Avançar para o conteúdo principal
Estou pra' aqui na duvida do prémio evento do mês Junho: 

a) pic nic Tony & animais do campo descem à cidade (sendo que se é cidade é porque não se é campo, mas tudoooo bem a Sonae paga, invadam lá espaços urbanos com galinhas). 

b) mercado boho-chic organizado pela supermummy Toddlers & Tiaras.

c) férias altamente publicitadas no Club Med algarvio ao estilo Splash - "vejam-me, consegui passar da Quarteira ao alto da plataforma, vejam-me, vejam-me, já não sou banal, sou um reality show".

Hesito...

Mal, por mal, o Tony e os porcos, e as alfaces são mais autênticos.

Comentários

Ahahhahahahahahahhahahhahahahahahaahahahahahahahahahahahahahahahahhahahahahahahhahahahahahahahahahahhahahahahahahhahahahhahahahahahahahah
Supermummy Toddlers&Tiaras
ahahahahahahahahahahahahahahahhahahahhahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahhahahhahahhahahahahahhahaahhahahaha
Mónica disse…
Registo a expressao?!
Cailin disse…
LOL venha o tony!
ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah
(adoro essa língua viperina)
ah ah ah ah ah ah
Mónica disse…
aimed to please ahahahahah

Mensagens populares deste blogue

gaja à beira da loucura

Isto pode paracer a demência absoluta mas já estou por tudo. A Alexandra Solnado (isso mesmo, este post vai por esse caminho...) dizia numa entrevista, há umas semanas, ao promover o seu mais recente "livro" que a maioria das pessoas que lhe aparecem para consultas, são pessoas doentes - jura?!
Agora, a sério, as pessoas padecem de doenças fisicas e, no seu desespero, que nem é discutivel porque cada um saberá o que se sente quando se chega a esse patamar, procuram ajuda ou conforto no projecto da Alexandra Solnado (é assim que se chama). Posto isto, explicava a Alexandra Solnado que as doenças são, não obstante, reflexos de outros problemas mais antigos ou e a outros níveis. Não me recordo dos exemplos que ela dava mas era algo como pessoas que tinham tido muitos desgostos e uma vida marcada pela tristeza, desenvolviam uma doença grave em especifico, localizada numa área do corpo em particular. 
Ora, e dando o beneficio da duvida a esta teoria (pois que temos a perder?), gosta…

Inesperadamente, a semana passada

Uns dias bons.
O  25 de Abril. Comer caracóis, os primeiros deste ano. Passear e trabalhar no Porto, deambular nos Clérigos. Diariamente, sessões de The Newsroom e Melhor do Que Falecer. O Pedro Mexia e os ferrinhos na emissão especial do Governo Sombra (e a banda sonora e a Manuela Azevedo e as citações certeiras de Salazar bem seleccionadas por Ricardo Araujo Pereira). O Benfica, tão grande! Opá, o Benfica ❤️

A importância de se chamar Candidato

Numa altura em que as empresas recorrem cada vez mais às redes sociais para procurar candidatos a postos de trabalho (89%) e que 65% por cento é bem-sucedida, conseguindo contratações satisfatórias (Fonte: PR Comunicácion) convinha que as empresas de recrutamento e de executive search pensassem um bocadinho mais sobre o seu modus operandi.


Falo por experiência, por conhecimento e por não ter conseguido efectivar mudanças. 

O headhunter da velha guarda, armado em doutrina maquiavélica, que nunca leu, perspectiva o candidato como um meio para atingir um fim: facturar.  O candidato só serve enquanto servir os interesses do projecto. A satisfação do cliente é posta à frente de tudo e todos. Esta sobranceira linha de raciocínio,  a frio, tem alguma razão de ser. Quem paga as contas são os clientes. Como metodologia, é um erro crasso.
Num mercado concorrencial, um factor claramente diferenciador é a relação que se estabelece entre um consultor e os seus candidatos, pelo menos com aqueles que a…