segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Always walk alone



Nashville Temporada 1 - done!
25 Setembro, estreia temporada 2 nos states

Noutra encarnação, para a  qual já estou a trabalhar o meu karma, não me importava nada de voltar como a Connie Britton. Mas nada mesmo!







2013 tem sido o ano em que tudo me tem sido dito, comunicado, diagnosticado, o raio que o parta. 

Desta feita, retenção de líquidos. Bem posso beber 2 litros de água, ou chá até à exaustão, todo o santo dia, que o efeito benéfico ... chapéu! Só aos outros. Fica cá tudo dentro. Aparentemente nas zonas óbvias (e que óbvias, vê-se desde as sondas lunares e dos satélites do Google... que miséria) mas também... nos joelhos, onde temos concentração de gânglios linfáticos. 

Sem grande convicção nos resultados (juntar traços de personalidade como o cepticismo e o pessimismo numa mesma pessoa nunca dá boa coisa, NUNCA), mas seguindo recomendações de várias fontes, tenho andado a fazer tratamentos intensivos de drenagem linfática manual e cavitação que, quanto mais não seja, irão estimular a circulação.  

Não tem sido nada fácil, tenho levado muita tareia, isto nunca nada está perfeito, pois apesar de ser um mamute com cabelo, não sou flácida (ironias!) o que dificulta a coisa e torna tudo assim a modos que doloroso nas massagens de drenagem. Não obstante, a equipa da LX Clinique compensa em boa disposição, espírito positivo e tem sido desde o primeiro minuto muito  profissional e esclarecedora sobre o processo, sobre o que estamos a fazer, próximos passos, e é de uma animação que só visto. As instalações são óptimas e há momentos, raros (!), de relax.

Onde devia conseguir relaxar, até temos musiquinha zen, do mosteiro budista, mas é impossível, é no osteopata. Estava capaz de espetar as agulhas da acupuntura em várias pessoas. 

Inacreditável como as pessoas estão a fazer tratamentos em espaços individuais, mas adjacentes, num ambiente que se quer de descontracção, e não se calam. Pior, não se calam e falam num tom de voz como se estivessem num bar à pinha e tivessem que elevar os decibéis para se fazerem ouvir. Para agravar, os técnicos que os estão a tratar dão-lhe troco e estimulam o dialogo, no mesmo registo de volume. A certa altura não conseguia ouvir o que meu terapeuta me dizia (basicamente, perguntava-me se a intensidade dos choques nas agulhas estavam ok e eu não respondia). Para finalizar o cenário já de si mau, os temas eram do melhorzinho que podia haver: entre as férias no Fundão, amniocenteses e as instalações do SIED (que por acaso, mas só por acaso, devem ser alvo de segredo de Estado, mas como o marido de uma desbocada vai lá arranjar impressoras ela decidiu espalhar aos 4 ventos como é que a coisa se passa), tudo servia para continuar a conversar. Estava enjoada, queria descansar, deu-me uma travadinha e passei-me mesmo da cabeça. Ao menos que baixassem o volume, um pouco de respeito pelas demais pessoas, não custa assim muito, livra! 

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