quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

10 anos depois

Fui ao cinema com o meu melhor amigo. Outra vez.

Para comemorar em bom, um filme potente, incisivo e elegante.

Onde poderia haver drama puxado à exaustão, há uma história bem contada, com um registo realista e num tom de grande dignidade, à volta de uma questão brutalmente cruel: o que faria qualquer pessoa perante a descoberta de que o filho que se tem afinal não é o seu filho biológico? 

Sensibilidade e bom senso japoneses. E uma criança absolutamente adorável. 



Sem comentários: