Avançar para o conteúdo principal

Boas mulheres



Gosto muito desta série.


Nunca fui à bola com a Julianne Margulis no E.R. Primeiro, o George Clooney fazia-lhe olhos de carneiro doce e isso é inaceitável. Segundo, o cabelo era muito mau. Terceiro, e confesso, eu reparo nessas coisas, as mãos dela são feias. Portanto, tudo razões racionais para não lhe achar piadinha alguma.


Bom, anos volvidos, a rapariga safa-se bem. A série toca num ponto muito curioso da realidade americana: a tendência para os políticos ou detentores de cargos públicos, normalmente do sexo masculino, meterem-se com prostitutas e/ou desviarem dinheiro e/ou terem vida paralela como gays


Depois um dia são apanhados e fazem uma conferência de imprensa de mão dada com a mulher. É o Síndroma Hillary Clinton. Fazem todas aquela cara de sofredoras mas que aguentam pelo seu homem. Dá-me a sensação que esta Boa Mulher não está assim tanto pelos ajustes mas que como não há a fortuna do Tiger Woods pelo meio, não dá para apertar os tintins ao marialva até ao ultimo cêntimo, logo vá de aguentar.


O resto do elenco é igualmente bom: Josh Charles (lembram-se do Clube dos Poetas Mortos?), Matt Czuchry (o giraço Logan das Gilmore Girls), Christine Baranski (sempre no seu registo "durona") e o Mr. Big / Chris Noth (no papel do marido putanheiro!). 


Boas noticias, a 2ª série já anda no ar. Más noticias, aparentemente ela não se divorcia.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

A importância de se chamar Candidato

Numa altura em que as empresas recorrem cada vez mais às redes sociais para procurar candidatos a postos de trabalho (89%) e que 65% por cento é bem-sucedida, conseguindo contratações satisfatórias (Fonte: PR Comunicácion) convinha que as empresas de recrutamento e de executive search pensassem um bocadinho mais sobre o seu modus operandi.


Falo por experiência, por conhecimento e por não ter conseguido efectivar mudanças. 

O headhunter da velha guarda, armado em doutrina maquiavélica, que nunca leu, perspectiva o candidato como um meio para atingir um fim: facturar.  O candidato só serve enquanto servir os interesses do projecto. A satisfação do cliente é posta à frente de tudo e todos. Esta sobranceira linha de raciocínio,  a frio, tem alguma razão de ser. Quem paga as contas são os clientes. Como metodologia, é um erro crasso.
Num mercado concorrencial, um factor claramente diferenciador é a relação que se estabelece entre um consultor e os seus candidatos, pelo menos com aqueles que a…

Da alegria

Gosto desses olhos que se iluminam e que pausam em mim como se nada mais existisse naquele longo momento. Esse olhar decidido, seguro, revelador de um modo de estar ciente do que se quer e descomplicado.
Fazes-me rir. Como se o mundo fosse fácil. Como se salvar-me das trevas não fosse uma missão mas sim manter-me saciada, livre, às gargalhadas, serena e em silencio, a ler com as pernas esticadas sobre ti.

Gosto das madrugadas de surf, mesmo ao frio. Dos beijos salgados e daquele teu cheiro misturado com água gelada. O cheiro que ainda hoje me faz ficar apreensiva, receosa, quando acordo a meio da noite e te ouço a respirar devagarinho e aquele cheiro está encostado a mim. E como aquele cheiro me apareceu e inundou de alegria.

I shine

Kiss me before you break my heart. There is still room to be damaged for every breath I take on myself and for myself. I regain confidence on me on every touch of you, even those that will be lost. 
The shivers running down on my spine awaken me and allow me to make you feel stronger, bolder, in love with life. 
I expand my senses while you will torn my world apart. We are under the same sky but I am meant to be a trail of light rather than a guiding star. 
I will burn your soul and you will break my heart. Yet I shine. So, kiss me and let's pretend.