domingo, 31 de julho de 2011

a mulher portugursa - mec

A Mulher Portuguesa Tem um Bocado de Pena dos HomensA mulher portuguesa não é só Fada do Lar, como Bruxa do Ar, Senhora do Mar e Menina Absolutamente Impossível de Domar. É melhor que o Homem Português, não por ser mulher, mas por ser mais portuguesa. Trabalha mais, sabe mais, quer mais e pode mais. Faz tudo mais à excepção de poucas actividades de discutível contribuição nacional (beber e comer de mais, ir ao futebol, etc). Portugal (i.e., os homens portugueses) pagam-lhe este serviço, pagando-lhes menos, ou até nada. 

O pior defeito do Homem português é achar-se melhor e mais capaz que a Mulher. A maior qualidade da Mulher Portuguesa é não ligar nada a essas crassas generalizações, sabendo perfeitamente que não é verdade. Eis a primeira grande diferença: o Português liga muito à dicotomia Homem/Mulher; a Portuguesa não. O Português diz «O Homem isto, enquanto a Mulher aquilo». A Portuguesa diz «Depende». A única distinção que faz a Mulher Portuguesa é dizer, regra geral, que gosta mais dos homens do que das mulheres. E, como gostos não se discutem, é essa a única generalização indiscutível. 

A Mulher Portuguesa é o oposto do que o Homem Português pensa. Também nesta frase se confirma a ideia de que o Homem pensa e a Mulher é, o Homem acha e a Mulher julga, o Homem racionaliza e a Mulher raciocina. E mais: mesmo esta distinção básica é feita porque este artigo não foi escrito por uma Mulher. 

Porque é que aquilo que o Homem pensa que a Mulher é, é o oposto daquilo que a Mulher é, se cada Homem conhece de perto pelo menos uma Mulher? Porque o Português, para mal dele, julga sempre que a Mulher «dele» é diferente de todas as outras mulheres (um pouco como também acha, e faz gala disso, que ele é igual a todos os homens). A Mulher dele é selvagem mas as outras são mansas. A Mulher dele é fogo, ciúme, argúcia, domínio, cuidado. As outras são todas mais tépidas, parvas, galinhas, boazinhas, compreensíveis. 

Ora a Mulher Portuguesa é tudo menos «compreensiva». Ou por outra: compreende, compreende perfeitamente, mas não aceita. Se perdoa é porque começa a menosprezar, a perder as ilusões, e a paciência. Para ela, a reacção mais violenta não é a raiva nem o ódio – é a indiferença. Se não se vinga não é por ser «boazinha» – é porque acha que não vale a pena. 

A Mulher Portuguesa, sobretudo, atura o Homem. E o Homem, casca grossa, não compreende o vexame enorme que é ser aturado, juntamente com as crianças, o clima e os animais domésticos. Aturar alguém é o mesmo que dizer «coitadinho, ele não passa disto…» No fundo não é mais do que um acto de compaixão. A Mulher Portuguesa tem um bocado de pena dos Homens. E nisto, convenhamos, tem um bocado de razão. 

O que safa o Homem, para além da pena, é a Mulher achar-lhe uma certa graça. A Mulher não pensa que este achar-graça é uma expressão superior da sua sensibilidade – pelo contrário, diverte-se com a ideia de ser oriundo de uma baixeza instintiva e pré-civilizacional, mas engraçada. Considera que aquilo que a leva a gostar de um Homem é uma fraqueza, um fenómeno puramente neuro-vegetativo ou para-simpático – enfim, pulsões alegres ou tristemente irresistíveis, sem qualquer valor.

E chegamos a outra característica importante. É que a Mulher Portuguesa, se pudesse cingir-se ao domínio da sua inteligência e mais pura vontade, nunca se meteria com Homem nenhum. Para quê? Se já sabe o que o Homem é? Aliás, não fossem certas questões desprezíveis da Natureza, passa muito bem sem os homens. No fundo encara-os como um fumador inveterado encara os cigarros: «Eu não devia, mas.. » E, como assim é, e não há nada a fazer, fuma-os alegremente com a atitude sã e filosófica do «Que se lixe». 
Homens, em contrapartida, não podiam ser mais dependentes. Esta dependência, este ar desastrado e carente que nos está na cara, também vai fomentando alguma compaixão da parte das mulheres. A Mulher Portuguesa também atura o Homem porque acha que «ele sozinho, coitado; não se governava». O ditado «Quem manda na casa é ela, quem manda nela sou eu» é uma expressão da vacuidade do machismo português. A Mulher governa realmente o que é preciso governar, enquanto o homem, por abstracção ou inutilidade, se contenta com a aparência idiota de «mandar» nela. Mas ninguém manda nela. Quando muito, ela deixa que ele retenha a impressão de mandar. Porque ele, coitado, liga muito a essas coisas. Porque ele vive atormentado pelo terror que seria os amigos verificarem que ele, na realidade, não só na rua como em casa não «manda» absolutamente nada. «Mandar» é como «enviar» – é preciso ter algo para mandar e algo ao qual mandar. Esses algos são as mulheres que fazem. 

O Homem é apenas alguém armado em carteiro. É o carteiro que está convencido que escreveu as cartas todas que diariamente entrega. A Mulher é a remetente e a destinatária que lhe alimenta essa ilusão, porque também não lhe faz diferença absolutamente nenhuma. Abre a porta de casa e diz «Muito obrigada». É quase uma questão de educação. 

A imagem da «Mulher Portuguesa» que os homens portugueses fabricaram é apenas uma imagem da mulher com a qual eles realmente seriam capazes de se sentirem superiores. Uma galinha. Que dizer de um homem que é domador de galinhas, porque os outros animais lhe metem medo? 
Na realidade, A Mulher Portuguesa é uma leoa que, por força das circunstâncias, sabe imitar a voz das galinhas, porque o rugir dela mete medo ao parceiro. Quando perdem a paciência, ou se cansam, cuidado. A Mulher portuguesa zangada não é o «Agarrem-me senão eu mato-o» dos homens: agarra mesmo, e mata mesmo. Se a Padeira de Aljubarrota fosse padeiro, é provável que se pusesse antes a envenenar os pães e ir servi-los aos castelhanos, em vez de sair porta fora com a pá na mão. 
Miguel Esteves Cardoso, in ' A Causa das Coisas '

sábado, 30 de julho de 2011

época de boda

Acho imensa piada à Zara Philips. Ei-la prestes a casar-se, girissima, simples e prática como é o seu estilo.





E casada  ....




O noivo, vá, é sui generis mas não nos podemos esquecer que jogou rugby anos a fio e a tareia que levou reflecte-se no corpo.

De qualquer maneira, quero acreditar que ele a adora, a mima, a estraga-a com presentes e surpresas, diz-lhe que é linda e que é ela que dá sentido à vida dele. A respeita, leva-lhe o pequeno almoço à cama, vai com elas as compras e concorda q ela precisa de mais par de jeans. Ou de outro oleado. A acompanha a concertos. Isso são as coisas que interessam.



in http://www.dailymail.co.uk

não entendo ou não bate certo!

Com 12 anos eu sabia o que eram drogas, quais as que existiam, e o que faziam. Tinha noção do que era sexo e que podia engravidar (o grande medo que tínhamos, na altura), ainda que era algo que não imaginávamos fazer (vá, uns apalpões para mostrar interesse e, loucura, uns beijinhos). Era-me perfeitamente claro que despir-me perante estranhos só no balneário, antes das aulas de ginástica, no meio das outras miúdas, ou no médico. 

Muita coisa mudou, e rapidamente, nos ultimos 20 anos. Há um domínio dos pré-adolescentes (categoria claramente em desuso porque eles passam de crianças até fofos a adolescentes parvos) sobre telemóveis, computadores, internet. 

Não consigo entender como é que um gajo é preso por, com um perfil falso, fazer amizades no Facebook com raparigas de 13 anos, convencê-las a despirem-se para a webcam e marcar encontros que geraram violações. Como é que uma miúda se despe para uma webcam para ser vista por alguém que ela não conhece, mesmo que achasse ser um rapaz de 15 anos, por exemplo? 

Esta "pequenada" não é parva, não é ingénua, sabe o que faz, estica a corda mas está tão a leste... Tão pouco acompanhada pelos pais, presumem que despir-se lhes dá poder face a quem observa, mas não conseguem perceber a gravidade profunda do conteúdo do que fazem. 

Faz muita confusão como estas coisas podem acontecer. Mas a verdade é que também esta semana me contaram que a mãe de uma menina de 12 anos criou-lhe uma conta no Facebook, são amigas, a filha vê o teor das conversas da mãe com os demais amigos e é tudo "normal". Até nem avisar o pai (divorciados), que soube por coincidência.

Não sou deste mundo, de facto.

Leiam!!!

Há muito tempo que não me identificava tanto com um livro. ADOREI!

Enquanto lia (consumia), revia-me, completamente, na personagem. Além de me fazer conseguir rir de coisas que podem ser muito complicadas de lidar na vida de uma pessoa, senti-me menos sozinha. Afinal há mais pessoas que passam pelo mesmo.

Li o original mas recomendo a versão traduzida.

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A Pergaminho, através de Kasey Edwards, procura responder a uma pergunta que mais cedo ou mais tarde todo mundo coloca: «Fartos de Tudo aos 30 & Tal – O que acontece quando se acorda sem vontade de trabalhar… NUNCA MAIS! ». «Esta memória hilariante fez-nos rir do princípio ao fim – e fez-nos perceber que não somos as únicas a sentir-nos um pouco assoberbadas pela vida», escreve o Heat Magazine.


«Fartos de Tudo aos 30 & Tal – O que acontece quando se acorda sem vontade de trabalhar… NUNCA MAIS! », de Kasey Edwards 


«Sabia que:


• 98% das pessoas admite estar infeliz no emprego?
• 26% das mulheres que ocupam posições de direcção não ambicionam ser promovidas?
• 1 em cada 15 pessoas abaixo dos 35 anos já abandonou um trabalho pago para se dedicar a actividades de «desenvolvimento pessoal» -- e metade das pessoas abaixo dos 35 anos tenciona fazê-lo em breve?


O que se passa com a nova geração de trabalhadores? 


Todos nós já tivemos aquela sensação de acordar sem vontade de ir para o trabalho; afinal, há tanta coisa interessante que se pode fazer das 9h00 às 5h00 (ou, como é o caso da maior parte dos horários de trabalho hoje em dia, das 8h00 às 22h00). Mas o que acontece quando não se tem vontade de ir para o trabalho? Ao longo dos últimos anos verifica-se uma verdadeira epidemia de descontentamento. As condições de trabalho são cada vez mais precárias, os ambientes cada vez mais competitivos e as pessoas estão cada vez menos dispostas a tolerá-los pelo vago objectivo de «ganhar a vida». Ser-se empreendedor e ter um projecto próprio parece estar cada vez mais ao nosso alcance – e deixar tudo para começar uma vida nova já não é uma utopia.


Kasey Edwards explica o que se deve ou não fazer, quando a procura pelo sentido da vida se sobrepõe à «caça» da próxima promoção» 

in http://diariodigital.sapo.pt

lá vem o FdS


via I'm just saying...

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Meninas, acordem pra' vida!

"After we made love I knew it was over. Did I ever really love Big or was I addicted to the pain? The exquisite pain of wanting someone so unattainable?"

- Carrie Bradshaw



Esta sempre foi das minhas frases preferidas do Sexo & a Cidade.


Ao falar ontem com a S. e com a D., duas miúdas  (muito) giras, mas sem sorte alguma no que toca ao romance fiquei com a sensação que o medo de estar só faz com muito mulherio prefira sofrer pelo que sabem, racionalmente, não ter remédio.

A D., sobretudo, é um clássico. Há dois anos voltou a reencontrar-se, de todas as formas e feitios, com "O" namorado da adolescência. Na altura não os conhecia, mas consta que o desfecho do amor juvenil foi de choradeira pra' cima durante semanas. O gajo tinha arranjado outra. Só por isso, e independentemente de ele ter 17 anos aquando da ocorrência dos factos, nunca mais lhe daria uma abébia. Vá, quanto muito uma night to remember, 15 anos depois mas sem direito a pequeno almoço e adeus e um queijo da serra.

D. achou que o reencontro era kármico (isto já sou eu a disparatar) e voltou apostar no cavalo. O sacaninha não consegue manter-se é dentro da box. Vai daí que o rapaz, que insistia em ter uns dias de férias em Espanha com amigos (ele tem um mês inteiro de férias, ela 2 semanas, nestes moldes íam estar junto um fim de semana), aborrecido porque ela o estava a massacrar com a ideia, chateou-se e, assim, no meio de uma conversa mais acalorada, pô-la a andar. Qu'é como quem diz: "a casa é minha, pega nas coisinhas (tipo, já), eu vou de férias para Espanha e tu não deixes cá nem um sapato que seja".

Agora que ela está assim pró desalojada, a viver com a irmã recém-divorciada (reina uma alegria naquele T1, que nem vos conto), lá vai dando a conhecer um bocadinho mais da sua love story. O tipo gostava de estourar dinheiro em noitadas e whisky, ao ponto de ser ela, que ganha bastante menos que ele, a suportar as contas todas. Vivia sempre em grande estilo, festas e paródias e a D. para o acompanhar andava sempre com umas olheiras negras como África. Já para não falar na guerrilha psicológica que lhe infligia sempre a dar entender que não estava feliz na relação, mas logo de seguida era só baba e amor.

Culpa? Dela. Que aguentou. E caladinha.

Mas ao pé destes meninos, o Big era um santo (já para não falar do closet no Filme 1 e o anel com diamante negro no Filme 2 ...pensando bem, o Big é o máximo!).

E se de repente...

Eu até tivesse feito qualquer coisinha de jeito?
Com reconhecimento?

Eh pá,algo de estranho se passa no reino da Dinamarca.

Vou dormir sobre isso, literalmente.

Ora entao até logo, com o jamie!

Hesito ...

Verdade, verdadinha ...

34

Embrace limitations



Limitations are invaluable for creating successful work: they give you something to push against. From this tension comes brilliance. #the50


Incha, Javali

Ao jantar, nesta agradável noite de verão, um amigo disse a um dos seus "piquenos" que eu era parecida com um javali "pequenino, gordinho" mas "fofinho".

Alguém já viu um javali? É que aqui a visada já viu.

Não sei se rio, se choro ou se vá só cortar os pulsos.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Nada.

Há uns dias, deitada no sofá ancorada no silêncio bom, o Moço questionava-me porque estava tensa e desalentada (para lá de todos os motivos naturais, mas enfim). Dado que por norma  sou acusada de falar demais, e com ritmo de palavras por minuto "assustador"(e alto! crime de lesa pátria para várias pessoas), aparentemente quando estou em mónica-zen, se gera uma onda de preocupação brutal, tipo "está viva?". E parte dos homens têm alguma dificuldade de entender o que quer dizer "Nada" num determinado contexto.

Aos meus "nada", ele insistia. E, pronto, o reactor nuclear arrancou. Em força. Parece que fui assaltada por palavras que existem no dicionário e se juntaram para formular frases que eu ia debitando, de modo assustadoramente calmo.

Basicamente, estou cansada. Ou sem paciência. Ou ambas. Sei que estou farta. De merdas. De chatices. De pessoas cretinas. De me levantar. De ter que tomar banho. De ter que vestir algo que não seja o pijama. Do calor. De comer. De ter fome e, logo, ter que comer. De ter que socializar. De me esforçar diariamente par acordar, para descer a rua, para falar com pessoas.

Dou por mim, nas raras ocasiões em que estou em grupo, fora de casa, a isolar-me mental e auditivamente. Simplesmente, desligo. Não é por mal. Em determinadas circunstâncias a conversa até é interessante; mas na maioria das vezes, estou "nem aí". Mesmo simpatizando com a pessoa ou pessoas em questão. Agrava-se, claro, quando não acho piada alguma ao interlocutor.

É a crise, são os Andrades, é o 4-4-2, é a TSU, são os hotéis cheios, os miúdos, os colégios, é o jogging (está de moda, não HÁ ninguém que não corra, não meça os resultados com a porra da coisinha da Nike e do Iphone, mais a maratona de Nova Iorque - paga-se, sabiam, ó espertos!?-, não há cu que aguente a evangelização, até parece que é um segredo bem guardado durante séculos as vantagens de correr), são os saldos da Zara, é o falso discurso da contenção mas tudo a comprar, são os 500 mil programas de culinária, são os Gordos ("e, tu, quando começas a ir ao ginásio?" - pagas tu, ó 309º idiota que me faz a pergunta ou vou para a estrada nacional dar o lombo?; "e caminhadas, não queres vir?" - para ouvir passarinhos? Da-se), são as séries fantásticas que se descobre (gosto especialmente quando se fala da pachachada da Anatomia de Grey ou da palermice de Uma Família Muito Moderna), é o emprego muito exigente, o chefe que é uma besta (amigos, a sério, querem discutir esse tema comigo?) ... É uma dor de cabeça... E quando alguém se lembra de falar de livros: uns, irritam-me porque só lêem coisas de carneirada; outros, irritam-me pela superioridade intelectual de quem não lê Candace Bushnell. Ou seja, o universo divide-se entre o FdP do Nicholas Sparks e acólitos; e a Ilíada de Homero (que duvido que haja muitos que tenham lido na escola).

Acresce a rotina: são sempre os mesmos locais, todas as semanas, fazer qualquer coisa diferente é um drama. Ou é vira-o-disco-e-toca-o-mesmo ou nada que me faça sair do sofá. Até ir ao cinema é uma dor. É tudo igual. ABORRECIDO!!!

Percebem, não é nada em particular ou alguém em especifico. Há pessoas com quem gosto verdadeiramente estar mas começo a "viajar" na boa, se não fizer um esforço para me manter ligada à terra; outras vezes faço um esforço para não dar uma resposta torta, para simplesmente agarrar-me ao telemóvel e ignorar quem passa.

Há uma apatia que baixou em mim que me dá poucas energias.

Uma delas é claramente já não aceitar que me tomem como parva. Eu trato as pessoas com respeito. Exijo o mesmo. Cancelo "n" planos? Verdade. Mas cancelo-os porque não estou capaz de sair de casa. Nem com 100 drunfes. Não cancelo porque me aparece algo melhor para fazer. Nunca. Acho feio. também não vou muito à bola com a amiga X ter um discurso comigo mas se estamos com a amiga Y, para lhe agradar, toda eu sou um defeito só.  Depois há os que não ligam, não querem aparecer, têm sempre muitos planos ...  é pá temos pena, siga. Amiga de equipa B, esqueçam lá isso.

Também sou particularmente susceptivel ao discurso: "deixa de ser Calimero, há vidas piores, tens muita sorte". Vamos por partes, basto eu achar que a minha vida é uma merda para isso ser suficiente, ok? Basta eu não saber como mudar ou mudar para o quê, que tal já é uma dor que me assiste. Ponto 2: eu não me vou queixar. Eu não ligo à "audiência" com lamúrias. Até sou bastante comedida. Não falo, ponto. Se insistem que eu desabafe, disseque, analise para depois me atirarem à cara argumentos cliché? Menos. Ponto 3: também há vida piores e mesmo assim há quem se queixe dos preços das viagens à Grécia, do gajo que afinal era infiel ou do colégio X não ter vagas para os "piquenos". Porém, quando são dramas destes ninguém se lembra da fome na Somália ou a miséria na periferia de Lisboa.

As minhas (parcas) energias são gastas a eliminar egoismos à minha volta. Estou a ser egoista, claro, mas com o meu posso eu bem e assumo-o. Até porque me fartei de dar para o colectivo com o retorno que se sabe.

As restantes forças são dedicadas a estar verdadeiramente bem com pessoas de quem gosto e que merecem. Em esforço, mas um esforço que faço com gosto.


Em suma, apatia, impaciência, cansaço e aborrecimento. Não vale a pena insistirem perante um "Nada". Habilitam-se!


bastava estar assim...




Grrrrr

Notes to Oneself - II

Vantagem de não ir de férias: 

- fazer a mala. Com listas para não esquecer o que seja (sendo estilo hipocondríaca, levo carradas de medicamentos para tudo). A urgência de estar neste corre-corre a poucas horas de partir, com ânsia de querer dormir mas n\ao  encontrar o cabo da bateria da máquina fotográfica  ou o colar que tem mesmo que ir, vá uma pessoa querer arranjar-se para um programa especial. 

- pior, desfazer as malas. 

- ficar em instalações sem TV Cabo 




As compensações: 

- fazer check-in num hotel. É tão bommmmmm. O friozinho no estômago de antecipação para ver o quarto, a casa de banho, a vista da janela, os armários.

- arrumar a tralha toda de cosmética entre a bancada de lavatório e a banheira. 

- experimentar a cama, as almofadas e pôr os livros na mesa de cabeceira.

- ir à piscina logo pela fresca, antes do pequeno almoço, aproveitar o seu vazio e saborear o primeiro quente do sol matinal. Em paz! 

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Repararam...

No ar crispado da Assunção Cristas na reunião dos parceiros sociais, de hoje?

Rodeada de homens de gravata, estava p*** da vida. Um calor do catano e todos de gravata?! E o ar condicionado senhores? 

Além de que reuniões com tantas pessoas, incluindo sindicalistas, sempre a contestar e a atrasar a agenda, é coisa para não chegar a casa a horas do Preço Certo!

Cristas sofre!

Notes to Oneself

1. Quando não se vai de férias mas está-se sem actividade, não se vive aquele stress e ansiedade dos dias que faltam e a pilha de coisas ainda para fazer.

2. Se não se vai de férias, ninguém nos liga do escritório a perguntar como se liga a impressora, às 8h45 da manhã.

3. Não há despertador que incomode.

4. Não indo à praia, não se leva com areia de putos em correria, idiotas a jogar à bola nem com o cão do senhor ao lado que acha que deve cheirar a nossa toalha.

5. Não se vive stress de regresso ao escritório.


Por outro lado, temos as perguntas inconvenientes:

I. quando vais de férias?

II. para onde vais de férias?

III. estás tão branca, não vais à praia?

IV. queres ver as fotografias da viagem à Costa Rica, da casa do Algarve, da praia no Seixal, do lounge sunset na Quarteira?

V. não comes bolas de berlim, na praia, desde 2006?

Não gosto, não volto

A A. criou uma empresa e no final do ano passado combinou com um designer e consultor de imagem que era seu conhecido (e que ela recomendava para outros trabalhos) que ele iria tratar da imagem corporativa: logótipo, pastas, estacionário diverso. A pagar, não era borla.
Em Março deste ano, perante desculpas "eh pá tenho isso pra' te mandar" e afins, já chateada recorreu a outra empresa que previamente tinha feito trabalhos para o namorado. Estamos em Julho nem sequer a primeira proposta de imagem lhe fizeram. Deve abundar negócio. Aliás, os tipos que lhe iam montar a cozinha e as casas de banho também foram com o palhaço no comboio ao circo.
Há três semanas uma pessoa que conheço foi a um stand de automóveis para ver opções de troca de carro. A meio da tarde. Como estavam "cheios de trabalho", depois de meia hora à espera ficaram com dados do actual carro e do que ele pretendia em termos de um novo. A ideia era mandarem-lhe propostas ou ligarem-lhe para uma conversa. Ainda está espera. A venda de carros deve estar em mega alta, como se sabe.
O Jardim do Tourel reabriu e com uma esplanada gira. A vista é fantástica e a Time Out até destaca. O serviço é péssimo. Duas pessoas apenas e bastava uma porque na pratica só o cozinheiro trabalhava, atendia as mesas e recebia. A outra colaboradora estava mais focada na namorada, ignorava os clientes e em tarde de vendaval lisboeta bem podiam chapéus e cadeiras ter voado que ela não mexia o real rabo. E assim se estraga um sítio com potencial e um hamburguer bem bom.
Há umas semanas descobri umas botas, em saldos, na Mood, em Santos. Só restava o 36 que não me servia. A empregada ficou de me dizer se ainda arranjavam o 37 e assegurou que me ligariam caso não conseguissem. Como já se vê, nunca mais vou à Mood às compras. Não, não ligaram. E não, não tem movimento.
A Carolina Herrera do El Corte Ingles tem um atendimento do mais arrogante possível. Pessoalmente, e excepto uma unica vez, nunca tive uma boa experiência lá. Prefiro ir à Avenida da Liberdade.
Mais do que nunca, a excelência do serviço é fundamental. O passa a palavra é potenciado pelas redes sociais. Em tempo de contenção de custos, o consumidor tem tendência de ser mais exigente. E em crise, nao saber valorizar e fidelizar um cliente é a morte do artista.
Mas, de facto, em Portugal há uma lacuna grande quer nas empresas que não se preocupam, ou preocupavam, em assegurar um tratamento adequado ao cliente quer nos clientes que comem e calam com muita facilidade.
Neste deserto, há oásis que são de estimar. A óptica Olhar de Prata tem uma equipa fantástica e lojas  como a Massimo Dutti do Saldanha, a Bimba y Lola Saldanha, ou a Uterque Colombo e Vasco da Gama  têm colaboradores  prestáveis, cuidadosos, atentos e que primam pela simpatia. Já para não falar da eficiência e rigor da Machado Joalheiro que tem um atendimento personalizado impecável.
Mas não vale de nada falar e não agir. Eu queixo-me, reclamo (houve uma fase na Fnac do Colombo que tinha vontade de lhes bater, e chateava-os até mais não, mas até a esses se acabou a mania) e deixo de ir/comprar/recomendar.

PS. Nova oportunidade ao Jardim do Tourel. Correu melhor. O rapaz, de facto, sozinho faz a diferença. No fim, dar factura foi una complicação. Algo que é obrigatório de dar era, na opinião de uma outra colaboradora, impossível depois de fecho da conta. 2 minutos depois o rapaz aparecia a correr, quando já vínhamos nas escadas, com uma factura. Lembrou-se de como podia ainda emiti-la. O miúdo é uma simpatia mas ó Time Out menos nos elogios, sim?



a massa de que somos feitos

Longe de mim querer parecer a Fátima Lopes ou a Júlia Pinheiro mas há historias que me tocam mesmo muito.

Há menos de 3 anos, S. era uma bem sucedida executiva que, depois de anos numa multinacional, onde fez carreira mal saiu da faculdade, liderava uma unidade de negócio específica. As coisas corriam bem, tinha uma boa equipa, autonomia e resultados. 

Entretanto, a casa-mãe no centro da Europa decidiu vender aquela unidade a um concorrente, mundialmente, e os novos donos consideraram que o investimento em Portugal era desnecessário face ao retorno e face à mega estrutura que existia em Espanha.

S. deu por si, em poucas semanas, desempregada. A empresa à qual  originalmente pertencia não tinha lugar para ela e restou-lhe a indemnização e arrumar a trouxa. 

Apesar de tudo não foi um drama. Tinha 33 anos, a quantia que tinha recebido era um valor seguro e podia  dedicar-se uns tempos ao filho, de 2 anos enquanto procurava opções. 

A partir daqui, uma merda. 

Com tempo livre foi fazer exames de rotina daqueles que adiamos porque temos sempre imenso que fazer. Quase de imediato, diagnosticaram-lhe cancro. 

Quem já acompanhou alguém sujeito a tratamentos de radio ou quimioterapia sabe o desgaste físico e emocional pelo qual os pacientes passam. É igualmente fortíssimo para quem está próximo, claro, mas nada comparável a quem sofre na pele. 

A meio do processo o marido desistiu. Era um cenário demasiado intenso para ele aguentar sobretudo porque andava a adiar comunicar-lhe, desde que S. tinha ficado desempregada, que o casamento tinha acabado para ele . Já não gostava dela logo  não se sentia obrigado a  suportar aquele contexto. E saiu de casa. 

Neste momento, o fundo de desemprego está prestes a acabar. Felizmente, o cancro está aparentemente morto mas ainda esta sob monitorização. O divorcio é oficial. 

Com este percurso, S. reviu várias vezes o filme e as suas expectativas mudaram. Face às pessoas, face a cada dia que acorda e beija o filho. Apesar das contrariedades, das lágrimas e de ainda "bater mal" em certos momentos, agora quer redescobrir-se. 

A vida é demasiado curta, com episódios efémeros que se sucedem, para se ser o que não se é nem o querer ser. Creio que foi o que mais impressionou pela positiva na história de S. Depois de tudo que se passou, e no meio de uma crise "colossal", recusa-se a voltar à fracção que antes era uma certeza. 



Novidades Damas de Copas


Novidades
Três soutiens para o Verão
Não existe um soutien ideal para todo o tipo de roupa! Veja como escolher os três soutiens mais adequados para o Verão e retirar o máximo de proveito das peças típicas de Verão, como sejam: as T-shirts claras, aroupa decotada e os tops ou vestidos em cai-cai.

O tipo de soutien que deve usar depende do seu tamanho e formato de peito. Veja as nossas três propostas e visite a Dama de Copas para criar o seu armário de soutiens para o Verão.
Peito pequeno
Peito médio
Peito volumoso



Areia para os olhos

Consta que ano após ano, o Manta Beach monta a tenda por tempo curto, um mês, arranja confusão e, depois do furor mediático, levanta arraiais e adeusinho, tipo ciganos. 

Todos anos a bela ideia aprovada pelo Presidente da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, animado pelo retorno económico da rambóia, dá problemas. 

Faltam todas as licenças (funciona com as mínimas possíveis que a Câmara permite), o nível de ruído incomoda a vizinhança toda, o caos gera-se com o excesso de pessoas. Um conceito vencedor aos moldes de Portugal. 

Também sido costumeiro que a ASAE dê o ar da sua graça. Mas fechar o carnaval é que ninguém se chega à frente. 

Este ano, e dado a amizade de Maya com o Pedro Miguel, desconfio que também não acontecerá. 

Mudança é uma palavra tão bonita...... 

terça-feira, 26 de julho de 2011

porque adoro Alain de Botton

(...) "a ilusão mais comum e prejudicial que assolava [as pessoas] era a noção de que deviam, de uma maneira qualquer, e no decurso normal dos acontecimentos, ter intuído  - muito antes de terem concluido as suas licenciaturas, constituido familia, comprado casas e chegado ao topo da carreira em escritórios de advogados - o que deviam ter feito das suas vidas da maneira mais adequada. Sentiam-se atormentados pela noção residual de que, devido a qualquer erro ou estupidez da sua parte, teriam passado ao lado da sua verdadeira "vocação".


(...)


Deixei a empresa de Symons com uma nova percepção de crueldade irreflectida, discretamente presente na magnânima presunção burguesa que nos leva a acreditar que todos podemos encontrar a felicidade através do trabalho e do amor. Não se trata da questão de essas duas entidades serem incapazes, invariavelmente, de nos proporcionar um sentido de realização pessoal mas sim, e apenas, do facto de quase nunca o fazerem. E quando uma excepção é interpretada erroneamente como uma regra, os nossos infortúnios individuais, em vez de nos parecerem aspectos quase inevitáveis da vida, pesar-nos-ão como maldições em particular. Ao negar o lugar natural reservado à ansiedade e ao erro na condição humana, a ideologia burguesa nega-nos a possibilidade de consolação colectiva pelos nossos casamentos turbulentos e pelas nossas ambições por explorar, condenando-nos a sentimentos solitários de vergonha e tormento por termos falhado teimosamente em tornarmo-nos quem somos. "


Alain de Botton, Alegrias e Tristezas no Trabalho


Irra, que este homem é mesmo esperto! 

ficção vs. realidade

Como já não me bastasse tudo o resto que de manhã faz parte do meu ritual de maquilhagem, ainda acrescentei mais duas destas maravilhas que visam colmatar aquela chatice chamada ser branca como à cal.  

Só não gosto muito de que a modalidade do Schimmering - Effect Lumiére ser assim em frasquinho sem doseador. Uma pessoa já com pressa e está à espera que caiam as gotas para espalhar pelo corpo.

Uso, ainda, o gel bronzeador para o rosto, após a base. A ver se faz algum tipo de milagre! 

Gosto do gloss. Fica uma cor gira e é hidratante.




We're all goin' on a summer holidays


Há 3 anos que não tenho férias. Como o nome indica. Com saída do meio ambiente “normal”, com praia, sol, ou cidades novas, não fazer nada ou correr “calçada”. Fazer a mala e partir.
A ultima vez que estive fora uma semana inteira, num hotel (era mais uma pousada no interior alentejano),  com piscina, livros e pequeno almoço daqueles à maneira foi em 2009. E foi uma semana de tensão, num clima pessoal complicado, de preocupação e já alguns (demasiados) quilos a mais. Se me diverti: nem por isso. Descansei, li muito, não se fazia nada, a a piscina era mínima e às vezes era atacada por crianças em bandos e aos berros. Não era o ideal, mas era bom. A minha cabeça é que estava demasiado a bater mal para estar ali.
O ano passado, na transição de trabalho (rica ideia, pois então!), em Setembro, já só estava destinada a ir algures sozinha, optei por não ir. Este ano, não vamos sequer falar no nebuloso contexto da minha vida neste momento.
Tirando umas ocasionais idas a Viseu, alapar-me em casa de amigos por alguns dias, Lisboa tem sido sempre o meu poiso. Ir ao médico, ao cinema, aos bancos (fugir deles, melhor dizendo), beber café com alguém que eventualmente esteja por cá e dedicar-me a dormir, ler, dormir.
A conjuntura tem sido propicia por “n” factores. Há questões profundamente intimas que o justificam, desencaixe de agendas e, sem ser de somenos importância (bem pelo contrário), os constrangimentos orçamentais. Não é um ataque de Calimero, são factos.
Estar em Lisboa nesta época tem as suas vantagens. Não há tanto transito, há menos pessoas para brunch ao fim de semana, menos espectadores irritantes no cinema. Reina uma certa “paz” quebrada nas zonas mais apelativas pelos turistas. Até se está bem. Mas não é a mesma coisa. A mente habituou-se ao faz-a-mala-confirmar-se-temos-tudo-leva-mais-um-livro e ir. Só no movimento de fechar a porta, assegurar que o gás ficou desligado, dizer mentalmente adeus até daqui uma ou duas semanas, há um "peso" que sai dos ombros. Parece que nos é dada autorização para fazer um pause-still  e, agora sim,  vamos ter uns dias como devia ser a vida. 

Por muito que seja ou excessivamente aborrecidas, entre a piscina, a leitura e arranjar um sitio para jantar, ou muito cansativas entre a praia, o vir da praia, banho, mudar de roupa e noitada, a paragem das férias dá-nos uma falsa ilusão de que, ok, nem sempre é fácil o dia-a-dia mas temos estes momentos de "caga nisso". Mesmo que o façamos em casa, o efeito "caga nisso"  é quase nulo. Dormimos na mesma cama, vamos tomar o pequeno almoço a sítios pelos quais passamos o ano inteiro, a televisão até è a mesma. E o que eu dava para ir para um sitio sem metro ou autocarros.

Agora que gradualmente estão todos que conheço de partida, e pensando pragmaticamente, não sei muito bem quando vou voltar a ir de férias. Do mesmo modo que a mente se habitua a estes interlúdios que servem para descansar, repor energias, conhecer novos lugares ou cair na rambóia, também, eventualmente, se desabituará. 
Há milhares de pessoas que, pior que eu, não tiveram hipótese alguma de ter férias. Dos sentimentos delas não posso opinar, mas eu sei que já estou numa fase em que só poder dormir até à hora que for e andar de pijama, é triste reconhecer, lá terá que ser e dá-me algum conforto. 

segunda-feira, 25 de julho de 2011

me, myself & I

Para que não digam que sou um ser carregado feitio soviético, atentem a "piquenos" pormenores sobre a minha humilde (coff, coff) pessoa: 

- fui bebé do ano da Bledina, ou seja, comida à borla no meu 1º ano de vida. Pais logo a lucrarem. 
- um verão, com 3 anos, só comi ovos, iogurtes, fruta, pão, leite, gelados. Todo o santo dia. Pediatra amoroso validou o devaneio. 
- sou alérgica a peixe. Dá-me coisinha má de ir parar ao hospital. 
- ainda hoje não percebo muito bem, nem tento perceber, como funciona o fax. 

- aos 11 anos li O Amante de Lady Chatterley, o Monte dos Vendavais e a Madame Bovary. Estava aborrecida e a biblioteca lá de casa permitia-o. Os livros sempre foram os meus amiguinhos do coração.
- Parti a perna (ou melhor, parti o perónio e fracturei a tíbia em "S" ... comigo nada é simples) num hospital. True Story! 
- o meu melhor amigo (um dos três) deu-me cabeçada, fui para o hospital e andei com o olho negro 2 semanas. 

- falei com o Álvaro Cunhal ao telefone e fiquei a tremer. Momento único. 
- a minha afilhada foi o bebé/criança que mais amei. Tem 20 anos. 
- o Pedro e a Cereja são as dois únicos seres que fazem de mim o que querem. 
- adorei o meu curso mas, visto em retrospectiva, a faculdade foi uma treta. 
- ao dia de hoje, queria muito ir-me embora de Portugal. Não sou feliz e gostava de me aventurar a viver de outro modo.
- desde criança, gosto mesmo muito de dormir. 
- já usei aparelho (duas vezes, uma delas em adulta), óculos, extensões, permanente de pestanas  e já fui vários tons de louro, inclusive o original (long time ago), bem clarinho. 
- gosto de series de TV. Muito. No entanto, não sou fã das mais afamadas: Grey's Anatomy (de cortar os pulsos), Glee (WTF?), Mad Men, Weed, Californication, Dr. House (a menos má), Lost (que falta de paciência....). 
- ainda choro com E Tudo o Vento Levou. E, exposta a isso, com o Bambi, certamente. 
- por muito danada, lixada, derrotada, triste ou farta do mundo que eu esteja há uma pessoa que faz sempre rir: mestre André. 
- tenho fobia, FOBIA, a balões e algas. 
- as minhas flores favoritas são rosas brancas. E margaridas. 

- já pesei 50kg. LEGEN-wait for it- It's gonna be awesome- DARY!