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solta-se o nuno rogeiro que há em mim

Não vi os Emmys...

Isso já foram tempos. Além da gripe, o sono é algo que valorizo muito mais do que qualquer outra coisa. Aprendi aquele mantra do "se não gostar de mim..."

Nem sequer o Red Carpet. Tentei ler uma páginas de um livro que teima em não acabar mas sucumbi que foi uma loucura.

Não obstante já fiz uma ronda pelos modelitos e ainda não encontrei o "loved one". Vou indagar mais, evidentemente (ou não, porque tenho uma Máxima para ler), mas para já fica a minha incompreensão pelo fascinio que o vestido Zuhair Murad da Sofia Vergara exerce sobre os demais.

A moça é voluptuosa, de facto e clap clap  para as suas curvas. Não vejo é necessidade para continuadamente paracer que mais um golo de champanhe e não são as cuecas que caem, é o vestido que rebenta cá com uma pinta.

Depois, o brilho do tecido, o corte no peito, as alças, aquele triangulo, é tudo muito exótico mas também... muito pouco classy a bem da verdade. A sério, tem tudo para ser muito catita, porque ela enche o decote, tem anca, e o vestido não fica uma coisa sem gracinha alguma, mas depois fica too much.

Não vou lá, não sei!





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São estas pequenas coisas. Que são fáceis e leves e perenes. Tão frágeis. Acabam tão depressa. Nada há-de ser …