domingo, 8 de junho de 2014

Sistema GPS de facto util

Pessoas que nos conhecem bem são aquelas que perante o facto de estarem milhões de pessoas em Paris, sob 30º graus humidos, eu com um email a explicar onde nos deviamos encontrar no ipad, ele munido do seu ipad com o google maps aberto, eu de mapa da cidade à turista, a caminhar ao longo da Concorde e, mesmo assim, muito pragmaticamente recebo as seguintes indicações: 

"Passas a Zara, a HM, a Swatch, também há um Mcdonald's. Viras na Oysho à esquerda. Aí é só seguires o nome das ruas."

Cheguei primeiro que os anfitriões. Uma hora depois, sempre a andar. Não me perdi, não parei para perguntar mais nada. E o restaurante impecável. "Trés bon." A 5m. da exposição que ia ver a seguir. 

terça-feira, 20 de maio de 2014

Houvera danones gramaticais

Coisas que (ainda) me surpreendem: pessoas que dizem "prontos". Ou numa derivação muito própria, "prontes". 

De forma abrangente. Nem sequer se pode dizer que é uma erro de programação geracional. É um lapso de ignorância que o senso comum podia corrigir. Bastava um "bocadinho" assim... 

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Vogue goes on acid numa levada perto de si

Yeezus volta que estás perdoado. 
Kapinha faz escola. 
Mario Testino ao nivel da Nova Gente. 

Podia estar todo o dia nisto. 

quinta-feira, 15 de maio de 2014

A estranheza é um lugar comum

Nail art (porquê, senhores, porquê?) em abundância e em laivos criativos que faz corar uma stripper honesta. Combos matchy matchy de Eletta Vilamoura com Pandora, um mix vencedor em toda a linha e que em nada fere a vista incauta. O Olivier disputado entre unhas falsas partidas e facas no pescoço na recriação pós moderna do Eu Tenho 2 Amores (uma loura, uma morena) - um guilty de sedução que não se consegue explicar em nenhum Harlequin. 

Posto isto, a Alexandra Solnado no Parlamento numa Comissão de Saude... Pacifico! 

segunda-feira, 12 de maio de 2014

A campanha anda aí

Tudo bem que começaram a beber copos (que mais se pode fazer face à falta de argumentos e perante o histórico?) mas o que se retêm deste dia de campanha do arco da governação? Francisco Assis diz "há 3 anos atrás". 

Está certo! 

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Inesperadamente, a semana passada

Uns dias bons.

O  25 de Abril. Comer caracóis, os primeiros deste ano. Passear e trabalhar no Porto, deambular nos Clérigos. Diariamente, sessões de The Newsroom e Melhor do Que Falecer. O Pedro Mexia e os ferrinhos na emissão especial do Governo Sombra (e a banda sonora e a Manuela Azevedo e as citações certeiras de Salazar bem seleccionadas por Ricardo Araujo Pereira). O Benfica, tão grande! Opá, o Benfica ❤️

sexta-feira, 18 de abril de 2014

gaja à beira da loucura

Isto pode paracer a demência absoluta mas já estou por tudo.
A Alexandra Solnado (isso mesmo, este post vai por esse caminho...) dizia numa entrevista, há umas semanas, ao promover o seu mais recente "livro" que a maioria das pessoas que lhe aparecem para consultas, são pessoas doentes - jura?!

Agora, a sério, as pessoas padecem de doenças fisicas e, no seu desespero, que nem é discutivel porque cada um saberá o que se sente quando se chega a esse patamar, procuram ajuda ou conforto no projecto da Alexandra Solnado (é assim que se chama). Posto isto, explicava a Alexandra Solnado que as doenças são, não obstante, reflexos de outros problemas mais antigos ou e a outros níveis. Não me recordo dos exemplos que ela dava mas era algo como pessoas que tinham tido muitos desgostos e uma vida marcada pela tristeza, desenvolviam uma doença grave em especifico, localizada numa área do corpo em particular. 

Ora, e dando o beneficio da duvida a esta teoria (pois que temos a perder?), gostava de saber que raio de karma é o meu para estes problemas todos com os dentes. Consecutivamente, todas as semanas. Sem razão de fundo aparente. 




terça-feira, 8 de abril de 2014

Absolut Maria!

OO facto de eu admitir que até gosto de passar a ferro, já por si dá azo a risos. Eu acrescentar que pode ser relaxante, não ajuda. Assumir que em dias de calor, e com muita roupa para passar, chegar a abrir uma garrafa de vodka, pôr gelo no copo, musica alta e vamos a isto, dá um certo ar decadente à coisa... 

Mas eu podia invocar, em meu abono, que há quem escreva livros sobre aquecer "um nadinha" (esse preciosismo de bradar aos ceus) de vodka com infusões, ou o que era, de alfazema, e usar essa "mistura" para perfumar a roupa, qual receita caseira. 

Não invoco, porque não estou alcoolizada. E porque apesar dos livros estarem publicados e à venda, o estilo crónica feminina da metrópole lusitana não me calha (um nadinha) bem. 

domingo, 23 de março de 2014

Organismos Unicelulares ...

"alimentam-se" de pequenos prazeres (no pouco tempo) quando não estão a trabalhar (como é o caso!).





Filme para incomodar, para gerar desconforto, que nos deixa sem conseguir estar sentados. Um filme que não é para quem não se gosta de ver ao "espelho". 
A ultima cena, explica tudo. 



Por fim, TV Cine Séries. YES!




National Geographic, às 2ª F


A rever. O Original. Só este interessa. 



De volta. Gente estranha. Dia 25!







sábado, 22 de março de 2014

Questões ÜBER pertinentes

Dado o "desinteressado" e subito amor que a blogosfera despertou pelas Paez, deito as minha fora? 

Conforto vs. associação a moda de carneirada recomendada por gente-que-benza-deus?

Duvidas, a minha vida são duvidas! 

quinta-feira, 13 de março de 2014

Crónica de um caos anunciado

Email: ok! Ah, e tal, não basta ter internet em casa e ser cliente zon, esqueci-me de associar a minha conta de email zon à minha conta de cliente zon! Arrrrghhhhh! Tekkies d' um raio. 

Conta iCloud: ok. Activada. E todos dispositivos Apple na paz do senhor. 

Cartão do Cidadão a caminho do seu ocaso mas habemus passaporte pois que posso viajar. E, com calma, fazer um novo. 

Ora, portanto, então o que calhava mesmo bem? Pois, era o cartão de credito ser alvo de pirataria e sacarem-me dinheiro. Bom, mas bom. Assim, de repente, pqp. 

domingo, 9 de março de 2014

Afastem os electrodomésticos

Oito horas na Loja do Cidadão não haviam sido suficientes. Oito horas para fazer um miserável cartão de cidadão. O sistema lento, qual ritmo subsahariano, aparentemente com falhas informáticas, tentava os instintos agressivos de qualquer sanidade mental. Um número antes do meu, o sistema morreu de vez. Um dia inteiro perdido, de uma inexistência absolutamente inútil, sem qualquer consequência e os nervos em franja. Informações pertinentes, em tempo real, não existem em espaços de atendimento ao publico. Ninguém sabe nada (é um falha nacional restrita a Lisboa, faz sentido ir a outro sítio?), ninguém avisa, nada. Só estamos ali para esperar, refilar, mas baixinho para não incomodar ou voltar no dia seguinte. 

Depois de um dia inteiro de loucura informática para começar o fim de semana, desde ontem o email deixou de funcionar. Porque as credenciais de autenticação não são reconhecidas. Segundo a Zon, a minha conta não existe (oi?) apesar de receber emails. Como sou Apple coherent, ligar para a PC Clinic por causa das configurações. Mas que não, não, não tem a ver com as configurações, porque é comum ao telefone, iPad, ao mac, nem o webmail reconhece a password, é pois um problema do servidor da Zon. A primeira linha da Zon desconhece qualquer problema de servidor. E eu farta de os ouvir. Estou com otite, com dores de garganta, estou farta de stmpa, de passwords, de problemas técnicos, e continuo sem que nada funcione, sem que resolvam alguma coisa. Até amanhã as 11:07 (precioso), alguém vai ligar.

Para rematar, a minha conta da ICloud foi desactivada. Porque não sei as respostas as perguntas de segurança. 

Se virem um microondas a voar, não se surpreendam. Fui eu que o liguei. Quando queria apagar a luz. 

sexta-feira, 7 de março de 2014

Chamados à secção de mercearia

Belmiro quando falou da produtividade dos trabalhadores portugueses estava especificamente a pensar na equipa do Continente do Colombo que catalogou mal um tronco de chocolate (vá, acontece!)   e, perante a chatice de ter que ir confirmar o preço, atirou um doce, para outra secção, levando clientes e uma funcionária da caixa ao desespero. 

Deve ter sido isso.

O Belmiro devia estar lixado. Eu sei que estava. 

terça-feira, 4 de março de 2014

Não, não gosto de carnaval.

Porém, trabalhar num dia em que seria de "folga" (feriado que não é feriado é um conceito que me ultrapassa) permitiu um excesso. 

E foi... Magnífico. 


domingo, 2 de março de 2014

Resumo da jornada

4 horas de "porrada" emocional. Dois bons filmes. Ou uma a minha queda por filmes por tristes com histórias bem contadas. 



Um argumento brutal. Uns diálogos do caraças. E uma linguagem corporal fulminante quer da Meryl Streep (a mulher não precisa de dizer nada, só o revirar de olhos ou a forma como agita o cigarro contém todo o desprezo e desdém e condescendência malévola pelos que lhe são próximos) quer das actrizes que fazem de filhas (as trocas de olhares revelam sempre a raiva e o medo da farpa seguinte). 




Uma banda sonora fantástica. E um filme inteiro a chorar. Quem tem filhos, não vá ver. 


domingo, 23 de fevereiro de 2014

Últimos dias

Foram assim...

Ou como meter o Rossio na Rua da Betesga, temporalmente falando.







Da derradeira solidão. 


sábado, 22 de fevereiro de 2014

Momento WTF

Páginas de cães nas redes sociais e pessoas, que não as donas dos animais, que as seguem e fazem likes e deixam comentários. 

A sério, criaturas? 

Vi ontem, no instagram, pela primeira vez, a mais "famosa". A página não foi criada pela valentia do cão em salvar pessoas de edificios em chamas ou águas revoltas. Ou por ser um mui nobre cão guia. Por muito giro que o cão seja... É basicamente, isso. Pois...

Nem questiono as razões da autoria da página. A dona podia ter tomado umas coisas estranhas, podia estar embriagada de amor pelo seu bicho, podia estar no gozo, pode ser só parva. Tudo bem. O pior mesmo: as pessoas que nem sequer conhecem donos ou visados e seguem com interesse a vida de cão alheio. 

Duvido consideravelmente que haja solução para a privação cognitiva que afecta esta malta. 

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Quando ver TV é mesmo BOM!

Serie 5 da série THE Good Wife... 

Um  tratado de como o direito laboral europeu é pesado. 

De como a falta de ética pode ser tão banal. 

Magnífico. 


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Das rejeições

Uma pessoa podia dizer que tenta dar o benefício da dúvida. Seria uma insincera afirmação, coisa que não faz bem o meu estilo, mas enquanto se cá anda também não se perde por ali acreditar que algures alguém faz alguma coisa de jeito. Caramba, UMA que seja. 

Mas os divórcios não acontecem só com pessoas, os afectos também se perdem com as referências espacio-culturais. Tenho um profundo desencaixe com este país, admito que será um problema meu e dai que estar aqui é já só algo passageiro. 

Quando Cristina Ferreira é uma das novas embaixadoras de uma iniciativa/ programa do Ministério da Economia apropriadamente denominado "Portugal Sou Eu", destinado a promover a excelência dos produtos nacionais, sinto uma espécie de calafrio de rejeição. Como se fosse um coice, vá. 

Não estou a questionar a iniciativa, nem os seus méritos, nem se faz algum sentido, porque não conheço, e a bem da verdade, assim sendo nem vou aprofundar. Basta associar Cristina Ferreira e a frase "Portugal Sou Eu"... Pois que não. Não quero ser deste pais. Também não quero medalhas nem condecorações, portanto fiquem lá com a Tininha. 

Na verdade, estou lá #89


    • THE Península Chicago 
    • 108 East Superior Street (at North Michigan Avenue)
    • Chicago, IL

















domingo, 16 de fevereiro de 2014

Amigos, conhecidos, estranhos, médicos, terapeutas de todas as espécies, gurus da blogosfera com livros no prelo, todos resulta fácil dizer que temos que ser fortes, "no matter what", como se em momento algum pudéssemos ter momentos de dúvida, de exaustão, de "não quero saber". 

Não, temos que aguentar, pensar sempre mas sempre positivo para atrair energias positivas, como se vivêssemos num grande detox emocional perpétuo, eliminando aquilo que assusta os outros sejam gorduras corporais quer sejam quilos de más vibrações. Comam gojis, mirtilos, brócolos em sumo, nada de hidratos, corram quilómetros por dia, sejam saudáveis fisicamente a olho nu e na vida que supostamente devem ter. Preocupem-se com o colégio das crianças, com os baby showers, com a vida social dos pequenos sub 5, em estarem em forma para não envergonharem a vossa cara metade quando chegar a bikini season.  Caso contrário, o mundo não está preparado para vos acolher. 

Por muito terapêutico que o optimismo possa ser, a falta de esperança muitas vezes assume contornos sem cor, sem cheiro, sem nome, sem dor palpável. Só sabemos que há confortos que não voltaremos a sentir. Que um dia a seguir ao outro é isso mesmo. Não há força que valha nesses momentos. 

sábado, 15 de fevereiro de 2014

O país da sonsice

O espectáculo inenarrável em torno do que se passou no Meco ultrapassa os limites do bom senso. Mas somos o país que abranda quando vê acidentes, que está em velórios a discutir em detalhe o estado clínico do defunto, bom, em nós coabita uma porteira voyeur com atracção pelo lado mórbido. 
Há um grande espanto, e choque, pela forma como foi o sobrevivente do Meco entrevistado. E, pior, como essa espécie de "peça jornalística" foi validada e emitida, sem que os editores tivessem posto cobro a tamanha insensatez. 
Pel'deuses... É a CMTV, caramba, onde raio está a surpresa? A serio, pessoas, isso é que é negação! 
Ou só quando é muito grave salta a indignação e no resto dos dias, assobia-se para o lado e ignora-se o desconforto? 
O mundo é dos sonsos! 




domingo, 2 de fevereiro de 2014

A indignação dos antes ausentes

Há um ano qualquer pessoa (admito que me aconteceu algures no tempo), manifestasse o total repúdio pelo "sistema" de praxes, no mínimo era acusada de tiques esquerdistas reaccionários. Isto, para não entrarmos en insultos politicamente correctos. A bem da verdade, ninguém queria saber. NINGUÉM! Muito menos TODAS as pessoas que se manifestam agora em histeria indignada nos jornais, nas redes sociais. Sobretudo tudo que é pai de repente descobriu que existe essa realidade pautada pela humilhação, pela imposição das hierarquias (num contexto em que nem tal se justifica porque a diferença se baseia na idade ou no número de matrículas nem sequer há uma assumpção clara, como na vida militar, de uma categoria profissional diferenciada), pela submissão e não, não, não ... Isso tem que acabar. 

Agora. 

Agora que aparentemente (porque não há uma investigação concluída -note-se-que permita dizer que foi uma praxe que levou à morte de 6 pessoas, intencionalmente ou por mero-mas trágico-acidente). 

Mas até agora ninguém parecia ter dado por isso, não era uma questão que levantasse 10 vozes, quanto mais milhares. Casa roubada... Ou lembrar de Santa Bárbara... Blablabla. 

Porque os caloiros, sobretudo estes, são praxados, quer dentro como fora das faculdades, portanto nas ruas das cidades deste belo pais. Todos vimos. Os pais de praxados e agentes praxadores têm conhecimento das actividades de iniciação, certamente não ao detalhe, claro, mas ALGUÉM devia achar estranho os excessos. Quanto mais não seja os pais que agora precisam saber o que se passou em dezembro mas que não achavam ANORMAL os filhos alugarem, anualmente, uma casa durante o fim de semana para organizarem actividades de acolhimento aos caloiros. Mas quando é que a coisa ficou assim tão "sofisticada"que requere preparação com meses em meses de antecedência e que visam durar semanas, senão mesmo um ano lectivo inteiro, em prol da tradição de uma universidade chamada lusófona? Fundada por que rei mesmo? Nada disto parecia fora de comum aos pais? E os responsáveis das universidades ao permitirem que o espaço da escola esteja aberto para abusos que depois se replicam, ampliados, extramuros; ao não forçarem um código que leve à expulsão daqueles que manifestem um comportamento abusivo face aos demais; e ao compactuarem com alunos ad eternum quais parasitas orgulhosos; parecem esquecer-se que o seu papel de reitoria não é apenas de gestão de contas, mas têm que responder pelas pessoas que se lhes atravessam os portões todos os dias. 

A reacção pós-facto, por mais justa que seja, peca por tardia. Porque não é um tema que estivesse propriamente escondido. Até se pode não saber em detalhe os requintes de malvadez a que se chegam os "vossos" filhos mas não é uma novidade. A grande, mas grande maioria das pessoas, reitero, as mesmas que se insurgem com fervor, não queria era saber. Não as afectava. Agora, pode ter sido demais e abriu-se a caixa de pandora. 

Isto é um ciclo continuo. Da mesma maneira que as pessoas reagem com indiferença a tanta outra coisa. Porque, vamos ser honestos, não adoptam crianças, não são gays, não pertencem a nenhuma minoria, não precisam de recorrer ao Sistema Nacional de Saúde para tratar de doenças graves ou crónicas, and so on. Até um dia ... 

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

10 anos depois

Fui ao cinema com o meu melhor amigo. Outra vez.

Para comemorar em bom, um filme potente, incisivo e elegante.

Onde poderia haver drama puxado à exaustão, há uma história bem contada, com um registo realista e num tom de grande dignidade, à volta de uma questão brutalmente cruel: o que faria qualquer pessoa perante a descoberta de que o filho que se tem afinal não é o seu filho biológico? 

Sensibilidade e bom senso japoneses. E uma criança absolutamente adorável. 



terça-feira, 28 de janeiro de 2014

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

E, era isto?





A banda sonora. Sempre em bom. Rock, Bee Gees, Stevie Wonder, Tom Jones e o maravilhoso hit Delilah. 

Christian Bale, em grande com o cabelo colado 

Bradley Cooper, frenético, embriagado, inseguro mas em êxtase, demasiado pelo no peito (mais turn off que os papelotes na cabeça), com um bom timing cómico. 

Amy Adams com um guarda roupa de uma pessoa babar em casa cena, um decote vavabum, linda, inteligente, o pilar do jogo. 

Jennifer Lawrence toda ela sensualidade e fragilidade, a mais inspuspeita das leitoras numa neurotica doméstica. 

Jeremy Renner como cacique italiano perfeito de um filme de Scorsese. 

Posto isto, porque raio não resulta? O filme torna-se confuso, enrola-se, perde-se o eixo condutor (qual a importância do Ellington?), as subtilezas são hiper forçadas e, a bem da verdade, acaba por ser um "pedacinho" seca. Já se fez melhor, de forma mais lúcida, e com uma noção de tempo não tão longaaaaaaaaaa. 

Não percebo o xitex com o "todo", ainda que as "partes" não estejam mal. 

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Quando se pensa que as coisas não podem piorar*

14 de Fevereiro. Concerto dos Mler If Dada. É isto.



* e já assumindo a tragédia  de que as cronicas do Camilo Lourenço estão aí para durar. 

Na verdade, estou lá #87

El Secreto Belize
San Pedro
Belize