Avançar para o conteúdo principal

Portugal, tão simples


Depois de ter ouvido alguns individuos falarem muito bem no Prós & Contras (acerca da capacidade de empreendedorismo dos portugueses e do papel dos jovens pra' "bater punho", vulgo fazerem-se à vida!), fiquei a saber que o  filme "Portugal, the beauty of simplicity” foi premiado no sábado na Polónia, no Film, Art & Tourism Festival

O filme promocional turístico de Portugal foi distinguido em Varsóvia na categoria “The best film promoting country, region or city” com o segundo prémio, entre 220 filmes internacionais candidatos.
Produzido pela Krypton Films para o Turismo de Portugal, o filme é utilizado em várias acções promocionais do País, como feiras, eventos ou sessões oficiais de divulgação, além dos portais promocionais na internet e redes sociais, tendo sido apresentado em Janeiro na Fitur (Madrid). Esta ferramenta de marketing complementa ainda a campanha internacional “Portugal, the beauty of simplicity”, em curso na Alemanha, Espanha, Reino Unido, Dinamarca, França, Holanda, Irlanda, Noruega, Suécia, Rússia e na própria Polónia.
Ao longo de quatro minutos, e ao som da música composta por Nuno Maló, são apresentadas imagens dos principais “activos” turísticos do País, incluindo o mar, a natureza e a gastronomia, passando pela oferta cultural, pelo golfe, surf, pelas paisagens humanas ou pela animação nocturna.

Já o tinha visto e gostei muito. Parabéns. Aqui fica a ligação para poderem apreciar.

http://www.youtube.com/watch?v=kXsQif3QLjs&feature=player_embedded


informação via marketeer

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Dos maldiitos

via boudoir photography

Agora acordo com mensagens que iluminam o telemóvel e em que dás conta de como pensas em mim antes de dormir. E que o queres partilhar comigo porque agora sentes saudades minhas. Agora recebo telefonemas sem hora nem expectativa e a voz é meiga e quente. Não ouço nada do que dizes, as palavras apenas são ditas mas há muito que já não têm peso ou impacto.
Antes foi a indecisão. O jogo dos que não se comprometem, que querem atalhos facilitados para um espaço confortável de repouso, salvação emocional momentânea, ilusão de pertença. Egoísta forma de ser que suga o querer dos outros para se sustentar, para sentir uma rede rápida de carinho e abraço mas que reclama para si a indisponibilidade de reciprocidade. Para quê? Se vos é dado grátis um sentimento para que serve o esforço de lutar por ele, qual o propósito de envolvimento, de estar, dar a mão, partilhar silêncios e perder a possibilidade de ter mais e mais, melhor, diferente, sempre mais, outras.
Era assim, ante…

Das pequenas coisas

Talvez sejam as pequenas coisas. Como uma música que se ouve por acaso e se torna uma descoberta que nos marca um trânsito. Como um gelado fora de horas e com o sabor simplesmente certo de caramelo tal qual na nossa infância. Como aquele instante rápido entre fazer-nos à onda e o mar que nos toma por completo, nos restitui a energia e nos devolve ao mundo.
Terão que ser as pequenas coisas. A partir delas, tudo se enreda e o equilibro pesa para o complicado. Sinuosos os caminhos para que nos encontremos. Doloroso o andamento que faz que nos afastemos mais do que estejamos próximos mesmo quando tudo aponta para que haja uma cumplicidade e uma ligação súbita mas forte e consistente.
O toque é denunciador. Desmantela as forças e faz sucumbir com tamanho ardor. O beijo que transporta silêncio, paz, meta. O abraço que acolhe uma gargalhada e o estranho sentido de que tudo está bem.
São estas pequenas coisas. Que são fáceis e leves e perenes. Tão frágeis. Acabam tão depressa. Nada há-de ser …

Do arrebatamento

O vestido caiu facilmente. Estava apenas preso pelas alças nos ombros magros e deslizou com vontade declarada pelo corpo, até ao chão, enquanto ela acendia uma única luz de presença.

Beijou-lhe o ventre. Sentiu-o a tremer. Antecipação. Expectativa. Sentia-lhe o calor sem sequer tocar. Era como uma fonte inesgotável de desejo prestes a desmoronar-se com um toque. Os dedos enfiaram-se entre a pele e a linha das cuecas de renda fazendo-as sair com mestria. Estava liberta, da máscara de tecidos, não das demais camadas de protecção. Tal não a impedia de arfar baixinho e com satisfação sob um rosto que perdia vergonha a cada caída da cabeça para trás.


Nua, encostada à parede fria, costas arqueadas, totalmente exposta viu-a a desmontar-se com cuidado ao primeiro beijo que se colou à boca como dali não houvera saída. Era intenso, forte, penetrante o modo como ela o arrastava para si com a língua e uma perna em torno da cintura.


Todo aquele momento era primário, selvagem, sem travões ainda que, e…