Avançar para o conteúdo principal

Outubro - Mês da Prevenção Cancro Contra a Mama III


Hoje tive a oportunidade de estar com duas mulheres, lindas, bem dispostas, e cheias de força, que um ano depois estão agarradas à vida e deram um pontapé no cancro.

Não estão curadas, mas não desistiram, não desanimaram e são uma lição sem sequer se esforçarem. Apenas pelo seu GRANDE sorriso. 






FACTOS SOBRE CANCRO DA MAMA


-        De acordo com os últimos dados disponíveis, o cancro da mama é a doença mais diagnosticada em mulheres. Em 2008, estima-se que em 1.38 milhões de mulheres, em todo o mundo, foi diagnosticado cancro da mama pela primeira vez.1

O Cancro da Mama é o cancro mais comum entre as mulheres, excluindo o cancro de pele. A probabilidade de a uma mulher ser diagnosticado cancro da mama durante a sua vida é de 1 em 8. 2

-       - Muito embora as mulheres corram um risco maior, aproximadamente 1% de todos os cancros da mama ocorridos nos EUA são diagnosticados em homens;

-        - Estima-se que 5% a 10% de todos os cancros da mama tenham uma predisposição genética.4

-        - Para uma mulher sem sintomas e sem antecedentes, que esteja na casa dos 20 e dos 30 anos, recomenda-se que faça um exame clínico dos seios, como parte de um check-up de saúde normal. Para mulheres com 40 anos ou mais, o exame clínico pode ser um complemento importante de uma mamografia. 5

-        - Mulheres com 40 anos ou mais devem fazer mamografias. As mamografias podem não detectar todos os tumores, mas continuam a ser um método muito eficaz para detectar cancro na mama.6

-        - Em 2012, a American Cancer Society estima que 226,870 novos casos de cancro da mama invasivo tenham sido diagnosticados em mulheres nos EUA, resultando em 39,510 mortes. 7

-        - O National Cancer Institute estima que aproximadamente 2.6 milhões de mulheres americanas com um historial de cancro da mama estavam vivas em Janeiro de 2008 – mais de metade do número de mulheres a quem foi diagnosticada a doença nos dez anos anteriores.8





FAÇA ISTO POR SI E POR AQUELES QUE AMA

Algumas mudanças no seu estilo de vida e consultas médicas regulares podem fazer toda a diferença. O Cancro da Mama é mais tratável num estado inicial. A detecção precoce salva vidas.


Conheça o seu corpo
Examine os seus seios regularmente e comunique qualquer alteração ao seu médico.

Faça Exames
-        Tenha consultas médicas regulares. Se estiver na casa dos 20 ou dos 30 anos, peça ao seu médico para fazer um exame clínico aos seus seios, durante a consulta;
-       Se tem 40 anos ou mais, faça uma mamografia anual; se é uma pessoa com um historial de risco, faça este exame mais cedo.

Mantenha-se em Forma
-        Coma vegetais e fruta. As suas fibras, anti-oxidantes e outros nutrientes podem ajudar;
-        Mantenha um peso saudável. Peso extra significa Risco extra;
-        Modere o consumo de álcool e brinde a uma vida mais saudável!
-        Não fume; se fuma, desista agora;
-        Faça exercício físico. Para reduzir o risco de cancro da mama, a American Cancer Society recomenda 45 a 60 minutos de actividade física, 5 ou mais dias por semana.




1 Fonte: International Agency for Research on Cancer/World Health Organization (http://globocan.iarc.fr/factsheets/cancers/breast.asp)
2-8 Fonte: American Cancer Society (www.cancer.org)
Para mais informações visite  American Cancer Society at www.cancer.org



Informação gentilmente cedida pela Estée Lauder Companies.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Do acosso

Este calor que se abateu com uma força agressiva consome qualquer resistência. O suor clandestino esbate vergonha e combate qual sabre as dúvidas. 
A noite feita à medida de libertinos cancela as vozes interiores que alertam para mais uma queda dolorosa. A brisa quente atordoa, embriaga no contacto com a pele. O tempo pára, as palavras suspendem entre olhares que sustentam no ar tórrido toda a narrativa; qual pornografia sem mácula, mas plena de pecado. A lua cheia transborda e dá luz à ausência de sanidade que percorre no corpo. Tudo parece possível, uma corrente de liberdade atravessa-nos com o sabor do quente esmagado.
E, mesmo assim, pulsa algo mais intenso. Mais derradeiro. Mais dominador. Mais perverso que o toque dos dedos. Mais agressivo que a temperatura irrespirável. O freio da impossibilidade. 
A intuição luta com o medo e na arena o medo mesmo que picado tem sempre muita força. O medo acossa-nos.

Dos maldiitos

via boudoir photography

Agora acordo com mensagens que iluminam o telemóvel e em que dás conta de como pensas em mim antes de dormir. E que o queres partilhar comigo porque agora sentes saudades minhas. Agora recebo telefonemas sem hora nem expectativa e a voz é meiga e quente. Não ouço nada do que dizes, as palavras apenas são ditas mas há muito que já não têm peso ou impacto.
Antes foi a indecisão. O jogo dos que não se comprometem, que querem atalhos facilitados para um espaço confortável de repouso, salvação emocional momentânea, ilusão de pertença. Egoísta forma de ser que suga o querer dos outros para se sustentar, para sentir uma rede rápida de carinho e abraço mas que reclama para si a indisponibilidade de reciprocidade. Para quê? Se vos é dado grátis um sentimento para que serve o esforço de lutar por ele, qual o propósito de envolvimento, de estar, dar a mão, partilhar silêncios e perder a possibilidade de ter mais e mais, melhor, diferente, sempre mais, outras.
Era assim, ante…

Das pequenas coisas

Talvez sejam as pequenas coisas. Como uma música que se ouve por acaso e se torna uma descoberta que nos marca um trânsito. Como um gelado fora de horas e com o sabor simplesmente certo de caramelo tal qual na nossa infância. Como aquele instante rápido entre fazer-nos à onda e o mar que nos toma por completo, nos restitui a energia e nos devolve ao mundo.
Terão que ser as pequenas coisas. A partir delas, tudo se enreda e o equilibro pesa para o complicado. Sinuosos os caminhos para que nos encontremos. Doloroso o andamento que faz que nos afastemos mais do que estejamos próximos mesmo quando tudo aponta para que haja uma cumplicidade e uma ligação súbita mas forte e consistente.
O toque é denunciador. Desmantela as forças e faz sucumbir com tamanho ardor. O beijo que transporta silêncio, paz, meta. O abraço que acolhe uma gargalhada e o estranho sentido de que tudo está bem.
São estas pequenas coisas. Que são fáceis e leves e perenes. Tão frágeis. Acabam tão depressa. Nada há-de ser …