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Há dias ... III

E eis que chega Domingo.

Clap, clap... Tanta leitura!!!





E mais ...





A série 2 do The Killing (Forbrydelsen II) passa-se dois anos depois do desfecho do assassinio que deu origem à série original e tem a duração de 10 episódios (META: vê-los todos amanhã).
10 dias depois da advogada Anne Dragsholm ter sido encontrada morta, o responsável pelo departamento de homicidios de Copenhaga, Lennart Brix, aperccebe-se que o caso é mais complicado do que seria de supor e pede ajuda à ex Detective Sarah Lund (que após o caso de Nanna Birk Larsenn foi despromovida para o controlo de passaportes).
A ver se a moça ao longo dos 10 episódios consegue a) manter-se afastada do tabaco; b) mudar de sweaters. 



Comentários

B. Cérise disse…
Essa série não conheço, mas do vício da leitura também não escapo :)
Este fim de semana por acaso não há revistas (e o que eu gosto de comprar duas ou três e depois andar a passear de uma para outra a ler aqui e ali! great!), mas há livros e isso já me faz ficar contentinha:)

Bom domingo para ti*

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Do acosso

Este calor que se abateu com uma força agressiva consome qualquer resistência. O suor clandestino esbate vergonha e combate qual sabre as dúvidas. 
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E, mesmo assim, pulsa algo mais intenso. Mais derradeiro. Mais dominador. Mais perverso que o toque dos dedos. Mais agressivo que a temperatura irrespirável. O freio da impossibilidade. 
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Das pequenas coisas

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Terão que ser as pequenas coisas. A partir delas, tudo se enreda e o equilibro pesa para o complicado. Sinuosos os caminhos para que nos encontremos. Doloroso o andamento que faz que nos afastemos mais do que estejamos próximos mesmo quando tudo aponta para que haja uma cumplicidade e uma ligação súbita mas forte e consistente.
O toque é denunciador. Desmantela as forças e faz sucumbir com tamanho ardor. O beijo que transporta silêncio, paz, meta. O abraço que acolhe uma gargalhada e o estranho sentido de que tudo está bem.
São estas pequenas coisas. Que são fáceis e leves e perenes. Tão frágeis. Acabam tão depressa. Nada há-de ser …