A malta faz -se à vida, atura chefes filhos da real puta, bandalhos da pior espécie sem nunca lhe furar um pneuzinho, paga os impostos, estuda que se farta, aguenta no fundo de desemprego, dá as boas-vindas à troika, leva com o Ken de Massamá e o Miguel Relvas (só isso, são 5 novas vidas em formato de encarnação), não comete ilegalidades, paga mensalmente um seguro de saúde para não quinar na lista de espera de um hospital publico, não deita lixo para o chão e sabe usar os talheres, e como é que o país, sob a forma da MERDA da sua justiça retribui?
Aquela mulher é detestável. Pede chapadas naquelas trombas de forma dolorosa e constante por fazer de nós uns otários. É vergonhoso. Parece Gotham City, em que os vilões se sucedem uns aos outros em cada novo filme. Mas, estes "maus" escapam impunes porque temos ou leis de brincadeira ou juízes tontinhos, e dão-se ao descaramento de passear-se como se nada fosse. Com cara de culpado mas atitude superior.
Para com a Fátima Felgueiras, a minha falta de paciência é tal, que nem para as galeras acho que a mula merece ir. E, numa opinião totalmente subjectiva, irrita-me solenemente que enquanto cidadã pagante, esteja a contribuir para o salário da filha, jornalista da RTP.
A rapariga pode ser um amor, um talento sem fim e não ter nada a ver com isto. Mas, na verdade, tem. Porque quando a mãe voltou, depois de ter ido gastar o dinheiro que roubou aos contribuintes, para o Brasil, ela esteve sempre ao lado da mãe, em sinal claro de apoio e solidariedade. Tanto pode ser porque acredita piamente na inocência da mãe (não creio que seja parva, nada mesmo) ou, então, porque independentemente dos crimes praticados, está com a progenitora.
Mãe é mãe, pai é pai. Mas um bocadinho de recato, quando as coisas têm esta proporção de farta-vilanagem, não lhe ficava mal. Eu sei que EU não o faria. E também sei que não se pode despedir ninguém por ter um pai corrupto e ladrão. Porém, sou sincera, irritavam-me as demonstrações de injustiça de ambas à porta do tribunal. É tudo muito sujo. Muito mafioso.
E, o pessoal, nem aí. Isto sim, merecia manifs. Os falhanços da justiça, a falta de vergonha, a impunidade de pessoas sem escrúpulos. Tudo a olho nu. Uma fossa aberta. Estes marcos estruturantes de um país são que deviam levar à contestação. Mas por causa disto já ninguém mexe o cú.
Portugal, nem em mais 800 anos, se recompõe desta merda toda.
PS. Percebe-se que fico mesmo lixada (com “F”) com este putedo?
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