domingo, 30 de setembro de 2012

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

é sexta feira, yeah!

Esta semana do caneco merecia, clamava, por uma sexta feira. Porra!


ps. miuda, não vás arranjar as unhas, não!

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

e tu e eu, o qu'é que podemos fazer?

E agora, amigos (pra' lá de feios, mas vá), como é a nossa vida, uhm? 


So true

E há tantas maneiras de um coração se quebrar. Não é apenas a desilusão amorosa.



Independentemente do "como" ou "porquê", cicatrizar é uma porra.



True story.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

solta-se o nuno rogeiro que há em mim

Não vi os Emmys...

Isso já foram tempos. Além da gripe, o sono é algo que valorizo muito mais do que qualquer outra coisa. Aprendi aquele mantra do "se não gostar de mim..."

Nem sequer o Red Carpet. Tentei ler uma páginas de um livro que teima em não acabar mas sucumbi que foi uma loucura.

Não obstante já fiz uma ronda pelos modelitos e ainda não encontrei o "loved one". Vou indagar mais, evidentemente (ou não, porque tenho uma Máxima para ler), mas para já fica a minha incompreensão pelo fascinio que o vestido Zuhair Murad da Sofia Vergara exerce sobre os demais.

A moça é voluptuosa, de facto e clap clap  para as suas curvas. Não vejo é necessidade para continuadamente paracer que mais um golo de champanhe e não são as cuecas que caem, é o vestido que rebenta cá com uma pinta.

Depois, o brilho do tecido, o corte no peito, as alças, aquele triangulo, é tudo muito exótico mas também... muito pouco classy a bem da verdade. A sério, tem tudo para ser muito catita, porque ela enche o decote, tem anca, e o vestido não fica uma coisa sem gracinha alguma, mas depois fica too much.

Não vou lá, não sei!





domingo, 23 de setembro de 2012

constatações outonais



O amor deles é apenas e só uma sombra quando não há uma palavra de orgulho ou elogio, nem que seja um Oscar de La Renta vintage num corpo de miuda de 25 anos. 

A indiferença diz tudo.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Crónica de uma Loucura Anunciada ≠ 5

É verdadeiramente gerador de urticaria emocional chegar a casa, até bem disposta e tal, e perceber que se calhar vivo numa residência académica ou montaram o cabrão de um bar universitário mesmo à porta do prédio, tamanha é a profusão de uma espécie de cruzamento de empregados de mesa com Batman, orgulhosamente envergando os seus trajes sob este calor, capa numa mão e cerveja noutra. 

Tão estúpidos, benzadeus.

Mas com todo direito de praticarem a estupidez e a boçalidade derivada* da anuência das faculdades, dos limites intelectuais destes jovens, pais e professores, chateia, vá, aborrece, que venham marrar com a minha pessoa, até altas horas, e com efeitos sonoros elevados, no reduto da minha tranquilidade: casa. 

Vão para o seu habitat, ide, ide. É que euzinha usei um traje, altamente adulterado dado o tamanho da saia (outros tempos!) por duas ocasiões, e num dos raros momentos em que na vida adulta acedi a fretes familiares de bom grado mas em total desacordo.

Mesmo assim, vestir-me com um cangalheiro de mini-saia não me transformou, sei lá, num membro de uma tuna, certo?

Pensei que viver perto de uma universidade tinha vantagens como fazer uma pós graduação (dá-me assim loucuras), ter transportes mesmo à porta (desde cá estou a sacana da Carris já me deu cabo de duas rotas), um sitio para tirar fotocópias  de urgência... Mas isto? É pá, não me lixem!



*termo acarinhado por uma certa pessoa por quem nutro apreço. Não tenho culpa, a pessoa em questão vê a Casa dos Segredos. Sim, o meu apreço está em equação. Seriamente.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

I ❤ Bags

                                                        


Coach
Madison leather lindsey satchel



Crónica de uma Loucura Anunciada ≠ 4

Só de pensar no meu dia de amanhã, e fico em transe.

Doem-me as costas, fico com pânico só pensar que eventualmente terei de ir dormir.

É que tenho tanto mas tanto para fazer que realisticamente sei que não vou conseguir. 

Mais a freguesia que me vai aparecer à porta a pedir coisas, das mais sérias e prioritárias às mais ... GET THE FUCK!

E já estou podre hoje, a responder emails para adiantar "expediente".

Nem quero pensar. 

Senhores, isto não está nada fácil, tenho a moleirinha em processo de "tenho medo"


terça-feira, 18 de setembro de 2012

Esperái pôr minhas mãos em ti!

Se não consegui ler, nem à primeira nem à segunda nem à terceira (e depois desisti) os Pilares da Terra (nem a série!), se o Preço do Dinheiro não está a ser assim "aquela" coisa, o volume I da trilogia O Século - A Queda dos Gigantes foi "papadinho" num instante apesar das suas 928 páginas (que dificulta a logística da leitura nos transportes públicos e a mobilidade da coisa).


Confesso que gosto muito de livros históricos (menos Idade Média, está visto!) e que atravessam largos períodos de tempo e o Ken Follett fá-lo magistralmente na Queda dos Gigantes. As personagens articulam-se com coerência no contexto social, geográfico e circunstancial em que vão "passeando" diante dos nossos olhos.


Hoje saiu, por fim, o segundo livro: O Inverno do Mundo. A vida das cinco famílias que protagonizam a trilogia é continuada pela segunda geração enquadrada pela emergência do Terceiro Reich, a Guerra Civil de Espanha, a II Guerra Mundial, o nazismo e o Holocausto, as bombas atómicas e o início da Guerra Fria.


Vai para a pilha. Mas tem que vir. Não vai esperar muito tempo.



*O Vale dos 5 Leões também se lê muito bem.

wishing upon a star ≠ 42

Sonhar ainda não paga TSU

Branca ou preta? Uhm?!

Come to mama





Na verdade, estou lá #58


ACQUA MANOR

Brava Beach, Punta del Este, Uruguay
























lindo, lindo

Não sou fã dos sapatos do senhor ... horror, heregem eu sei. Mas é assim

Mas acho esta frase, retirada do site das Havaianas, 5 estrelas.

Talvez porque adoreeeeeeeeeeee flip-flops.



segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Podia acabar o mundo ...

Simple things RULE
(ou como o supermercado americano Liberty me levaria, na boa, de arca frigorifica ambulante a uma autocaravana).

São os meus all-time favourites, até porque me lembram a infância. E a pessoa mais importante da minha vida, que mos trazia da Base das Lajes. Associo estes chocolates a regresso, a um cheiro, a colo. 

Aquele supermercado na Praça de Espanha... Como sofro!


domingo, 16 de setembro de 2012

sábado, 15 de setembro de 2012

a voz de cada um: 15 Setembro 2012

Cada uma das pessoas que se juntou hoje às manifestações terá razões pessoais mais ou menos acentuadas, mais ou menos dramáticas, mais ou menos sensatas, mais ou menos equilibradas. Globalmente, há uma preocupação comum: "e amanhã?"

Para alguns, o amanhã, e a severidade, dos efeitos, já começou a sentir-se ontem. Para outros, tal ainda não se perspectiva, mas o receio grassa e amigos, familiares, conhecidos já penam.

Para outros, há uma carga ideológica forte na sua opção de manifestar-se. Até porque não votou neste governo logo  mais fortemente rejeitam estas medidas.  

Bom, há "n" contextos. O "eu e as suas circunstâncias" como diria Gasset.

Aceito que houve um momento em que as coisas tinham que parar e mudar radicalmente. Compreendi que as primeiras reformas tivessem que ser implementadas (aumento dos escalões de IRS, aumento de IVA). Não as vi como as melhores medidas, não consegui ver qual o propósito a médio-longo prazo mas entendi a necessidade de todos contribuirmos para um esforço colectivo. Arregaçar as mangas, trabalhar, cabeça erguida e seguir em frente que é o caminho.

Não sou contra a Troika. 

Pelo contrário. Se nos emprestam dinheiro, temos que pagar, tal e qual como acontece na nossa vida pessoal. E é normal que haja acompanhamento periódico para ver se o dinheiro que cá é posto não anda a ser desviado para casas na Quinta do Lago (ou cavalos em Alter do Chão). 

Aliás, a Troika devia ter assumido o governo do país de forma transitória e independente. Porque está claro que não há, in-house, competência nem apetência para "limpar" a casa. 

Se chegámos ao ponto de necessitarmos de uma intervenção, e ainda que haja muita culpa na especulação nas agencias de rating e nos grande bancos de investimento que manipulam os "mercados", foi sobretudo pela má gestão ou gestão negligente de antigos governantes. 

Por descuido, por ignorância, por incúria, por má fé, por intencionalidade recorrente, os sucessivos governos que os nossos pais e nós fomos elegendo, foram fazendo deslizar o país para areias movediças. E nós habituá-mo-nos a um nível de vida, acima das nossas possibilidades, como se não houvesse amanhã. Um dia, isso acabou! Puff.

Então, se chega a Troika com medidas de austeridade, se é necessário começarmos a mudar o chip e o modus operandi, quem quis (nota: Passos + Relvas & Portas candidataram-se, ninguém os obrigou a ir, e sabiam que o que iam herdar era mau; e MESMO que tenham sido enganados, só se fossem parvos é que não desconfiariam que o cenário fosse pior!) assumir o fardo tinha uma oportunidade única de fazer o que nunca fora feito: limpar tudo. 

Investigar quem errou, como e quando. E actuar. 

E abrir uma guerra sem quartel à pandemia de corrupção e compadrio nos organismos públicos, nas câmaras municipais, nos ministérios, nas secretarias de estado, os assessores em excesso, nas secretárias com motorista porque o ministro tem dois carros à disposição, nos familiares e amigos nas administrações da PT, da RTP, e afins, nos contratos de ajuste directo inexplicáveis, no numero de deputados em excesso, nos deputados que acumulam reformas e/ou acumulam empregos, nas ligações perigosas com as grandes empresas do costume (Mota Engil, Grupo BES, por exemplo). O despudor total à solta. 

Mas era esperar de mais de Passos, um tipo que podia (podia) ter boas intenções mas não tem uma ideiazinha sua naquela cabeça, nem capacidade construtiva para fazer o que seja. E de Relvas só se pode esperar uma coisa: que se for lá a casa jantar não roube nada nem se atire à mulher do anfitrião. 

Em vez de dar exemplo de "austeridade" ética, brotaram boys por todo lado, desde cedo começaram os disparates e as decisões tipicas de um governo sem preparação, sem tino e gerido, no que toca à Troika, por um maniaco com uma fixação só dele e de rédea solta; e, mais grave, por um gajo caciquista a gerir agenda própria, tão notoriamente e de forma impune. 

Admiram-se que uma pessoa se farte? 

No meu caso concreto, e independentemente dos danos em termos de orçamento doméstico que tenho sofrido nos ultimos anos, mais drasticamente em 2012 e, pior ainda, pelo que se espera, em 2013, o que me indigna, o que me lixa a vida, é a neblina mal-cheirosa em torno das Privatizações e do senhor Borges (ao pé de quem o Jorge Mendes é um "menino"), um sacana que chegou com o seu saco azul e vá, toca a enchê-lo. 

É o Gaspar com as suas opções solitárias a direito, sem olhar às circunstâncias. 

É o Relvas ... being Relvas. 

É o Passos a mostrar clara, e cobardamente, que não sabem fazer, não estão a tentar fazer, não estão a procurar opções, que não tem opinião, que não sabe, que se calhar é melhor virem mas é os advisors que ele vai ali cantar um pedacinho com o Paulo de Carvalho depois do jogo da selecção e vocês, olha, pois tenham um fim de semana dentro do possível, depois de levarem com a merda que atirámos para a ventoinha. Mas desculpem, sim? Custa muito, mas não sei se há mais caminhos, o relatório dos advisors não explicava bem e já estou atrasado para o concerto.

Mas lá se aguenta um idiota chapado sem coluna destes? Uma barata tonta desnorteada que tem a nossa vida na mão?

O país não se pode dar ao luxo de, numa fase em que nos exigem sacrifícios, não ter uma liderança forte, efectiva, coerente com uma argumentação racional e uma atitude credivel e mobilizadora. 

Eu não quero que a Troika se vá embora. Num contexto ideal, ficavam e fazíamos outsourcing governamental. 

Até porque, a bem da verdade, no panorama politico não abundam soluções viáveis e as pessoas competentes há muito que partiram ou estão de mala de cartão em riste. 




Planos para o fim de semana

Recomendaram-me ir à C&A ver roupa para a boda.

Consta que é uma boa opção para básicos em tamanhos grandes.

Sim, o autor da recomendação ainda vive.

Sim, claramente nunca vestiu nada acima do 36.

Surpresas? Bloody hell!

Mas vou equacionar. Factos são factos. 2 garrafas de vodka depois lá entrarei, se for necessário.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Quão bela

Aos olhos de outrém pode ser Lisboa!

Este blog, {this is glamarous}, é de um bom gosto de suspiros e almofadas (expressão que inventei agora a pensar em coisas que são deliciosas), e a autora da série Take Me Away é uma canadiana que se perdeu pela luz de Olissipo.

http://www.thisisglamorous.com/2012/08/take-me-away-33-lisbon-portugal.html

Admirem.

a TVI a ajudar o Governo

Quando esta bela merda começar, o povo serena.

Tudo agarrado ao LCD domingo á noite em em frenética discussão sobre o minuto a minuto no Facebook.

Manifs? Só se for na Venda do Pinheiro ou no raio que os parta onde gravam estes acidentes neurológicos


quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Básicos

Ouço continuamente que tenho que gostar mais de mim. Pois é, isso é muito bonito, ficam todos muito bem na fotografia ao dizê-lo, mais aliviados porque fizeram uma boa acção mas not gonna happen.

Shit happens.  Ninguém tem culpa portanto cada um na sua, só não tentem sequer ousar pensar que me percebem. Não fazem puta ideia. E ainda bem.

Sim, de facto não sou propriamente a minha fã numero 1. 

Não quer dizer que não tenha manifestações de self-love à minha maneira. E o facto de há muito ano andar-me a besuntar com cremes, é uma delas. 

É verdade. Ainda era adolescente e já usava os 3 Passos da Clinique, ainda não trabalhava e já usava hidratantes ou de farmácia ou de cosmética selectiva. E com maquilhagem, apesar de durante muito tempo se resumir a base, pó bronze e máscara, sempre tive muito cuidado. Desde os 18 anos que não uso shampoo de supermercado. 

Hoje em dia, tenho pilhas de produtos a inundar a casa de banho e a mesa de cabeceira. É uma delicia. Uso tudo, e mais tempo de manhã tivesse e menos soneca fosse à noite, mais usava. Sou uma sortuda do tamanho da minha sombra. Uma privilegiada. Porque gosto mesmo muito de serums, tónicos,  iluminadores, glosses, pó bronze, perfumes. 

Neste momento, no dia a dia, na carteira, para SOS, andam comigo 3 básicos: 

- Bronzer Blush Duo da Bobbi Brown (para salvar alguma coisa deste ar horribilis). 
Esteve sempre esgotado, mas consegui arranjar um em Junho no El Corte Inglês e acompanha-me desde então.

- Even Better Eyes Dark Circle Corrector da Clinique (magia para as olheiras; geralmente coloco de manhã, mas como durante o dia a minha pele absorve tudo, volto à carga. Gosto muito).

- Chubby Stick Heaping Hazelnut da Clinique (dá cor e super hidratante). 








De manhã, como creme hidratante, estou rendida ao novo Creme La Mer Soft Cream, que é uma nova fórmula do mítico Creme La Mer, com as mesmas fortes propriedades regenerativas e hidratantes, mas numa textura mais fluída, mais leve e com luminosidade (boa aposta para quem não tem pele oleosa). 

Já uso matinalmente um serum regenerativo da La Mer e esta combinação está a deixar-me muito satisfeita. 


NOTA: à noite ninguém me tira o Advanced Night Repair (Estée Lauder). Rosto, pescoço e mãos. Top, top. 

Podia estar aqui horas... 





Crónica de uma Loucura Anunciada ≠ 2


Madrugar para fazer exames médicos.

Madrugar já é mau. A uma sexta feira, péssimo porque a pilha de coisas na secretária não são proactivas para se fazerem sozinhas.

Prognóstico: litradas de sangue vão sair. Não sou pessoa de ter medo de agulhas, que seria! Nem me faz confusão tirar sangue. Mas 3 horas nisto é assim um pedacinho de mais. Espeta agulha (nota: as minhas veias são umas cabras e só aparecem 10 minutos depois de serem picadas), tira, pára, bebe mistela hiper cheia de açúcar, espera, volta a espetar a agulha, tira, pára, esperar deitada, reiniciar, tira mais uma garrafa de 0,33cl, pára, faz o pino, voltamos a tirar, and so on. Ao fim das tais 3 horas, com sorte, hão-de me deixar ir.

Para agravar o prognóstico, tudo isto se passa em jejum. 

E aqui sim, fico puta da vida. Porque posso ter nascido para sofrer mas não foi para fazer Ramadão. Muito respeito pela coisa e tal, mas sou incompativel com a fome. Adorava que assim não fora. Teria uma existência, por fim, feliz, certamente, mas dommage, não há cá disso. 

Estou a sofrer por antecipação? Pois sim, minha boa gente. Uma das minhas melhores especialidades. 

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Crónica de uma Loucura Anunciada ≠ 1

Até há poucos anos (nem assim até há muito tempo mas ao que parece que foi uma eternidade, uma outra galáxia temporal), o meu hobby eram compras.

A-D-O-R-A-V-A. Dava-me imenso prazer. Era um escape, um passatempo, uma forma de libertar energias, de estar sozinha horas sem me chatear. Era um vicio que elevei a forma de arte. Tinha olho para a coisa. 

De repente, passou a ter menos piada. Passou a ser algo que fazia mais espaçadamente, que me gerava frustração e que, lá pelo meio, ocasionalmente me deixava bem disposta quando acertava no contexto vencedor: time-opportunnity-budget-fab!

Depois veio a fase "não me apetece". 

Cheguei, por fim, à etapa em que COMPRAS me gera medo.

É o efeito regresso às aulas que baixa em mim se eu alguma vez tivesse sido um miúda tótó agarrada às saias da mãe a fazer birras. Entrar numa Zara cria-me tamanha crise de ansiedade, um aperto no peito que mais depressa acedo ir ao dentista. 

Ir às compras faz-me chorar. True story.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Mental Note

Por onde começar? É que uma pessoa tem começar a escrever Post-its e colá-los na cabeça, nas mãos, nos braços a ver se evita desgraças. 

Manhãs: evitar os mesmos trajectos. Please... Já não se aguenta. Dia sim, dia não, quando lhes apetece ou levantar-se mais cedo ou ir de facto trabalhar, lá tenho que gramar com o Carlos Moedas e seus "piquenos", no seu ar agitadinho, alegrote, de desenho animado frenético mas a quem nunca corre uma bica de suor, nunca está amarrotado, nunca terá uma ruga. A opção é o azeiteiro do Marco António (Costa) com o seu estilo-Rui-Santos-mas-num-dia-(muito) mau, todo ele lavadinho mas com ar desmazelado, mais para agente de futebol do que para Secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social. 

Eu mereço, não? Pois!

Em seguida, deve ser porque fico atordoada, insisto em ser roubada e mal atendida, eternamente à espera e rodeada de franceses (que insistem em complicar um processo já de si complexo que é o "pedido" na Kayser), sim, porque com o regresso às aulas no Liceu Francês, acabou-se o descanso do pequeno almoço sem aquele idioma como musica de fundo.


Ao fim do dia (vulgo, já noite), estafada que nem uma burra de carga, à morte de vazio mental, calha-me a) o Gaspar (finalmente percebi que para além de estupor de um raio, chato ao quadrado, é de facto parecido com o Mr. Bean); b) a porra da selecção (e a demencial histeria em seu torno... WHY???); c) e a Gabriela (oh bafio ido dos anos 80 quando éramos tão desgraçados), que não é vintage, é apenas uma novela, sosseguem o pito e move on, p'loamordasanta. 

Só me faltava um espectáculo de rancho e, juro, chorava.

Mental note: tenho roupa para arrumar e esqueci-me que queria ir ao cinema hoje. 






Na verdade, estou lá #57

Gansevoort Meatpacking NYC
18 Ninth Avenue (at 13th Street)
New York



Breakfast at Gansevoort
Vivia aqui, tipo, já!

























Então, adeusinho...


via www.hotelgansevoort.com