quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

10 anos depois

Fui ao cinema com o meu melhor amigo. Outra vez.

Para comemorar em bom, um filme potente, incisivo e elegante.

Onde poderia haver drama puxado à exaustão, há uma história bem contada, com um registo realista e num tom de grande dignidade, à volta de uma questão brutalmente cruel: o que faria qualquer pessoa perante a descoberta de que o filho que se tem afinal não é o seu filho biológico? 

Sensibilidade e bom senso japoneses. E uma criança absolutamente adorável. 



terça-feira, 28 de janeiro de 2014

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

E, era isto?





A banda sonora. Sempre em bom. Rock, Bee Gees, Stevie Wonder, Tom Jones e o maravilhoso hit Delilah. 

Christian Bale, em grande com o cabelo colado 

Bradley Cooper, frenético, embriagado, inseguro mas em êxtase, demasiado pelo no peito (mais turn off que os papelotes na cabeça), com um bom timing cómico. 

Amy Adams com um guarda roupa de uma pessoa babar em casa cena, um decote vavabum, linda, inteligente, o pilar do jogo. 

Jennifer Lawrence toda ela sensualidade e fragilidade, a mais inspuspeita das leitoras numa neurotica doméstica. 

Jeremy Renner como cacique italiano perfeito de um filme de Scorsese. 

Posto isto, porque raio não resulta? O filme torna-se confuso, enrola-se, perde-se o eixo condutor (qual a importância do Ellington?), as subtilezas são hiper forçadas e, a bem da verdade, acaba por ser um "pedacinho" seca. Já se fez melhor, de forma mais lúcida, e com uma noção de tempo não tão longaaaaaaaaaa. 

Não percebo o xitex com o "todo", ainda que as "partes" não estejam mal. 

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Quando se pensa que as coisas não podem piorar*

14 de Fevereiro. Concerto dos Mler If Dada. É isto.



* e já assumindo a tragédia  de que as cronicas do Camilo Lourenço estão aí para durar. 

Na verdade, estou lá #87

El Secreto Belize
San Pedro
Belize






























sábado, 18 de janeiro de 2014

Yabadada, *suspiro*



                                                               Hawaii 5-O


Não é a melhor das séries. De longe, não será das piores (e não é telenovela, ou reality show da TVI).

Mas é passada no Havai. E se ficasse por aí até já era bastante suficiente para weekend guilty pleasure

Porém, acresce o Alex O’Loughlin. E está "fechado". Haja saúde!



Wise Up

Há momentos que pedem para não alimentar animosidade, mais vale retrair uma opinião do que chocar de frente com alguém que não está na situação ideal para encaixar um confronto de ideias. Há momentos para dizer pouco, mas dizer tudo, falar baixo, devagar mas transmitir tudo o que o outro necessita. Há momentos que exigem que não haja complacência, se enfrente a coisa com dureza, rigor de critérios e objectividade de argumentos, não dando espaço para debate ou contraponto. Há momentos que a vaidade não tem qualquer espaço ou aceitação, há um pudor de respeito pelos demais que naturalmente clama de forma indelével, nem sequer é preciso explicar que não é a altura para puxar dos galões e quem sabe, sabe. Há momentos para sofrer em silêncio. Há momentos para não deixar a indignação morrer calada que isto de só reclamar para o ar ou levantar voz perante os que nos são mais fracos é de uma cobardia atroz. Há momentos para pedir desculpa, que são devidas, que são importantes, porque temos direito de errar mas temos de o perceber. Há momentos para cortar laços com histórias e personagens que não nos aportam mais valias. Ha momentos em que não, não se pode abdicar das nossas opiniões, no que acreditamos só porque os que nos são próximos nos tentam demover, ou porque nos dá jeito: evoluir de ponto de vista não pode ser igual a ser oportunista ou ser inconsistente de pensamento ao sabor das conveniências. Há momentos para amadurecer esta base instalada de conhecimento mas em boa verdade, ou se tem estofo e verticalidade emocional, e respeito próprio e pelos demais, ou então, nada disto fará sentido.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014