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Das reflexões



Confirmo.

A vida é um grande "se", um que diariamente superamos com as doses possíveis de boa disposição, perseverança e "vamos ver". E no dia seguinte, repete-se tudo outra vez. 

Por vezes, com mais forca, com mais energia, com mais espirito positivo. Outras, totalmente derrotados. Faz parte. Nem sempre poderemos estar com o modo optimista totalmente activado porque simplesmente as circunstancias não nos permitem ser assim tão fantasistas, tão irresponsáveis. 

Também não faz sentido ver sempre tudo negro, por muito que a confiança seja abalada, por muitos fins que ocorram ou por muito que deixemos de acreditar. Contra mim, falo. 

Há momentos bons. Pausas kit-kat. Passamos a conviver com naturalidade com o "se", não sofrendo com essa variável, e acomodando o facto de que as experiências menos boas que vivemos não nos podem roubar a alegria. Ainda que passemos a estar mais sós, com menos amigos e com menos capacidade para voltar a confiar. 

Comentários

Cailin disse…
por isso é que tenho gostado de crescer, a sensatez que ganhamos faz-nos ganhar em tudo. concordo contigo, estamos é cada vez mais sós, com os melhores mas mais sós.
Mónica disse…
até a solidão é uma aprendizagem. e, ás vezes, um descanso :)

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Das pequenas coisas

Talvez sejam as pequenas coisas. Como uma música que se ouve por acaso e se torna uma descoberta que nos marca um trânsito. Como um gelado fora de horas e com o sabor simplesmente certo de caramelo tal qual na nossa infância. Como aquele instante rápido entre fazer-nos à onda e o mar que nos toma por completo, nos restitui a energia e nos devolve ao mundo.
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Dos maldiitos

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Do acosso

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E, mesmo assim, pulsa algo mais intenso. Mais derradeiro. Mais dominador. Mais perverso que o toque dos dedos. Mais agressivo que a temperatura irrespirável. O freio da impossibilidade. 
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