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Era uma vez uma omoplata

E à 3ª sessão de osteopatia.... A dor!

Não gritei ou desmaiei, porque 3 meses de mindfulness deram-me alguma preparação para focar atenção plena na dor até não a sentir. Isso e porque 2013 tem-me dado uma couraça brutal em termos de resistência. Mas, oh mamma, como me apetecia gritar. Bolas. 

A parte boa, sessão de caracóis e sangria que se seguiu. 

Mas esta omoplata colada vai ser só mais uma "coisa gira" para me atormentar. 

Comentários

Cailin disse…
bonito serviço!
Mónica disse…
Cailin, isto está um circo montado

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Dos maldiitos

via boudoir photography

Agora acordo com mensagens que iluminam o telemóvel e em que dás conta de como pensas em mim antes de dormir. E que o queres partilhar comigo porque agora sentes saudades minhas. Agora recebo telefonemas sem hora nem expectativa e a voz é meiga e quente. Não ouço nada do que dizes, as palavras apenas são ditas mas há muito que já não têm peso ou impacto.
Antes foi a indecisão. O jogo dos que não se comprometem, que querem atalhos facilitados para um espaço confortável de repouso, salvação emocional momentânea, ilusão de pertença. Egoísta forma de ser que suga o querer dos outros para se sustentar, para sentir uma rede rápida de carinho e abraço mas que reclama para si a indisponibilidade de reciprocidade. Para quê? Se vos é dado grátis um sentimento para que serve o esforço de lutar por ele, qual o propósito de envolvimento, de estar, dar a mão, partilhar silêncios e perder a possibilidade de ter mais e mais, melhor, diferente, sempre mais, outras.
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Do arrebatamento

O vestido caiu facilmente. Estava apenas preso pelas alças nos ombros magros e deslizou com vontade declarada pelo corpo, até ao chão, enquanto ela acendia uma única luz de presença.

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Todo aquele momento era primário, selvagem, sem travões ainda que, e…