Avançar para o conteúdo principal

"Como um barquinho de papel...que largo no mar.../ Vai(vou)sem destino /Sem direcção"


A minha terapeuta acha que, quanto muito, posso ser um barco à deriva, mas quase nada fora de rota...

Mais uma vez, a minha proverbial sapiência conseguiu, euzinha, ir mais além neste processo de auto-conhecimento.

É claro como água que eu sou o Tolan dos tempos modernos.

Para a geração dos sub 30, o Tolan era era um porta-contentores Inglês, que se afundou a 16 de Fevereiro de 1980, após ter colidido com o cargueiro Sueco Baranduna no rio Tejo. Após várias tentativas, foi finalmente voltado e afastado do Terreiro do Paço a 2 de Dezembro de 1983.

Ou seja, eu sou um navio grande, virado do avesso e preso a este estado de coisas.

me faltam as romarias de visita como acontecia ao Tolan, marco histórico do inicio dos anos 80 (a vida por cá não era grande coisa, assim meio provinciana).

Por este caminho encontro o meu destino profissional: abro um consultório de psicologia desnorteada. Ou ensino como afastar as gaivotas com mestria.


Comentários

Anónimo disse…
Uma questão coloca-se...Também foste abalroada por um Sueco???

PM
monica disse…
matts magnusson, versao XXL

Mensagens populares deste blogue

gaja à beira da loucura

Isto pode paracer a demência absoluta mas já estou por tudo. A Alexandra Solnado (isso mesmo, este post vai por esse caminho...) dizia numa entrevista, há umas semanas, ao promover o seu mais recente "livro" que a maioria das pessoas que lhe aparecem para consultas, são pessoas doentes - jura?!
Agora, a sério, as pessoas padecem de doenças fisicas e, no seu desespero, que nem é discutivel porque cada um saberá o que se sente quando se chega a esse patamar, procuram ajuda ou conforto no projecto da Alexandra Solnado (é assim que se chama). Posto isto, explicava a Alexandra Solnado que as doenças são, não obstante, reflexos de outros problemas mais antigos ou e a outros níveis. Não me recordo dos exemplos que ela dava mas era algo como pessoas que tinham tido muitos desgostos e uma vida marcada pela tristeza, desenvolviam uma doença grave em especifico, localizada numa área do corpo em particular. 
Ora, e dando o beneficio da duvida a esta teoria (pois que temos a perder?), gosta…

Inesperadamente, a semana passada

Uns dias bons.
O  25 de Abril. Comer caracóis, os primeiros deste ano. Passear e trabalhar no Porto, deambular nos Clérigos. Diariamente, sessões de The Newsroom e Melhor do Que Falecer. O Pedro Mexia e os ferrinhos na emissão especial do Governo Sombra (e a banda sonora e a Manuela Azevedo e as citações certeiras de Salazar bem seleccionadas por Ricardo Araujo Pereira). O Benfica, tão grande! Opá, o Benfica ❤️

Organismos Unicelulares ...

"alimentam-se" de pequenos prazeres (no pouco tempo) quando não estão a trabalhar (como é o caso!).





Filme para incomodar, para gerar desconforto, que nos deixa sem conseguir estar sentados. Um filme que não é para quem não se gosta de ver ao "espelho".  A ultima cena, explica tudo. 


Por fim, TV Cine Séries. YES!



National Geographic, às 2ª F

A rever. O Original. Só este interessa. 



De volta. Gente estranha. Dia 25!