Avançar para o conteúdo principal

Chegou na caixa do correio

Um panfleto pré campanha autárquica para dar a conhecer os candidatos à Junta. Como todos os demais panfletos e Dica da Semana, foi para o lixo (não sei onde se arranja o autocolante do "não se aceita publicidade" e só vejo o correio uma vez por semana ... Odeio receber contas, portanto só lá vou quando sei que chegaram revistas... Como calculam, há pilhas de papelada sem interesse. Também não ligo a promoções dos 10 supermercados na vizinhança e odeio a Media Markt). 

Mas houve uma alma caridosa que me alertou, e partilhou mesmo o seu panfleto, para as "virtudes" comunicacionais da brochura do candidato da oposição. 

Bom, ninguém percebe logo assim de imediato que é um candidato da oposição pois as cores do panfleto são as comummente associadas ao PS. E, sobretudo, porque em lado algum, tirando na ponta inferior direita num canto em que quase já não havia papel, lá aparece muito de fugida os partidos que sustentam esta candidatura: PSD-CDS.  Vergonha? 

É assim um bocadinho poucochinho. Não creio que vá de qualquer fazer diferença porque nestas bandas, os últimos 4 anos têm sido de incremento qualitativo indubitável com a actual presidente. De valor, era haver menos lixo nas caixas de correio. Que praga. 

Comentários

Mensagens populares deste blogue

gaja à beira da loucura

Isto pode paracer a demência absoluta mas já estou por tudo. A Alexandra Solnado (isso mesmo, este post vai por esse caminho...) dizia numa entrevista, há umas semanas, ao promover o seu mais recente "livro" que a maioria das pessoas que lhe aparecem para consultas, são pessoas doentes - jura?!
Agora, a sério, as pessoas padecem de doenças fisicas e, no seu desespero, que nem é discutivel porque cada um saberá o que se sente quando se chega a esse patamar, procuram ajuda ou conforto no projecto da Alexandra Solnado (é assim que se chama). Posto isto, explicava a Alexandra Solnado que as doenças são, não obstante, reflexos de outros problemas mais antigos ou e a outros níveis. Não me recordo dos exemplos que ela dava mas era algo como pessoas que tinham tido muitos desgostos e uma vida marcada pela tristeza, desenvolviam uma doença grave em especifico, localizada numa área do corpo em particular. 
Ora, e dando o beneficio da duvida a esta teoria (pois que temos a perder?), gosta…

Inesperadamente, a semana passada

Uns dias bons.
O  25 de Abril. Comer caracóis, os primeiros deste ano. Passear e trabalhar no Porto, deambular nos Clérigos. Diariamente, sessões de The Newsroom e Melhor do Que Falecer. O Pedro Mexia e os ferrinhos na emissão especial do Governo Sombra (e a banda sonora e a Manuela Azevedo e as citações certeiras de Salazar bem seleccionadas por Ricardo Araujo Pereira). O Benfica, tão grande! Opá, o Benfica ❤️

A importância de se chamar Candidato

Numa altura em que as empresas recorrem cada vez mais às redes sociais para procurar candidatos a postos de trabalho (89%) e que 65% por cento é bem-sucedida, conseguindo contratações satisfatórias (Fonte: PR Comunicácion) convinha que as empresas de recrutamento e de executive search pensassem um bocadinho mais sobre o seu modus operandi.


Falo por experiência, por conhecimento e por não ter conseguido efectivar mudanças. 

O headhunter da velha guarda, armado em doutrina maquiavélica, que nunca leu, perspectiva o candidato como um meio para atingir um fim: facturar.  O candidato só serve enquanto servir os interesses do projecto. A satisfação do cliente é posta à frente de tudo e todos. Esta sobranceira linha de raciocínio,  a frio, tem alguma razão de ser. Quem paga as contas são os clientes. Como metodologia, é um erro crasso.
Num mercado concorrencial, um factor claramente diferenciador é a relação que se estabelece entre um consultor e os seus candidatos, pelo menos com aqueles que a…