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Pesadelo em Elm Street

A semana de 11 de Fevereiro avizinha-se poderosa em mau.

Temos o Entrudo que traz o Carnaval, talvez a comemoração do ano mais terrífica botada no mundo, que não é feriado nem lhe é conferida tolerância de ponto governamental mas mesmo assim alguém "deslarga" aquilo a bem? 

Pois que querem desfilar, pois que querem vestir e passear as criancinhas, pois que querem foliar. Pois que sim, usai férias. Mas mesmo assim não há modo de escapar a este frenesim. Sendo ou não feriado, odeio o estupor do Carnaval, dos corsos e do deplorável samba despido em meados de inverno.

2 dias depois, São Valentim. Eu até sou gaja para desbundar o dia. Quanto mais não seja porque adoroooooo presentes, e seriam 3 meses a recebê-los (depois do natal e do aniversário). Claro que isso só nos filmes, nos blogs das outras ou com mulheres lindas e que vão ao ginásio todos os dias. Os "underdogs" são isso mesmo: os outros. Isto de relações longas ensina-nos a relativizar datas sejam elas quais forem. Ausência de expectativas total.

Portanto, há os que se sentem miseráveis por estarem sozinhos no dia do romance, há os que estão acompanhados e ascendem à categoria de intolerantes à "lovedose" porque estão totalmente em modo DIY. E cansam-se. E há os que não ligam ponta a estas merdas. 

Seja como for é uma semana de ruído até mais não.

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Do acosso

Este calor que se abateu com uma força agressiva consome qualquer resistência. O suor clandestino esbate vergonha e combate qual sabre as dúvidas. 
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Dos maldiitos

via boudoir photography

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Era assim, ante…

Das pequenas coisas

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Terão que ser as pequenas coisas. A partir delas, tudo se enreda e o equilibro pesa para o complicado. Sinuosos os caminhos para que nos encontremos. Doloroso o andamento que faz que nos afastemos mais do que estejamos próximos mesmo quando tudo aponta para que haja uma cumplicidade e uma ligação súbita mas forte e consistente.
O toque é denunciador. Desmantela as forças e faz sucumbir com tamanho ardor. O beijo que transporta silêncio, paz, meta. O abraço que acolhe uma gargalhada e o estranho sentido de que tudo está bem.
São estas pequenas coisas. Que são fáceis e leves e perenes. Tão frágeis. Acabam tão depressa. Nada há-de ser …