de estar e de viver as várias "gavetas" da nossa vida, quer familiar, quer social, quer de cidadania bem como profissional. Repensar-nos e reagir, passando a actuar de outra forma porque definitivamente a que temos tido, genericamente, tem sido uma treta e tem uma grande quota parte d…

SOS

Levei o moço a dar uma volta ao arraial pride.

Não refeito, quis à H&M procurar uma peça. Não melhorou.

Acho que anda no Chiado à beira de uma intervenção de primeiros socorros.

a long story!

Vocês não imaginam os ruidos que se passam num aeroporto depois deste encerrar ao publico. A máquina/carrinho de encerar, que passa vezes sem conta, com seu alerta qual grilo. A máquina que alisa as superficies e arestas das montras. Brocas e berbequins numa casa de banho em remodelação. Uma chave de parafusos que cai no chão. Os gritos masculinos que tentam sobrepor-se. E tudo se ouve numa ala escondida, num andar superior, onde camas de campanha alinhadas parecem um cruzamento do Big Brother com o descanso dos peregrinos nos salões dos bombeiros. 
Aqui reina o silêncio, o desgaste e a fome. Uns trabalham, outros dormem, outros tentam só descansar o corpo e recuperar do desânimo. Portugal perdeu, há obras no aeroporto de Orly, tudo fechou antes das 10 da noite e ninguém nos avisou que o risco de fastio era grande. 


Sempre advoguei, até há uns meses a não privatização da TAP (aliás, sou céptica quanto às privatizações no geral). Admito que tenho mudado de opinião. Asseguro, sem duvida a…

I ❤ Bags

Voltamos às Mili Millu


The Monte Carlo



Do cansaço

Quem inventou os saltos altos merecia encontrar o Raul Meireles numa rua escura, isolada, pela noite dentro. Estou que não posso! E nem sequer me atirei para fora de pé na calçada portuguesa. Louca, mas não tanto. Mas bastou-me. Malditos peeptoes que me arrasaram pés, coluna, pernas, autoestima. Amanhã voltamos às ballerinas e até final da semana ora Keds ora All Stars. De facto, não nasci para ser sofisticada e levar 20 minutos, em dor, para fazer um percurso de 5 meros minutos.

pensamento da semana

(sacado do Facebook)

Rainy sunday afternoon

Bed & book & tea

Au revoir, mes amis

indeed

Numa época em que está instalada uma desconfiança generalizada face a pessoas e os afectos se contraem*, de facto os livros, não sendo substitutos vivos, são uma grande "paz".








*na minha pessoa, claro está!

Isto é amor...

Ainda o Dia Mundial da Criança.

Madame Gomes, não perdes pela demora!

It's só me.

I ❤ Bags

Dior Diorissimo Bag
Muito Prada-like, mas bem catita. Não gosto das Dior "normais" parecem as carteiras da Rainha de Inglaterra, mas esta ... FAB!
Os pendentes são de prata. 


HAPPY B'Day, Mr. Oreo

Não na versão suspirada, hiper-sexual da MM ao JFK, mas numa versão boca atafulhada de bolacha, chocolate nos dentes e uma alegria imensa!
100 anos em engordar gerações e a mimar o cantinho de nós que gosta de oreos & milk, é obra!

Happy Meals

O almoço foi uma belissima parte de lasanha "homemade" pelo Chef da casa, com ingredientes Jamie Oliver, e resultado de uma aventura culinária nocturna. Ficou deliciosa, saboreada na secretária em frente ao email.

O jantar foi um risotto FAB de cogumelos, queijo e bacon, por entre conversa muito animada e embalado por um Quinta do Cabriz 1998. E, no fim, com a conta, pastilhas elásticas Gorila Vintage. Catita o Cantinho do Avillez!

murro no estomago

Nunca nada nos prepara para más noticias sobre pessoas de quem gostamos
É uma merda. 
E nem penso de modo egoista, tipo "podia ser eu", ter uma trip de vou mudar a minha vida, aproveitar mais; ou passar pelo modo arrependimento "nem temos falado nos ultimos meses".
A vida é assim e não há que ficar a remoer nos "ses".
Mas custa imaginar a dor e o medo que passaram a coexistir com quem nos é próximo.





coisas bonitas

Cate Blanchett in Louis Vuitton  Em Roma

Insondaveis misterios

No mosteiro dos Jerónimos, na igreja, cheia à pinha, além de proibirem a entrada de pessoas, estão literalmente a expulsar quem lá está porque vai haver um casamento. Mas a explusar tipo "a andar, desarreda ó faxfavori!".
Boda nos Jerónimos, já de si não há palavras.
Turistas em andamento e debandada. Idem!
Para o ano podem até fazer, sei lá, um pic-nic!

50 anos & "bombing"

Universais. Simples. Clássicas. Intemporais. Acessiveis. Flexiveis. Confortáveis. Multicolores. Transversais. Brasil no mundo inteiro.
Estas em particular, singelas, mas são lindas. 50 anos depois, a Havaiana está FAB!

Comm' to Mamma

Hublot Big Bang Ayrton Senna II
Lindíssimo

Na verdade, estou lá (47)

Insotel - Formentera Playa Playa Migjorn, Formentera 










One Day

I ❤ Bags

CHLOE DUFFEL BAG
I'm so in love with ya!




Provavelmente...

A capa de livro mais pirosa, de sempre!
Alguém seriamente devia rever o conceito gráfico da editora.
Porém, muito esperado, oferecido com carinho por uma pessoa de quem gosto muito. Portanto, tudo a favor. Yey!

Made in Portugal

Se há forma de calçado que me cativa são botas. Não sou moça de salto alto. Falta-me a elegância e a graciosidade (e a capacidade motora, a bem da verdade). Por mim, era Uggs, Uggs, Uggs e vá, uma vez por outra, variava.
Há mais ou menos 2 anos descobri a marca Catarina Martins, made in Portugal, já lançadissima no "estrangeiro" (iuppi!), e não há modelito que não me faça ter um piripaque!
Confirmem lá:http://www.catarinamartins.com/





Pequenos nadas hilariantes

O Angel-O no anúncio da Galp.
No mesmo anuncio, o esforço do Miguel Veloso para dizer "11 por todos e todos por 11"(claramente, rocket science!).
O ar pouco convincente e teatral da Ana Clara qualquer coisa.
A Galp pode ser excelente no negócio da gasolina e de a vender com lucros estupidamente absurdos. Na publicidade, depois do mupi dos Village People... Isto! Porra, que mau!

Objectos de Culto

A Cartier relançou esta Primavera a pulseira Juste un Clou (“Só um Prego” soa ... estranho, em francês de facto há coisas que soam mesmo sofisticadas), desenhada originalmente em 1969 pelo joelheiro italiano Aldo Cipullo, o mesmo que criou a icónica (e meu eterno objecto de desejo) pulseira Love.


A Juste un Clou é arrojada, imponente e verdadeiramente elegante. Vejam lá se a Charlotte não fica gira com ela. As if, alguma coisa lhe ficasse mal p'loamordasanta!




Style-me

Podia ser eu. As if!
Jeans boca de sino, camisola de malha e carteira XX-Large. So Me!!! (menos o chapéu de chuva!)



Let's pretend!

Que as mini férias são aqui e ficamos assim!

Fiesta

Não é tão inclinado para os tons encarnados como parece, mas sim para o coral (como se vê nos deditos) e por tal é FAB!
MAC Fiestaware. 







Também ando de olho no tom Rebel... é muito Cute 







Passeio pelo Chiado

Corre uma brisa. Pelo menos no lado mais próximo do rio.
A cidade parece varrida de autóctones, dado o fim de semana prolongado e feriados, e tem uma amostra simpática de turistas plasmados em fila para o elevador da Glória.
Ainda estou triste com o encerramento da Panificação, sitio que adorava. E apesar de até gostar da Tartine nada substituirá a qualidade e tradição panificadora do sitio. Muito menos a Kayser que tem um serviço por natureza mau: lento, descoordenado, atrofiado, e bastante aquém dos preços praticados independentemente dos produtos.
Curei as mágoas com um Smoothie Detox da Liquid e fiz-me ao caminho.
Abriu uma Zara Home. Gira. Falta a desejada Uterque. Mas o positivo mesmo: a descoberta na Muji das canetas apagáveis. Oh coisa mái rica! Escreve-se e com a borracha da tampa, apaga-se. Clap Clap!


No sobe e desce, de Keds, que os sacanas dos All Stars fizeram-me uma bolha de sangue, ganho consciência que das poucas calças que me servem, e por tal uso e torno a usar, est…

style-me

Less is more.
Uma morena linda, com um cabelo FAB, umas calças pretas, t-shirt branca, blaser branco, um Cartier no pulso. Voilá. 
Clap, clap. Emmanuelle Alt (Vogue).

Reflexões alheias

Enviaram-me este texto. 
E estou tão de acordo que aqui o plasmo.
Obrigada à sábia alma que comigo o partilhou.


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“está demonstrado que a concentração de poder nas mãos de nulidades estimula a arrogância e é prejudicial ao sossego alheio”

por ALBERTO GONÇALVES
Segunda-feira, 28 de Maio: Solidariedade, modo de usar Sou do tempo em que o Ocidente olhava os seus próprios percalços económicos como uma insignificância, se comparados com a pura miséria do Terceiro Mundo. Há vinte ou trinta anos, por maiores que fossem as crises do lado de cá do Equador, a fome em África comovia corações, gerava monumentais campanhas de apoio e, de brinde, alimentava carreiras na música pop. Hoje, ninguém quer saber do assunto. Pior, invocar hoje o assunto é motivo de impaciência e indignação, conforme o deslize de Christine Lagarde deixou perceber. Num momento de sinceridade, a sra. Lagarde confessou preocupar-se mais com as crianças do Níger do que com os gregos que, cito, …

I have a dark side

Admito. Tenho. E não tem cura.
Ontem vi uma pessoa do meu passado, de quem fui próxima e que, por razões que não interessam agora dissecar, me afastei.
Há anos que não via a pessoa ou sabia da mesma.
E ao vê-la o que é que imediatamente pensei?
Não foi:
a) vou falar-lhe? b) terá já mais filhos? c) estará feliz? d) como estará a familia que sempre me tratou bem (melhor que a dita pessoa, diga-se em abono da verdade!)?
Nada disso... O meu pensamento foi: 35 anos e a gaja está mais magra e elegante quando tinhamos 18 ou 25!
Seguido de vários palavrões mentais.
Sim, tenho um lado pérfido. Contido, consciente e, por tal, controlado mas um walking bomb!

Oferecem-se alvíssaras

Dou uma caixa de Ferrero Rocher a quem estivesse crente que os amores Baía-Bétinha Cabeleireira não iam terminar assim.
Mal.
Com a Bétinha de mão na anca, a decretar usocapião, a usar as revistas para enxovalhar e a escudar-se no "golden parachute": o filho.
Tão óbvio que só faltava ser uma história em 3D.
Quem se deita com pistoleiras, está à espera de acordar com cristãs renascidas? Pois sim, Vitinho. Pra' próxima tenta que o baixo ventre não dite as jogadas.
Pedir demais, certo?! Bazinga!

A glimpse of beauty

Perfect 10!
É tão isto!
Love é uma coisa maravilhosa




Mimo da Izzy!

style-me

Não sou mega fã da moça (aka Charlize Theron) mas que é gira nas horas... pronto, admitamos!
Este modelito podia ser meu. Não é ... bem, isso agora não interessa nada.
Dommage. Mas é a minha cara!
Cores, materiais, o cardigan, a pulseira. Tudo. 

Organizem workshops

Por norma, diz-se que fazer ou escrever humor é dificil. Que pode ser um processo criativo moroso e, até, frustrante para encontrar a piada certa e directa ao osso.
Não desesperái. Anda aí um homem com o qual comediantes wanna-bes podem aprender e muito.
De seu nome, Helder Bataglia, lider da ESCOM, mega grupo empresarial em Angola (e não só), que fazia parte do universo GES (Grupo Espirito Santo) e agora pertence à Sonangol.
Citando a Visão n. 1004, que o cita, o parodiante afirmou em seu dia que considera Angola um "país democrático", de "gente séria".
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(silêncio próprio das comédias, com as pessoas a olharem para o tecto, para o infinito, antes da punch-line)
Párem os pastéis de nata. O que temos de exportar é artistas. Este gajo tem imensa graça.

O mundo da escolha

É proverbial dizer-se que no processo de optar, há sempre algo que se perde.
Por mais racional que seja a escolha, por mais óbvios que sejam os dividendos (um beijo apaixonado, uma caricia de um filho, uma viagem a África, um por de sol com um bom vinho, uma sessão de cinema), o que é preterido encerra em si uma perda. Pode ser menor, mas é algo que não fazemos / vivemos / experimentamos/ ganhamos num determinado contexto.
Tenho andado a amassar pão desde há anos (figurativo, asseguro). Com alegria, boa disposição, de porta aberta (da cozinha... sim, figurativo), com vontade de partilhar o resultado, com amigos por perto, com tristeza, desilusões, muita lágrima, com uma dor que atravessa, instala-se, comprime, bloqueia. E sempre a bater na massa, com esperança que o pão ganhasse forma e ficasse bem cozido.
Eternamente, uma carcaça.
No entanto, encontrei fermento. E não o vou largar. A vida é feita de prioridades. E neste momento sei qual é a minha. Contra os gurus, as vozes da experiên…