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Eyes Wide Covered


Creio que já se percebeu que gosto de ir a lojas. É uma pancada como outra qualquer. 

E também gosto de pessoas amáveis, que têm brio na arte de bem atender, que sabem receber um cliente. As boas maneiras e o profissionalismo caíram em desuso, portanto chamem-me vintage

Acresce que venero óculos de sol. 

É muita coisa junta, mas hellas há um lugar, com uma decoração fabulosa, uma equipa 5 estrelas, que disponibiliza um serviço personalizado, e uma oferta de óculos assim de se tirar o chapéu... Esta pérola chama-se  Olhar de Prata e está à mão de semear na Av. Fontes Pereira de Melo.

Dia 22 de Junho, na próxima 4ª feira, há Open Day na Olhar de Prata. Nesse dia, quem visitar a loja pode receber conselhos da Fashion Advisor Mónica Lice, responsável pelo Blog da Mini-Saia (que ainda por cima é uma querida!), acerca dos óculos de sol que mais  favorecem cada pessoa.

Para aumentar a parte gira da coisa pode há a hipótese de ganhar uns Prada, Chanel ou Dior, escolhidos pelo vencedor, entre três possíveis modelos.


O aconselhamento em dois horários diversos: das 13 às 15h e das 17 às 19h. Os interessados só têm de aparecer, conhecer os óculos, experimentar os que mais gostar e, no final do dia, será sorteado um modelo de óculos de sol entre todas as pessoas que tenham aparecido (independentemente de terem ou não adquirido alguma coisa).

Chique, não???

Não fazendo parte do leque de modelos a concurso, moi même gosta muito destes Gucci, cuja referência é 238118 J1691 4012caso alguma alma simpática mos queira oferecer, apenas porque sou uma pessoa do melhor que há e que gosta de coisas bonitas ... 


Comentários

Patricia disse…
São lindos, realmente! Adorei! Não sou de Lisboa mas já queria mto ir ao Olhar de Prata e estou cada vez mais tentada em lá ir na 4ª feira.

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Do acosso

Este calor que se abateu com uma força agressiva consome qualquer resistência.  O suor clandestino esbate vergonha e combate qual sabre as dúvidas.  A noite feita à medida de libertinos cancela as vozes interiores que alertam para mais uma queda dolorosa. A brisa quente atordoa, embriaga no contacto com a pele. O tempo pára, as palavras suspendem entre olhares que sustentam no ar tórrido toda a narrativa; qual pornografia sem mácula, mas plena de pecado. A lua cheia transborda e dá luz à ausência de sanidade que percorre no corpo. Tudo parece possível, uma corrente de liberdade atravessa-nos com o sabor do quente esmagado. E, mesmo assim, pulsa algo mais intenso. Mais derradeiro. Mais dominador. Mais perverso que o toque dos dedos. Mais agressivo que a temperatura irrespirável. O freio da impossibilidade.  A intuição luta com o medo e na arena o medo mesmo que picado tem sempre muita força. O medo acossa-nos.

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