Avançar para o conteúdo principal

voltando à Rua C projectada

Isto é calminho. O jardim transmite alguma tranquilidade, o facto deste mega "caixote" estar ainda com mts casas por habitar ajuda.

Ainda me estou a habituar a tantos vizinhos, â dimensão da coisa (pessoalmente, não é tanto o meu estilo), a sair à rua e só ver transito sem uma lojinha que se aproveite, a ter que ir ao Modelo se quiser comprar pão, não ter uma zona privada para estender roupa (odeio roupa estendida á vista desarmada, é horrivel!) e sobretudo a ter que andar tanto para ir do quarto á cozinha (quem conheceu a casa de benfica sabe que em 6/7 passos fazia essa viagem, agora ando e ando e ando!!!).

Acho insuportável o chão da cozinha e da casa de banho e o chuveiro é uma treta de design mt engraçadinho mas sem pinga de eficácia! Mas ok, estamos em fase de adaptação e pelo menos agora já não serei alvo de chacota de pessoas insuportáveis como a Margarida Rebelo Pinto que arranjava sempre maneira de criticar as px de Benfica. Como se a mula tivesse vivido toda a vida na Qtª da Marinha!!!

a casa está a ficar uma casa e gira. Com mtª luz. E boa onda... é como nós!!! Talvez mais como o Nuno. Eu sou mais "escura" tipo Woody Allen. :)

Comentários

Anónimo disse…
A MRP viveu até sair de casa dos pais em........ Benfica!
Eu tb não adoro propriamente o sítio mas olha... Sei Lá, Não Há Coincidências!
:)
Beijo darling, até à Longchamp.

Mensagens populares deste blogue

Do arrebatamento

O vestido caiu facilmente. Estava apenas preso pelas alças nos ombros magros e deslizou com vontade declarada pelo corpo, até ao chão, enquanto ela acendia uma única luz de presença.

Beijou-lhe o ventre. Sentiu-o a tremer. Antecipação. Expectativa. Sentia-lhe o calor sem sequer tocar. Era como uma fonte inesgotável de desejo prestes a desmoronar-se com um toque. Os dedos enfiaram-se entre a pele e a linha das cuecas de renda fazendo-as sair com mestria. Estava liberta, da máscara de tecidos, não das demais camadas de protecção. Tal não a impedia de arfar baixinho e com satisfação sob um rosto que perdia vergonha a cada caída da cabeça para trás.


Nua, encostada à parede fria, costas arqueadas, totalmente exposta viu-a a desmontar-se com cuidado ao primeiro beijo que se colou à boca como dali não houvera saída. Era intenso, forte, penetrante o modo como ela o arrastava para si com a língua e uma perna em torno da cintura.


Todo aquele momento era primário, selvagem, sem travões ainda que, e…

I shine

Kiss me before you break my heart. There is still room to be damaged for every breath I take on myself and for myself. I regain confidence on me on every touch of you, even those that will be lost. 
The shivers running down on my spine awaken me and allow me to make you feel stronger, bolder, in love with life. 
I expand my senses while you will torn my world apart. We are under the same sky but I am meant to be a trail of light rather than a guiding star. 
I will burn your soul and you will break my heart. Yet I shine. So, kiss me and let's pretend.

Da alegria

Gosto desses olhos que se iluminam e que pausam em mim como se nada mais existisse naquele longo momento. Esse olhar decidido, seguro, revelador de um modo de estar ciente do que se quer e descomplicado.
Fazes-me rir. Como se o mundo fosse fácil. Como se salvar-me das trevas não fosse uma missão mas sim manter-me saciada, livre, às gargalhadas, serena e em silencio, a ler com as pernas esticadas sobre ti.

Gosto das madrugadas de surf, mesmo ao frio. Dos beijos salgados e daquele teu cheiro misturado com água gelada. O cheiro que ainda hoje me faz ficar apreensiva, receosa, quando acordo a meio da noite e te ouço a respirar devagarinho e aquele cheiro está encostado a mim. E como aquele cheiro me apareceu e inundou de alegria.