Avançar para o conteúdo principal

Das constatações

A utilização deste blog é, na sua natureza mais básica, onanista. Ou seja, é-me igual ao litro se tem muitas visualizações, poucas, e não escrevo para agradar a ninguém.

Neste momento, só tenho pena de não ter tempo para vir cá mais vezes e dar à tecla e fazê-lo com a piada, acutilância e inteligência que tenho lido em blogs que tenho vindo a descobrir. Como diria o Tio Pipoco, as coisas são como são.

Há pouco, ao fazer uma ronda pelos blogs do costume, acabei por concluir uma constatação que já se andava a quiçá a fomentar na minha mente. Há pessoas que me conhecem e têm vergonha de associação à minha pessoa.

Ora quer me parecer que bloggers mais afamados da praça por muito que me conheçam, privem comigo e me acolham nos seus blogs, fazem-se de vasos e apesar de mencionarem amiude blogs, aqui este desgraçado nunca leva sequer uma menção honrosa!

Uhm, acho que os amigo-bloggers não lhes perdoariam esta proximidade. Na-na-na, que a gaja é doida e passa-se!

Digo eu. Isto é como voltar à escola. Aos anos tolos da adolescência.

Comentários

Isto é muito pior que os anos tolos da adolescência! Isto é a escola primária vivida por adultos... :DDD

Mensagens populares deste blogue

gaja à beira da loucura

Isto pode paracer a demência absoluta mas já estou por tudo. A Alexandra Solnado (isso mesmo, este post vai por esse caminho...) dizia numa entrevista, há umas semanas, ao promover o seu mais recente "livro" que a maioria das pessoas que lhe aparecem para consultas, são pessoas doentes - jura?!
Agora, a sério, as pessoas padecem de doenças fisicas e, no seu desespero, que nem é discutivel porque cada um saberá o que se sente quando se chega a esse patamar, procuram ajuda ou conforto no projecto da Alexandra Solnado (é assim que se chama). Posto isto, explicava a Alexandra Solnado que as doenças são, não obstante, reflexos de outros problemas mais antigos ou e a outros níveis. Não me recordo dos exemplos que ela dava mas era algo como pessoas que tinham tido muitos desgostos e uma vida marcada pela tristeza, desenvolviam uma doença grave em especifico, localizada numa área do corpo em particular. 
Ora, e dando o beneficio da duvida a esta teoria (pois que temos a perder?), gosta…

Inesperadamente, a semana passada

Uns dias bons.
O  25 de Abril. Comer caracóis, os primeiros deste ano. Passear e trabalhar no Porto, deambular nos Clérigos. Diariamente, sessões de The Newsroom e Melhor do Que Falecer. O Pedro Mexia e os ferrinhos na emissão especial do Governo Sombra (e a banda sonora e a Manuela Azevedo e as citações certeiras de Salazar bem seleccionadas por Ricardo Araujo Pereira). O Benfica, tão grande! Opá, o Benfica ❤️

A importância de se chamar Candidato

Numa altura em que as empresas recorrem cada vez mais às redes sociais para procurar candidatos a postos de trabalho (89%) e que 65% por cento é bem-sucedida, conseguindo contratações satisfatórias (Fonte: PR Comunicácion) convinha que as empresas de recrutamento e de executive search pensassem um bocadinho mais sobre o seu modus operandi.


Falo por experiência, por conhecimento e por não ter conseguido efectivar mudanças. 

O headhunter da velha guarda, armado em doutrina maquiavélica, que nunca leu, perspectiva o candidato como um meio para atingir um fim: facturar.  O candidato só serve enquanto servir os interesses do projecto. A satisfação do cliente é posta à frente de tudo e todos. Esta sobranceira linha de raciocínio,  a frio, tem alguma razão de ser. Quem paga as contas são os clientes. Como metodologia, é um erro crasso.
Num mercado concorrencial, um factor claramente diferenciador é a relação que se estabelece entre um consultor e os seus candidatos, pelo menos com aqueles que a…