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Fatalidade da terra de ninguèm




Ela não gosta de sombras. É de sol, de luz, mesmo que acolha em si um lado negro. 
Recusa perante um "talvez", pois dá o sim tão naturalmente como dá o não, sem receios nem complexos. 
Não concebe a indecisão, o flutuar vazio do nem vai nem fica. 
Tem dúvidas, inquietações, porém o limbo da terra de ninguém é-lhe fatal. 
Não concebe viver atemorizada com fraquezas, e é a continuada força a sua maior vulnerabilidade.

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