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Maratona

Sou gaja para chegar a casa à sexta feira noite, entrar em modo de fim de semana e até segunda feira às 7 da manhã, não sair mais à rua. É uma alternância entre dormir, ler, dormir. Aos domingos, então, em 52 que existam num ano, asseguro que 30 passo-os na cama, sozinha, muitas vezes sem ligar a TV. 

Pois no que foi certamente o domingo mais frio da colecção Outono-Inverno, e chuvoso como um raio, não só corri o risco de mais um duche com água gelada (não concretizável, menos mal), como saí do pijama, maquilhei-me e enfiei-me das 13h10 às 18h00 num cinema, depois de pagar 10€ (facada!).

Mas valeu a pena!


Filmaço! 

Sabendo nós de antemão o final, caraças, a ultima meia hora é de uma intensidade brutal. Tenso, duro, incisivo mas sem bullshits, nem cenas fáceis, alavancadas por efeitos especiais de encher o olho. 

Fui ver sem grandes expectativas (não vi o oscarizado filme de Kathryn Bigelow), não obstante acho-o um grande filme. 




Tomem as medicações, é o que vos digo!

Um ode às diferenças e ao arriscar. Ao amor indefectível no seio da família.

Adoro a ausência de filtros da personagem do Bradley Cooper. 


Comentários

Ana Lau disse…
ainda so vi o hora negra e também gostei bastante, vale imenso a pena!

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