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Da demência



Pegas-me a mão e agarras-me a ti como se não me deixasses cair. A minha mão depositada na tua. Percorre-me um tremor silencioso, uma necessidade de querer e o conforto de sentir que me buscas. 

Encostas os teus olhos em mim. É desejo e tranquilidade num só arrepio. É sentir-me puxada para a um recanto de demência urgente, onde me fazes sentir bem-vinda. É deixar que as minhas guerras entrem em cessar-fogo. E me cicatrizes as feridas. É permitir que me reveles na câmara escura e dês vida ao retrato.

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