Avançar para o conteúdo principal

Quando ir ao cinema é mesmo 1 prazer ...

Sem ser filme erótico nem passar o filme na marmelada...

Cinema Londres, Inglourious Basterds ... Tarantino no seu melhor.

Must see:

- O Coronel Hans Landa, aka, The Jew Hunter, mega interpretaçao de Christoph Waltz (nada a apontar, fabuloso em todo filme);
- O sotaque Tennessee do Brad "Aldo, The Apache" Pitt;
- A riqueza e subtileza dos dialogos e das piadas fabulosas mas não óbvias;
- A dinamica que as diferentes linguas utilizadas introduz (sobretudo ver Aldo the Apache a falar italiano).
- A tensão de arrepiar mas fantástica de algumas cenas e a violencia de tarantino mas no ponto certo
- A frieza (e beleza) contida e superior de Shosanna Dreyfus (grande papel de Mélanie Laurent)
- A musica Cat People do Bowie no momento mais do que certo (ver aqui)

Saí do filme a pensa, vou entrar e ver outra vez!!!
Welcome back Mr Tarantino

Comentários

marianinha disse…
Não gosto muito do tarantino mas toda agente diz que o filme é bom talvez va ver
Mónica disse…
Marianinha
apesar da violencia que caracteriza o estilo Tarantino, o filme é fabuloso: ha mt menos violencia gratuita, a historia esta bem pensada, o ritmo é estimulante sem ser estilo "videoclip", a realização está my bem feita e as personagens irreprensiveis em todos os seus modos de estar. Vale mesmo a pena.

Eu nao sendo fanática, gosto de Tarantino, especialmente "deste" Tarantino.
Rafaela disse…
Também vi o filme há uns dias e quando saí do cinema o meu cérebro sussurrava-me repetida e incessantemente "já devias saber, o Tarantino é violento". Nunca na história do cinema nada me fez tanta impressão como ver aquele corte dos escalpes. :=) Nem sequer filmes de terror me assustavam como aquele, mas eis a originalidade do Tarantino.
Também adorei a Mélanie Laurent - que grande papel!!
Também não sendo fanática, gosto mt do Tarantino e a cada filme nota-se um novo capítulo na história do cinema.

Um abraço, vou cá voltar :)
Mónica disse…
Serás sempre bem-vinda Rafaela!

Mensagens populares deste blogue

gaja à beira da loucura

Isto pode paracer a demência absoluta mas já estou por tudo. A Alexandra Solnado (isso mesmo, este post vai por esse caminho...) dizia numa entrevista, há umas semanas, ao promover o seu mais recente "livro" que a maioria das pessoas que lhe aparecem para consultas, são pessoas doentes - jura?!
Agora, a sério, as pessoas padecem de doenças fisicas e, no seu desespero, que nem é discutivel porque cada um saberá o que se sente quando se chega a esse patamar, procuram ajuda ou conforto no projecto da Alexandra Solnado (é assim que se chama). Posto isto, explicava a Alexandra Solnado que as doenças são, não obstante, reflexos de outros problemas mais antigos ou e a outros níveis. Não me recordo dos exemplos que ela dava mas era algo como pessoas que tinham tido muitos desgostos e uma vida marcada pela tristeza, desenvolviam uma doença grave em especifico, localizada numa área do corpo em particular. 
Ora, e dando o beneficio da duvida a esta teoria (pois que temos a perder?), gosta…

A importância de se chamar Candidato

Numa altura em que as empresas recorrem cada vez mais às redes sociais para procurar candidatos a postos de trabalho (89%) e que 65% por cento é bem-sucedida, conseguindo contratações satisfatórias (Fonte: PR Comunicácion) convinha que as empresas de recrutamento e de executive search pensassem um bocadinho mais sobre o seu modus operandi.


Falo por experiência, por conhecimento e por não ter conseguido efectivar mudanças. 

O headhunter da velha guarda, armado em doutrina maquiavélica, que nunca leu, perspectiva o candidato como um meio para atingir um fim: facturar.  O candidato só serve enquanto servir os interesses do projecto. A satisfação do cliente é posta à frente de tudo e todos. Esta sobranceira linha de raciocínio,  a frio, tem alguma razão de ser. Quem paga as contas são os clientes. Como metodologia, é um erro crasso.
Num mercado concorrencial, um factor claramente diferenciador é a relação que se estabelece entre um consultor e os seus candidatos, pelo menos com aqueles que a…

Inesperadamente, a semana passada

Uns dias bons.
O  25 de Abril. Comer caracóis, os primeiros deste ano. Passear e trabalhar no Porto, deambular nos Clérigos. Diariamente, sessões de The Newsroom e Melhor do Que Falecer. O Pedro Mexia e os ferrinhos na emissão especial do Governo Sombra (e a banda sonora e a Manuela Azevedo e as citações certeiras de Salazar bem seleccionadas por Ricardo Araujo Pereira). O Benfica, tão grande! Opá, o Benfica ❤️