Perpétuo estado de paixão que se mistura com alienação. Tendência para o abraço que se cruza com a distância. Esta luz que não trava a frieza. O reino de contradições de ser eu.
Não me sai da cabeça o título de um livro que vi na Bertrand: "A mulher que decidiu passar um ano na cama". (E não tem nada a ver com montar um bordel)
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