quarta-feira, 20 de maio de 2009

Tema futil do dia

Hoje fui fazer uma massagem.
Não foi uma massagem qualquer. Foi uma massagem aos pés.
Isso mesmo, reflexologia ou «uma arte suave, uma ciência e um método muito eficaz de tratamento. É uma técnica curativa holística – o termo holístico é derivado da palavra grega Holos que significa “inteiro” e, assim, procura tratar o indivíduo como uma entidade constituída de corpo, mente e espírito. A pressão é aplicada nas áreas reflexas dos pés com os dedos das mãos e usando técnicas específicas. Este procedimento provoca mudanças fisiológicas no corpo na medida em que o próprio potencial de cura do organismo é estimulado. Desta forma, os pés podem desempenhar um papel importantíssimo na conquista e manutenção de uma boa saúde!»
Estas coisas todas giras aliam-se ao facto de eu adorar que me mexam nos pés. Freak, mas sabe mt bem.
As massagens deviam ser consideradas como um tratamento e não um luxo. Deviam apenas ter 5% de IVA e serem descontáveis na entrega do IRS. É que fazem mesmo bem à alma. Seja mais relaxante ou mais de pressão, uma pessoa sai de lá a levitar! A melhor massagem que já fiz foi no Spa da Qtª das Lágrimas, mas a de pedras quentes no Spa Atitude também é mtº boa. Esta dos pézinhos entrou no Top 3.
Ontem lia sobre uma portuguesa especialista no livro Madame Bovary que hoje se vive com o bovarysme: um sentimento de desilusão em relação á vida (...), um mal estar, talvez até doentio. As pessoas sonham com um conjunto de coisas dificeis de obter. Como se conformar com uma rotina metro-trabalho-sono quando se tem ambições grandiosas?» (in Sabado, nº 263, reportagem c/ Mariana Babo Rebelo). Percebi perfeitamente o bovarysme e acho que ele assola a mt boa gente (mea culpa!) e assusta (mtº mesmo... mea culpa outra vez).
Mas hoje ao sair da massagem, com os pés algo doridos mas leves e frescos com o creme de menta, e com uma sensação de bem estar generalizado quer fisica como emocionalmente, senti-me retemperada e nem me lembrei do horror à "rotina metro-trabalho-sono".
E provavelmente não foi assim tão fútil!

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