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Do beijo único



Foi a surpresa. O inesperado sabor de que se está em casa. Como um beijo espontâneo, arrebatador, fosse a resposta para tudo quando nem sequer se está a pensar. Apenas a sentir a pressão daquelas mãos nas costas e um sismo que nos arrepia. 

A descoberta do cheiro, a sintonia da perda de controlo, o tempo que se arrasta num momento tão único, destruidor, ansiosos por mais. Um só beijo e tudo se desmorona. 

A fé resgata-se pelo desejo. A ansiedade queda-se pela frenética trepidação da pele contra pele. Um beijo, segundos apenas, ambos extenuados pela vitória. Um só beijo e quando findou sabia que valera a pena. 

O que ficara para trás e o que não aconteceria daí em diante. Mas aquele beijo fez acreditar, por breves instantes, que havia chegado. Ao destino. Mas foi um beijo e uma só estação de passagem. Um beijo - tudo mas, na verdade, nada mudou.

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gaja à beira da loucura

Isto pode paracer a demência absoluta mas já estou por tudo. A Alexandra Solnado (isso mesmo, este post vai por esse caminho...) dizia numa entrevista, há umas semanas, ao promover o seu mais recente "livro" que a maioria das pessoas que lhe aparecem para consultas, são pessoas doentes - jura?!
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Ora, e dando o beneficio da duvida a esta teoria (pois que temos a perder?), gosta…

Inesperadamente, a semana passada

Uns dias bons.
O  25 de Abril. Comer caracóis, os primeiros deste ano. Passear e trabalhar no Porto, deambular nos Clérigos. Diariamente, sessões de The Newsroom e Melhor do Que Falecer. O Pedro Mexia e os ferrinhos na emissão especial do Governo Sombra (e a banda sonora e a Manuela Azevedo e as citações certeiras de Salazar bem seleccionadas por Ricardo Araujo Pereira). O Benfica, tão grande! Opá, o Benfica ❤️

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National Geographic, às 2ª F

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De volta. Gente estranha. Dia 25!