Avançar para o conteúdo principal

Always walk alone



Nashville Temporada 1 - done!
25 Setembro, estreia temporada 2 nos states

Noutra encarnação, para a  qual já estou a trabalhar o meu karma, não me importava nada de voltar como a Connie Britton. Mas nada mesmo!







2013 tem sido o ano em que tudo me tem sido dito, comunicado, diagnosticado, o raio que o parta. 

Desta feita, retenção de líquidos. Bem posso beber 2 litros de água, ou chá até à exaustão, todo o santo dia, que o efeito benéfico ... chapéu! Só aos outros. Fica cá tudo dentro. Aparentemente nas zonas óbvias (e que óbvias, vê-se desde as sondas lunares e dos satélites do Google... que miséria) mas também... nos joelhos, onde temos concentração de gânglios linfáticos. 

Sem grande convicção nos resultados (juntar traços de personalidade como o cepticismo e o pessimismo numa mesma pessoa nunca dá boa coisa, NUNCA), mas seguindo recomendações de várias fontes, tenho andado a fazer tratamentos intensivos de drenagem linfática manual e cavitação que, quanto mais não seja, irão estimular a circulação.  

Não tem sido nada fácil, tenho levado muita tareia, isto nunca nada está perfeito, pois apesar de ser um mamute com cabelo, não sou flácida (ironias!) o que dificulta a coisa e torna tudo assim a modos que doloroso nas massagens de drenagem. Não obstante, a equipa da LX Clinique compensa em boa disposição, espírito positivo e tem sido desde o primeiro minuto muito  profissional e esclarecedora sobre o processo, sobre o que estamos a fazer, próximos passos, e é de uma animação que só visto. As instalações são óptimas e há momentos, raros (!), de relax.

Onde devia conseguir relaxar, até temos musiquinha zen, do mosteiro budista, mas é impossível, é no osteopata. Estava capaz de espetar as agulhas da acupuntura em várias pessoas. 

Inacreditável como as pessoas estão a fazer tratamentos em espaços individuais, mas adjacentes, num ambiente que se quer de descontracção, e não se calam. Pior, não se calam e falam num tom de voz como se estivessem num bar à pinha e tivessem que elevar os decibéis para se fazerem ouvir. Para agravar, os técnicos que os estão a tratar dão-lhe troco e estimulam o dialogo, no mesmo registo de volume. A certa altura não conseguia ouvir o que meu terapeuta me dizia (basicamente, perguntava-me se a intensidade dos choques nas agulhas estavam ok e eu não respondia). Para finalizar o cenário já de si mau, os temas eram do melhorzinho que podia haver: entre as férias no Fundão, amniocenteses e as instalações do SIED (que por acaso, mas só por acaso, devem ser alvo de segredo de Estado, mas como o marido de uma desbocada vai lá arranjar impressoras ela decidiu espalhar aos 4 ventos como é que a coisa se passa), tudo servia para continuar a conversar. Estava enjoada, queria descansar, deu-me uma travadinha e passei-me mesmo da cabeça. Ao menos que baixassem o volume, um pouco de respeito pelas demais pessoas, não custa assim muito, livra! 

Comentários

Mensagens populares deste blogue

gaja à beira da loucura

Isto pode paracer a demência absoluta mas já estou por tudo. A Alexandra Solnado (isso mesmo, este post vai por esse caminho...) dizia numa entrevista, há umas semanas, ao promover o seu mais recente "livro" que a maioria das pessoas que lhe aparecem para consultas, são pessoas doentes - jura?!
Agora, a sério, as pessoas padecem de doenças fisicas e, no seu desespero, que nem é discutivel porque cada um saberá o que se sente quando se chega a esse patamar, procuram ajuda ou conforto no projecto da Alexandra Solnado (é assim que se chama). Posto isto, explicava a Alexandra Solnado que as doenças são, não obstante, reflexos de outros problemas mais antigos ou e a outros níveis. Não me recordo dos exemplos que ela dava mas era algo como pessoas que tinham tido muitos desgostos e uma vida marcada pela tristeza, desenvolviam uma doença grave em especifico, localizada numa área do corpo em particular. 
Ora, e dando o beneficio da duvida a esta teoria (pois que temos a perder?), gosta…

Inesperadamente, a semana passada

Uns dias bons.
O  25 de Abril. Comer caracóis, os primeiros deste ano. Passear e trabalhar no Porto, deambular nos Clérigos. Diariamente, sessões de The Newsroom e Melhor do Que Falecer. O Pedro Mexia e os ferrinhos na emissão especial do Governo Sombra (e a banda sonora e a Manuela Azevedo e as citações certeiras de Salazar bem seleccionadas por Ricardo Araujo Pereira). O Benfica, tão grande! Opá, o Benfica ❤️

A importância de se chamar Candidato

Numa altura em que as empresas recorrem cada vez mais às redes sociais para procurar candidatos a postos de trabalho (89%) e que 65% por cento é bem-sucedida, conseguindo contratações satisfatórias (Fonte: PR Comunicácion) convinha que as empresas de recrutamento e de executive search pensassem um bocadinho mais sobre o seu modus operandi.


Falo por experiência, por conhecimento e por não ter conseguido efectivar mudanças. 

O headhunter da velha guarda, armado em doutrina maquiavélica, que nunca leu, perspectiva o candidato como um meio para atingir um fim: facturar.  O candidato só serve enquanto servir os interesses do projecto. A satisfação do cliente é posta à frente de tudo e todos. Esta sobranceira linha de raciocínio,  a frio, tem alguma razão de ser. Quem paga as contas são os clientes. Como metodologia, é um erro crasso.
Num mercado concorrencial, um factor claramente diferenciador é a relação que se estabelece entre um consultor e os seus candidatos, pelo menos com aqueles que a…