Avançar para o conteúdo principal

Porquê? Mas porquê, raios?

Adoro publicidade. Como boa "marquista", a publicidade exerce um grande fascínio sobre a minha pessoa.

Inovadora, criativa, simples, divertida, séria, com mensagem mais ou menos óbvia, informativa ou meramente recreativa, quem não tem no seu imaginário o anuncio dos bonequinhos de chocolate para colocar na árvore de Natal (e o coelhinho foi com o palhaço ao circo... hoje pareceria uma cena SM mas enfim!), o das Bombocas, a Nestlé com o "I can see clearly now..." (eu queria ser aquela mulher independente que bebe um café depois de uma noitada, a ver o nascer do sol, no Beetle), o Martini mais os shorts da Christie Brinkley, os vários anúncios da CocaCola (o das 4h30 é um ícone), o inocente Il fato amore con Control..., os bébés da Expo98, o Hugh Jackman a dançar...

Tanta publicidade boa e porquê 3 exemplos de barbaridade que passam sem parar:

- Head & Shoulders com Diogo Morgado.... 
O que tem o Diogo Morgado na cabeça? Ora, essa é fácil! Que treta de discurso mais nham nham! Alguma vez eu usaria um shampoo que o homem que plagiou uma peça de teatro usa? (este país tem uma memória curtinha).

- o non sense ESTÚPIDO, sem piada e foleiro da Multicare.

- Mariana Monteiro e My Label (marca própria de cosmética e higiene do Continente): zero credibilidade. Cópia do estilo Bárbara Guimarães - L' Oreal. Mas em muito mau!


Já agora, os anúncios de pensos higiénicos são idiotas há, sei lá, 10 anos!!! 

Comentários

Susymary disse…
simmm!!!!!!
concordo com todos os bons mas especialmente com esses 3 maus!!!! O Diogo Morgado a dizer que tem "credibilidade" na cabeça.. lol... e ainda por cima, sendo um anuncio de champô, o cabelo parece sujo! é nojento! lol

Mensagens populares deste blogue

Do acosso

Este calor que se abateu com uma força agressiva consome qualquer resistência.  O suor clandestino esbate vergonha e combate qual sabre as dúvidas.  A noite feita à medida de libertinos cancela as vozes interiores que alertam para mais uma queda dolorosa. A brisa quente atordoa, embriaga no contacto com a pele. O tempo pára, as palavras suspendem entre olhares que sustentam no ar tórrido toda a narrativa; qual pornografia sem mácula, mas plena de pecado. A lua cheia transborda e dá luz à ausência de sanidade que percorre no corpo. Tudo parece possível, uma corrente de liberdade atravessa-nos com o sabor do quente esmagado. E, mesmo assim, pulsa algo mais intenso. Mais derradeiro. Mais dominador. Mais perverso que o toque dos dedos. Mais agressivo que a temperatura irrespirável. O freio da impossibilidade.  A intuição luta com o medo e na arena o medo mesmo que picado tem sempre muita força. O medo acossa-nos.

na verdade, estou lá (4)

Villa Amanda The Corridor - Blue Sea, Cabo San Lucas, Mexico via Luxuary Retreats

na verdade, estou lá (6)

Calandra Porto Rotondo, Sardinia, Italy via Luxuary Retreats